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Cúrcuma: O Ouro que Cura de Dentro pra Fora

por Thais Cristina 17/06/2025
escrito por Thais Cristina
Cúrcuma: O Ouro que Cura de Dentro pra Fora

Tem coisas na vida que a gente só entende com o tempo.
Como o poder de um abraço, o silêncio que conforta…
E os milagres discretos da natureza.

A cúrcuma é assim:
Amarela, intensa, quase despercebida por quem corre demais…
Mas poderosa o suficiente pra transformar, de dentro pra fora, o nosso corpo, nossa saúde, nossa história.

🌿 Cúrcuma: um presente ancestral

Também conhecida como açafrão-da-terra, a cúrcuma é usada há milênios na medicina indiana e chinesa. E não é à toa.
Ela não é só um tempero com cor vibrante e sabor terroso. Ela é medicina em forma de raiz.

É como se a natureza tivesse concentrado um ato de cura em um pequeno pó dourado.

O princípio ativo da cúrcuma se chama curcumina, e é ela quem faz mágica acontecer dentro do nosso organismo — com suavidade, com constância, com amor.

💛 Benefícios que tocam mais do que o corpo

A cúrcuma não é moda.
É sabedoria.

E entre tantos benefícios que já foram estudados pela ciência e sentidos na pele por quem escolheu viver de forma mais natural, estão:

✨ 1. Poderoso anti-inflamatório natural

A curcumina age combatendo inflamações silenciosas — aquelas que muitas vezes a gente nem percebe, mas que são gatilhos para doenças como artrite, diabetes, obesidade e até câncer.

✨ 2. Alívio para dores articulares

Sente dores nos joelhos? Nas costas? Nas mãos?
A cúrcuma pode ser uma aliada poderosa no alívio dessas dores, especialmente em casos de doenças crônicas como artrite reumatoide.

✨ 3. Fortalece a imunidade

Ela ajuda o sistema imunológico a funcionar com mais equilíbrio, sendo uma arma natural contra infecções, gripes e desequilíbrios internos.

✨ 4. Coração mais protegido

A cúrcuma pode melhorar a circulação sanguínea, reduzir o colesterol ruim (LDL) e ajudar a controlar a pressão arterial. É como um cuidado silencioso no peito da gente.

✨ 5. Potente antioxidante

Ela combate os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento precoce e pela degeneração celular. Cúrcuma é beleza de dentro pra fora — e de verdade.

✨ 6. Aliada da mente

Estudos apontam que a curcumina pode ter efeitos positivos na saúde do cérebro, ajudando a prevenir doenças como Alzheimer e melhorando o humor. É como um raio de sol num dia nublado.

☀️ Como tomar cúrcuma no dia a dia?

A cúrcuma pode (e deve!) fazer parte da sua rotina. E não precisa ser complicado. Aqui vão algumas formas de usar:

💡 1. Com pimenta-do-reino preta

A piperina, presente na pimenta-do-reino, aumenta a absorção da curcumina em até 2000%! Por isso, sempre que possível, misture cúrcuma com uma pitadinha de pimenta-do-reino.

💡 2. Na água morna com limão ao acordar

Misture 1 colher de chá de cúrcuma com suco de meio limão e um pouco de água morna. Um ritual simples para começar o dia com energia e equilíbrio.

💡 3. No café da manhã ou lanches

Acrescente cúrcuma no iogurte natural, na vitamina de frutas ou no seu mingau matinal. Ela combina com tudo o que acolhe.

💡 4. No arroz, legumes, caldos e sopas

Usar cúrcuma como tempero é uma forma deliciosa de beneficiar o corpo sem esforço. O sabor é suave e combina com comida de verdade.

💡 5. Golden Milk (leite dourado)

Um clássico da Ayurveda: leite vegetal + cúrcuma + canela + pimenta preta + mel. Um elixir quente, nutritivo e reconfortante antes de dormir.


🌱 Dica de ritual: Golden Milk para aquecer corpo e alma

Ingredientes:

  • 1 xícara de leite vegetal (amêndoas, aveia ou coco)
  • 1/2 colher de chá de cúrcuma
  • 1 pitada de pimenta-do-reino preta
  • 1 colher de chá de mel (se puder consumir)
  • Canela a gosto

Modo de preparo:
Aqueça tudo numa panela até levantar fervura. Mexa com carinho.
Beba devagar, sentindo o calor chegar até o coração.


✨ Um ato de autocuidado diário

Tomar cúrcuma não é só cuidar do corpo.
É cuidar do que não se vê.
É olhar pra si com atenção.
É escolher um caminho mais leve, mais consciente, mais alinhado com o que realmente importa.

A cúrcuma nos ensina que o poder da cura não vem das fórmulas mágicas, mas das pequenas escolhas diárias.
De um chá antes de dormir.
De um tempero a mais no arroz.
De um olhar mais gentil pra dentro.


📌 Converse com seu médico ou nutricionista sobre a melhor forma de incluir a cúrcuma na sua rotina, especialmente se você já faz uso de medicamentos.

💛 E lembre-se: o verdadeiro remédio é aquele que cuida da gente por inteiro.

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Dia a DiaVida Pessoal

Tipos de Comida para Festa Junina que Aquece a Alma

por Thais Cristina 16/06/2025
escrito por Thais Cristina
Tipos de comida para festa junina

Quando o mês de junho chega, o coração parece bater em outro ritmo. É como se o vento frio trouxesse no embalo o cheiro do milho cozido, da canjica, da fogueira queimando no fundo do quintal… E, de repente, a gente volta a ser criança.

A festa junina tem isso: ela é feita de cores, danças, sorrisos e, acima de tudo, sabores que contam histórias. A cada prato servido, há um pedacinho da cultura popular, uma lembrança da infância, um colo da vó, um abraço em forma de comida.

Hoje, quero te levar por essa estrada afetiva — onde o que importa não é só comer, mas sentir.

🌽 O milho: rei do arraial

Não tem como falar de festa junina sem começar por ele. O milho é o protagonista dessa temporada e se desdobra em várias delícias:

  • Pamonha: cremosa, doce ou salgada, enrolada com carinho na própria palha. Tem gosto de infância e cheiro de roça.
  • Curau: aquele creme amarelinho com canela por cima. Uma colherada e a alma suspira.
  • Milho cozido ou assado: simples, quente, com sal e manteiga derretendo. A simplicidade do sabor que aquece a alma.
  • Bolo de milho: fofinho, cheiroso, com um café coado na hora. É o tipo de carinho que vem do forno.

🍬 Doces que moram na memória

A festa junina é, sem dúvida, um paraíso para quem ama doces. E não são doces quaisquer. São aqueles que vêm com lembrança junto:

  • Canjica: feita com leite, leite condensado, coco, amendoim. É colherada de aconchego.
  • Arroz doce: branquinho, macio, polvilhado com canela. Tem cheiro de fim de tarde na casa da vó.
  • Pé de moleque: crocante, doce, feito com amendoim e afeto.
  • Cocada: branquinha ou dourada, firme por fora e derretendo por dentro.

🍢 Salgados com alma de fogueira

As comidas salgadas também brilham no arraial — e carregam o tempero das tradições:

  • Cuscuz nordestino: simples, mas poderoso. Pode ser servido com carne seca, frango, ovos, ou só com manteiga.
  • Caldo verde: quente, encorpado, com couve e linguiça. Um alívio para o frio.
  • Vinho quente e quentão: bebidas para aquecer os sorrisos e celebrar os encontros. Tem cravo, canela, maçã e abraço no copo.
  • Escondidinho de carne seca: cremoso, marcante e absolutamente irresistível.

🎉 Dicas para criar seu próprio arraial (mesmo que no sofá da sala)

  1. Vista o coração de xadrez
    A festa junina começa na alma. Mesmo se for só você em casa, coloque um chapéu de palha, vista uma camisa quadriculada e celebre o momento.
  2. Escolha 2 ou 3 receitas afetivas
    Não precisa fazer tudo. Escolha os pratos que trazem mais memória e prepare com carinho. Um bom bolo de milho e uma canjica já fazem milagres.
  3. Decore com o que tem
    Bandeirinhas de papel, toalha florida, música de forró ao fundo. Simples detalhes criam um clima mágico.
  4. Compartilhe com quem ama
    Se não for possível reunir a família, mande uma marmitinha, faça uma chamada de vídeo, envie uma receita especial. Festa também é presença — mesmo que à distância.

🎶 Tradição que nunca envelhece

As festas juninas atravessam gerações porque carregam a essência do Brasil. São celebrações da colheita, da fé, da fartura e da simplicidade. São lembrança de tempos em que o afeto vinha à mesa, nas mãos que mexiam o tacho da canjica, no fogão de lenha aceso, na partilha do bolo cortado em pedaços desiguais — mas cheio de amor.

Comer em festa junina é mais do que se alimentar.
É se reconectar.
É voltar pra casa, mesmo que só no coração.


💛 Receita Especial: Canjica Cremosa

Ingredientes:

  • 500g de canjica branca
  • 1 litro de leite
  • 1 lata de leite condensado
  • 200ml de leite de coco
  • 100g de coco ralado
  • 1 pitada de sal
  • Canela em pau e em pó a gosto

Modo de preparo:

  1. Deixe a canjica de molho por pelo menos 8 horas.
  2. Cozinhe na panela de pressão por 30 minutos com água e uma pitada de sal.
  3. Escorra parte da água e adicione o leite, leite condensado, leite de coco, coco ralado e canela em pau.
  4. Cozinhe por mais 20 minutos, mexendo sempre.
  5. Sirva quentinha, polvilhada com canela.

🎈 Você também ama essa época do ano?

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Dia a DiaVida Pessoal

Vinho Quente: Aconchego em Forma de Tradição

por Thais Cristina 16/06/2025
escrito por Thais Cristina
Vinho Quente

Tem cheiros que abraçam.
Sabores que aquecem a alma.
E memórias que nunca esfriam.

O vinho quente é tudo isso.
Mais do que uma bebida, ele é um símbolo. Um ritual que transcende o tempo e nos reconecta com o que há de mais simples e verdadeiro: a sensação de estar em casa, mesmo que o lar seja só uma lembrança no coração.

O calor que vem de dentro

Sabe aqueles dias de inverno em que o vento parece querer atravessar os ossos? É nesses dias que o vinho quente surge como um abraço que vem de dentro. A panela no fogo, o cheiro do cravo e da canela subindo no ar, o barulho suave da bebida borbulhando e o toque doce das frutas se misturando com o vinho…

É uma cena que aquece não só o corpo, mas a memória.

Para muitos, o vinho quente traz lembranças das festas juninas, das noites frias no interior, das mãos segurando um copo fumegante enquanto o coração se aquecia com as histórias contadas ao redor da fogueira.

É sabor de infância para quem cresceu vendo os adultos prepararem a bebida com carinho.
É sabor de reencontro para quem passou tempo demais longe da própria essência.

Mais do que receita: é afeto

Claro, o vinho quente tem seus ingredientes clássicos: vinho tinto suave, açúcar, cravo-da-índia, canela em pau, rodelas de laranja, maçã picada. Mas o principal ingrediente não está escrito em nenhuma receita.

O principal é a intenção.
O amor com que se prepara.
A pausa no tempo para fazer algo com calma, no ritmo do coração.

Numa época em que tudo é tão corrido, o vinho quente nos convida a desacelerar. A parar por alguns minutos e simplesmente sentir. A olhar nos olhos de quem está ao lado, a aquecer não só o corpo, mas os laços.

Um brinde às memórias (e aos novos momentos)

Se você nunca preparou vinho quente, que tal experimentar neste inverno?
Não precisa de ocasião especial. A ocasião é agora.
Acenda o fogo, corte as frutas, respire fundo e permita-se ser atravessado por esse momento.

Se você já tem lembranças com essa bebida, resgate-as. Traga à tona aquele cheiro que mora na sua memória afetiva. E compartilhe — com quem você ama, ou até com você mesmo, porque também merecemos brindar à nossa própria companhia.

Para aquecer dias frios e corações gelados

Em tempos de distâncias e desconexões, o vinho quente é quase um ato de resistência.
Resistência à pressa.
Resistência ao esquecimento.
Resistência ao desamor.

É uma forma de dizer: “estou aqui, presente, inteiro”.
É trazer de volta o calor que, às vezes, a vida insiste em levar embora.

Então, neste inverno, permita-se.
Prepare seu vinho quente.
Brinde à vida.
E lembre-se: aquecer o corpo é fácil. O desafio bonito é aquecer o coração — e, felizmente, o vinho quente faz os dois.


📌 Compartilhe esse artigo com alguém que merece um momento quente e cheio de amor.
💬 E conta aqui nos comentários: qual a sua lembrança mais gostosa com vinho quente?

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Quem tem Diabetes pode comer mel?

por Thais Cristina 16/06/2025
escrito por Thais Cristina
Quem tem diabetes pode comer mel?

Quando a gente recebe o diagnóstico de diabetes, muita coisa muda. Não só o que colocamos no prato, mas também como nos sentimos diante de alimentos que antes pareciam inofensivos — como o mel.

O mel tem cheiro de infância, gosto de cuidado de vó e fama de ser um alimento natural e saudável. E é aí que mora a dúvida: será que quem tem diabetes pode comer mel? Será que o “natural” significa automaticamente “permitido”? Vamos conversar sobre isso de forma humana, verdadeira e cheia de carinho — como tudo deve ser quando o assunto é viver com uma condição crônica.


Mel: um doce natural, mas ainda assim açúcar

Muita gente acredita que, por ser natural, o mel seria uma opção mais segura para quem vive com diabetes. E, de fato, ele é menos processado do que o açúcar refinado. Mas isso não significa que o organismo de uma pessoa com diabetes o enxerga de forma tão diferente.

O mel é composto, em sua maior parte, por dois tipos de açúcar simples: frutose e glicose. Esses açúcares são rapidamente absorvidos no nosso corpo e, por isso, podem sim causar picos de glicemia — exatamente o que as pessoas com diabetes precisam evitar.


A resposta direta: pode ou não pode?

A resposta é: depende.
Depende do tipo de diabetes. Depende do controle da glicemia. Depende da quantidade. E, acima de tudo, depende da orientação de um profissional de saúde que acompanha de perto cada história.

Se você vive com diabetes tipo 1 ou tipo 2, isso não significa que o mel está automaticamente proibido para sempre. Mas ele precisa ser consumido com responsabilidade, planejamento e, se possível, dentro de uma refeição equilibrada.


O perigo está na ilusão do “saudável”

O mel carrega uma imagem positiva, e com razão: ele tem propriedades antimicrobianas, antioxidantes e anti-inflamatórias. Mas para quem tem diabetes, o foco principal precisa ser como esse alimento se comporta no organismo — e nesse ponto, o mel se comporta como qualquer outro açúcar simples.

O que machuca muitas vezes não é o alimento em si, mas a expectativa frustrada de que algo “natural” não causaria problema. E quando a glicemia dispara, vem a culpa. Vem o medo. Vem o arrependimento.

É por isso que informação é poder. E empatia também. Não estamos aqui para proibir, mas para abrir o coração e a mente para escolhas mais conscientes.


Dá para encaixar o mel na rotina?

Se você ama mel, se ele te conecta com momentos afetivos e significativos, talvez não precise riscar esse alimento do mapa da sua vida.

O que você pode fazer:

  • Conversar com seu nutricionista ou endocrinologista: ele pode te ajudar a entender como o mel afeta a sua glicemia e em que momentos do dia (e em quais quantidades) pode ser menos prejudicial.
  • Observar a resposta do seu corpo: se você usa um glicosímetro ou sensor de glicose, observe como a glicemia se comporta após consumir mel.
  • Evite consumir mel puro em jejum ou isolado: prefira consumir junto de outros alimentos com fibras ou proteínas, que ajudam a retardar a absorção do açúcar.
  • Sempre com moderação: 1 colher de chá, e não uma colher de sopa transbordando. Cada detalhe importa.

O que está por trás da vontade de comer mel?

Às vezes, o desejo por mel vai além do paladar. Ele representa afeto, memória, aconchego. E isso também importa.

Na caminhada com a diabetes, é fundamental respeitar os sentimentos que envolvem a comida. Não é sobre viver uma vida cheia de proibições, mas sobre criar uma relação mais consciente, respeitosa e amorosa com tudo o que colocamos no nosso prato — e no nosso coração.


O mel pode fazer parte, mas não sozinho

Sim, quem tem diabetes pode comer mel. Mas não é algo liberado, e sim algo que precisa de cuidado, de atenção e de individualização. Como quase tudo na vida com diabetes, o equilíbrio é a chave.

Se o mel representa para você mais do que um alimento, vale buscar maneiras seguras de incluí-lo na sua rotina — sem culpa, mas com consciência.

Que a sua jornada com o diabetes seja cheia de descobertas, acolhimento e escolhas doces na medida certa. 🍯❤️

16/06/2025 0 comentários
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Sumi, Mas Apareci Novamente: Quando a Vida Pede Pausa e Fé

por Thais Cristina 13/06/2025
escrito por Thais Cristina
Sumi, Mas Apareci Novamente: Quando a Vida Pede Pausa e Fé

Foram mais de 25 dias longe daqui…
E não foi por falta de vontade ou inspiração. Foi a vida. Foi o corpo gritando, o coração apertado e a alma em estado de alerta. Foram dias intensos — daqueles que a gente sente que está vivendo no automático, correndo de um lado para o outro, apenas tentando manter tudo de pé.

Logo no início dessa tempestade, minha bebê precisou ser internada. Quatro dias no hospital. Quatro noites sofridas, buscando forças que nem sei de onde vieram.
A alta veio como um alívio, mas mal sabia eu que o turbilhão estava apenas começando.


Quando a Dor se Multiplica

No mesmo dia que saímos do hospital, fui surpreendida por uma gripe fortíssima. Minha mãe também adoeceu. O corpo doía, o cansaço pesava, mas era preciso seguir. Só que, em meio a tudo isso, veio o pior: meu pai começou a definhar silenciosamente.

Ele, que sempre foi tão forte, começou a demonstrar sinais sutis de que algo não estava bem. Não demorou muito até sermos surpreendidos com o diagnóstico: pneumonia silenciosa e infecção. Foram 8 dias de internação, idas e vindas entre o Hospital da Unimar, farmácias e orações silenciosas no meio da madrugada.


Uma Vida em Modo Sobrevivência

Eu não era mais CEO, mãe, filha, esposa…
Eu era acompanhante de hospital. Enfermeira improvisada. Piloto automático.
Foram dias que exigiram tudo de mim. Dormir em hospital, correr para comprar medicamentos, monitorar sinais, lidar com o medo constante…

Mas Deus…
Ah, Deus esteve em cada detalhe. Nas pequenas melhoras, nas respostas dos exames, na força que eu nem sabia que tinha.


Gratidão e Recomeço

Hoje, escrevo esse texto com o coração mais leve. Ainda me recuperando da exaustão, ainda com muita coisa para reorganizar, mas com uma certeza: vencemos.

Minha bebê está bem. Minha mãe se recuperou. Meu pai voltou para casa.
E eu? Eu reapareci.

Mais madura. Mais consciente do que realmente importa. Mais conectada com a minha essência. Porque, no final das contas, esse blog é sobre isso: vida real, com todos os seus altos e baixos.


Se Você Também Está no Olho do Furacão…

Essa é a minha mensagem para você:
Respire.
Se permita pausar.
Não se culpe por sumir. Às vezes, o desaparecimento é o primeiro passo para o reencontro com a nossa força.


De Volta ao Diário de CEO

Aos poucos, o conteúdo volta. A rotina se reorganiza. Os textos vão ressurgindo.
E eu quero te levar comigo nessa retomada: com leveza, vulnerabilidade e verdade. Porque ser CEO da própria vida exige, antes de tudo, respeito com o próprio tempo.

Se você leu até aqui, meu abraço mais apertado.
Que possamos sempre lembrar: somos humanas antes de tudo.

Com carinho,
Thaís Cristina

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Diabetes Tipo 2 Tem Cura?

por Thais Cristina 13/06/2025
escrito por Thais Cristina
Diabetes Tipo 2 Tem Cura?

Quando ouvimos o diagnóstico “diabetes tipo 2”, um frio corre pela espinha. A cabeça se enche de perguntas, de medos, de incertezas.
A principal delas?
“Tem cura?”

Essa dúvida é mais comum do que você imagina. Ela carrega o peso da culpa, da dúvida, da vontade de voltar no tempo. Mas antes de tudo, quero que você respire fundo e saiba: você não está sozinha.

Neste artigo, quero te explicar de forma simples, clara e acolhedora o que a ciência diz sobre a cura do diabetes tipo 2 — e, mais do que isso, te trazer um olhar mais leve e possível sobre o viver com essa condição.


🌿 Afinal, o que é Diabetes Tipo 2?

A diabetes tipo 2 é uma doença metabólica crônica em que o corpo resiste à insulina ou não a produz em quantidade suficiente.
Na prática, isso significa que a glicose (o açúcar dos alimentos) não consegue entrar nas células para ser usada como energia — e acaba se acumulando no sangue.

Ela está associada, muitas vezes, a fatores como:

  • Alimentação desbalanceada
  • Sedentarismo
  • Obesidade
  • Histórico familiar
  • Idade avançada
  • Estresse crônico

Mas atenção: não é uma sentença de culpa. É uma condição. E condições são tratáveis.


💬 Então… Diabetes Tipo 2 Tem Cura?

A resposta direta, com base na medicina atual, é:
A diabetes tipo 2 ainda não tem cura definitiva.

Mas existe uma palavra poderosa que muitos médicos já usam com cada vez mais otimismo:
Remissão.

Remissão é quando a glicemia se mantém dentro dos níveis normais sem a necessidade de medicamentos, por um longo período.
Isso pode acontecer com mudanças significativas no estilo de vida, especialmente em estágios iniciais da doença.

Ou seja: não tem cura, mas pode ser controlada a ponto de parecer que desapareceu. E isso é uma vitória enorme!


✨ O Que Leva a Diabetes Tipo 2 à Remissão?

Algumas pessoas conseguem entrar em remissão com:

✅ Mudança alimentar profunda: redução drástica de carboidratos refinados, açúcar e alimentos ultraprocessados.

✅ Atividade física regular: o exercício ajuda a usar a glicose como energia e melhora a sensibilidade à insulina.

✅ Perda de peso: especialmente quando há gordura abdominal, que interfere diretamente na resistência à insulina.

✅ Sono de qualidade e gestão do estresse: nosso corpo responde melhor quando está equilibrado.

✅ Acompanhamento profissional contínuo: médicos, nutricionistas, psicólogos. A jornada é em equipe!

Mas vale lembrar: cada organismo é único. Nem todo mundo consegue remissão, e tudo bem. O mais importante é o controle e o bem-estar.


💗 Um Desabafo Real: Por Trás do Diagnóstico, Existe uma Pessoa

No Diário de CEO, a gente fala sobre vida real. E a vida real é feita de sustos, diagnósticos inesperados, lágrimas no banheiro do consultório e noites mal dormidas com medo do futuro.

Aqui, em casa, a diabetes tipo 2 também bateu na porta. E, no começo, parecia um monstro. Era medicação nova, alimentos proibidos, culpa por tudo que já tinha sido consumido, insegurança sobre o que viria a seguir.
Mas sabe o que a gente aprendeu?
Que é possível viver bem com diabetes. Que com cuidado, apoio e conhecimento, a rotina se transforma sem perder o sabor da vida.


🛑 Importante: Cuidado com Promessas Milagrosas

É muito comum encontrar por aí produtos ou tratamentos que prometem “curar a diabetes em 7 dias”, “eliminar o açúcar do sangue” ou “cura natural definitiva”.
Cuidado!
Essas promessas não têm respaldo científico e podem colocar sua saúde em risco. A diabetes tipo 2 é uma condição séria, que exige acompanhamento médico e decisões conscientes.

Se for para acreditar em algo, que seja na sua força de recomeçar. Na sua capacidade de cuidar de si. No poder das pequenas mudanças.


🌷 Conclusão: A Cura Que Já Existe Está em Você

A ciência ainda busca uma cura definitiva.
Mas o que você pode conquistar hoje — controle, qualidade de vida, autonomia e leveza — já é um tipo de cura.
Cura da culpa. Cura da desinformação. Cura do medo.

E lembre-se: você não é só uma pessoa com diabetes.
Você é mãe, filha, mulher, CEO da sua própria história.
E isso ninguém tira de você. 💪🏼💞

13/06/2025 0 comentários
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Thaís Cristina

30 anos, canceriana, mãe, esposa, empreendedora e CEO. Aqui quero compartilhar experiências reais sobre a jornada de uma mulher multifacetada. O objetivo é motivar, ensinar e conectar com outras mulheres que também conciliam desafios profissionais e pessoais.

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