Dia de CEO – Thaís Cristina
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Como aumentar o tráfego orgânico do seu site, blog ou loja virtual

por Thais Cristina 14/09/2026
escrito por Thais Cristina
Seu Site Tem Poucas Visitas? 20 Estratégias Para Aumentar o Tráfego Orgânico

Ter um site bonito, um blog cheio de artigos ou uma loja virtual com centenas de produtos não significa automaticamente receber visitantes.

Você pode publicar um conteúdo excelente e, mesmo assim, quase ninguém encontrá-lo.

É aí que entra o tráfego orgânico.

De maneira simples, tráfego orgânico é aquele que chega ao seu site sem que você precise pagar diretamente por cada visita. Uma pessoa pesquisa alguma coisa no Google, encontra sua página entre os resultados e clica.

Para uma empresa, isso pode significar algo muito valioso: ser encontrada exatamente quando alguém está procurando uma informação, produto ou solução relacionada ao seu negócio.

Mas existe um detalhe importante: aumentar o tráfego orgânico não significa publicar dezenas de textos aleatórios recheados de palavras-chave.

O próprio Google recomenda conteúdo útil, confiável e criado prioritariamente para pessoas, e alerta contra a produção de grande quantidade de conteúdo feita principalmente para tentar conquistar posições nos mecanismos de pesquisa.

Então, como fazer seu site, blog ou e-commerce receber mais visitas vindas do Google?

É exatamente isso que vamos entender. 🚀

O que é tráfego orgânico?

Imagine que você possui uma loja virtual de decoração.

Uma pessoa entra no Google e pesquisa: “como escolher tapete para sala pequena”

Seu blog possui um artigo respondendo exatamente essa pergunta.

O Google apresenta seu conteúdo.

A pessoa clica.

Você acabou de receber uma visita orgânica.

Agora imagine que, dentro daquele artigo, você mostra diferentes tipos de tapetes e direciona a leitora para sua categoria de produtos.

A visita que começou com uma dúvida pode terminar em uma compra.

É por isso que SEO e conteúdo são tão interessantes para empresas.

Você não precisa produzir conteúdo apenas sobre: “Compre meu produto.”

Pode responder às dúvidas que aparecem antes da compra.

Tráfego orgânico e tráfego pago são diferentes

No tráfego pago, você investe dinheiro em plataformas de anúncios para conquistar alcance, cliques, leads ou vendas.

No orgânico, você trabalha para construir relevância e visibilidade sem pagar diretamente por cada clique recebido nos resultados naturais.

Um não precisa substituir o outro.

Na verdade, podem trabalhar juntos.

Se quiser entender melhor quando os anúncios fazem sentido, recomendo o artigo Tráfego Pago Vale a Pena para Pequena Empresa?.

E, se já anuncia, vale também entender O que é ROAS e como calcular no tráfego pago.

Enquanto o tráfego pago pode trazer resultados rapidamente enquanto existe investimento, uma boa estratégia de conteúdo pode construir páginas capazes de continuar sendo encontradas ao longo do tempo.

Isso não significa que tráfego orgânico seja gratuito.

Você pode investir em redação, SEO, desenvolvimento, ferramentas, imagens e profissionais.

A diferença é que não existe necessariamente um custo direto por cada clique orgânico recebido.

Por que investir em tráfego orgânico?

Porque o Google pode se transformar em uma importante porta de entrada para seu negócio.

Uma pessoa talvez nunca tenha ouvido falar da sua empresa.

Mas conhece o problema que precisa resolver.

Ela pesquisa.

Encontra você.

Esse é o ponto interessante.

No Search Console, o Google permite acompanhar justamente métricas como impressões, cliques, CTR e posição média, além das consultas que fizeram seu site aparecer nos resultados.

Com o tempo, você consegue entender:

  • quais conteúdos atraem visitantes;
  • quais pesquisas levam pessoas até você;
  • quais páginas aparecem bastante;
  • quais recebem poucos cliques;
  • e onde existem oportunidades de crescimento.

Tráfego orgânico deixa de ser “acho que meu SEO está funcionando” e passa a ser algo mensurável.

1. Descubra o que seu público realmente pesquisa

O primeiro passo não é escrever.

É pesquisar.

Imagine que você possui uma loja de cosméticos.

Você poderia publicar: “Conheça nossa empresa”

Mas poucas pessoas provavelmente pesquisariam exatamente isso sem já conhecer sua marca.

Agora considere conteúdos como:

  • “qual a ordem do skincare?”
  • “como escolher hidratante para pele oleosa?”
  • “qual protetor solar usar no rosto?”
  • “como montar uma rotina de skincare?”

Essas pesquisas representam dúvidas reais que podem existir durante a jornada de compra.

O Google recomenda utilizar na página palavras que as pessoas usariam para procurar aquele conteúdo, inclusive em lugares importantes como título, título principal, texto alternativo e textos de links.

Isso não significa repetir a mesma palavra-chave 50 vezes.

Significa falar a mesma língua de quem pesquisa.

2. Entenda a intenção de busca

Essa é uma das partes mais importantes de SEO.

Se alguém pesquisa: “o que é ROAS” provavelmente quer aprender.

Se pesquisa: “agência de tráfego pago” talvez esteja procurando contratar.

Se pesquisa: “tênis feminino branco tamanho 37” está muito mais próxima de uma compra.

As pesquisas podem representar diferentes momentos da jornada.

Por isso, antes de criar uma página, pergunte: O que essa pessoa espera encontrar quando digita isso no Google?

  • Uma explicação?
  • Uma lista?
  • Um produto?
  • Uma comparação?
  • Um tutorial?
  • Um serviço?

A página precisa entregar uma resposta compatível com essa intenção.

3. Crie conteúdos realmente úteis

Existe uma ideia antiga de SEO que precisa ser abandonada: “É só escrever para o Google.”

Não.

Você escreve para pessoas e estrutura o conteúdo para que mecanismos de pesquisa consigam entendê-lo.

O Google afirma explicitamente que seus sistemas procuram priorizar informações úteis e confiáveis feitas para beneficiar pessoas. Entre as perguntas sugeridas para avaliar a qualidade estão se o conteúdo oferece informação original ou análise, se cobre suficientemente o assunto e se o leitor termina a página sentindo que aprendeu o necessário para atingir seu objetivo.

Então, em vez de criar um artigo superficial de 400 palavras apenas porque encontrou uma palavra-chave, pense: “Qual seria a melhor resposta que eu poderia entregar para essa pesquisa?”

Explique.

Dê exemplos.

Responda dúvidas.

Apresente dados quando forem importantes.

Mostre experiência.

Atualize informações.

Inclua imagens quando ajudarem.

Não existe um número mágico de palavras que faça um artigo aparecer no Google.

Um texto de 800 palavras pode ser suficiente para determinada busca, enquanto outro assunto pode exigir 2.500.

A profundidade deve acompanhar o assunto.

4. Trabalhe palavras-chave sem exagerar

Vamos imaginar que queremos ranquear um artigo para: “como aumentar o tráfego orgânico”

Não precisamos escrever: “Como aumentar o tráfego orgânico é importante porque quem quer aumentar o tráfego orgânico precisa aprender estratégias para aumentar o tráfego orgânico.” 😂

Isso deixa o texto artificial.

Podemos naturalmente utilizar termos relacionados:

  • SEO;
  • Google;
  • visitas orgânicas;
  • palavras-chave;
  • conteúdo;
  • posicionamento;
  • resultados de pesquisa;
  • Search Console;
  • otimização de site.

A palavra-chave principal continua presente, mas dentro de um conteúdo natural e completo.

5. Organize títulos e subtítulos

Um artigo enorme sem organização é cansativo.

Utilize:

  • H1: título principal.
  • H2: grandes seções.
  • H3: subtópicos dentro das seções.

Isso facilita a leitura e ajuda a deixar clara a estrutura do conteúdo.

Veja este próprio artigo.

Você consegue navegar rapidamente pelas estratégias porque cada assunto possui uma seção.

Para quem lê pelo celular, isso faz ainda mais diferença.

6. Capriche no título que aparece na pesquisa

Imagine duas opções: SEO para sites e Como Aumentar o Tráfego Orgânico: 15 Estratégias de SEO Para Atrair Mais Visitas

Qual comunica melhor o que você encontrará?

Um bom título precisa ser claro, relevante e atraente sem cair em promessa enganosa.

E existe uma razão mensurável para observar isso.

No Search Console, CTR representa a relação entre cliques e impressões. O próprio Google recomenda investigar consultas importantes nas quais uma página aparece bastante, mas recebe poucos cliques.

Uma página já posicionada pode ter espaço para crescer simplesmente porque sua apresentação no resultado ainda não está convencendo tantas pessoas a clicar.

7. Faça links internos

Links internos são aqueles que levam uma página do seu próprio site para outra.

Você já viu vários deles neste artigo.

Por exemplo, se alguém chegou aqui querendo aumentar visitas porque está começando um negócio, posso recomendar Como começar no digital do zero e fazer sua primeira venda.

Se a pessoa quer transformar essas visitas em uma fonte de renda, também faz sentido indicar Como ganhar dinheiro na internet em 2026: 15 formas reais para começar.

Isso ajuda o leitor a continuar navegando e cria conexões entre conteúdos relacionados.

Também facilita a descoberta das páginas pelos mecanismos de busca. Entre as práticas essenciais de SEO, o Google recomenda tornar os links rastreáveis para que possa encontrar outras páginas do site.

Mas faça links que tenham contexto.

Não transforme cada parágrafo em uma coleção de links aleatórios.

8. Construa grupos de conteúdos relacionados

Uma estratégia que gosto bastante é pensar em clusters de conteúdo.

Imagine que seu blog fala sobre marketing digital.

Você cria um conteúdo principal: Guia de Marketing Digital

Depois conteúdos específicos:

  • como começar no marketing digital;
  • SEO;
  • tráfego pago;
  • Instagram;
  • TikTok;
  • e-mail marketing;
  • marketing de conteúdo;
  • Google Ads.

Os artigos se conectam.

Assim, em vez de publicar assuntos aleatórios, você começa a construir profundidade temática.

No Dia de CEO, por exemplo, Primeiros Passos no Marketing Digital: Estratégias que Funcionam pode se conectar naturalmente a conteúdos sobre tráfego pago, ROAS, SEO, vendas e negócios digitais.

É muito mais estratégico do que falar de maquiagem na segunda, imposto na terça e jardinagem na quarta apenas porque os três assuntos possuem volume de busca.

O Google inclusive sugere que sites tenham propósito ou foco principal e alerta para a publicação de muitos conteúdos sobre assuntos diferentes apenas na esperança de que alguns tenham bom desempenho na pesquisa.

9. Atualize conteúdos antigos

Nem sempre você precisa criar um artigo novo.

Às vezes existe uma página publicada há dois anos que:

  • já possui autoridade;
  • já aparece no Google;
  • já recebe impressões;
  • mas ficou desatualizada.

Atualize.

Revise dados.

Troque links quebrados.

Adicione informações novas.

Melhore exemplos.

Responda perguntas que ficaram faltando.

Atualize imagens quando necessário.

Melhore o título.

Acrescente links internos para artigos novos.

Uma boa estratégia de SEO inclui tanto produção quanto manutenção.

10. Encontre oportunidades no Google Search Console

Se você tem um site e ainda não utiliza o Google Search Console, vale configurar.

É uma ferramenta extremamente útil — e gratuita.

O relatório de desempenho permite analisar cliques, impressões, CTR e posição média, além de filtrar informações por consultas, páginas, países e períodos.

Um dos meus exercícios favoritos seria procurar páginas com: muitas impressões + poucos cliques.

Isso pode indicar uma oportunidade.

Por exemplo:

Seu artigo apareceu 10.000 vezes no Google.

Recebeu 200 cliques.

CTR: 2%.

Se você melhora título, conteúdo e adequação à intenção da busca e futuramente chega a 4% de CTR mantendo as mesmas 10 mil impressões, matematicamente seriam 400 cliques.

O dobro.

Esse exemplo é apenas matemático e não representa promessa de resultado, mas ajuda a entender por que otimizar o que já aparece pode ser tão interessante quanto publicar algo novo.

Como a CTR influencia os cliques

11. Não ignore a velocidade e experiência do site

Conteúdo excelente dentro de uma experiência ruim continua sendo um problema.

O Google recomenda uma boa experiência geral na página, considerando aspectos como funcionamento em dispositivos móveis, segurança, ausência de anúncios excessivamente intrusivos e Core Web Vitals.

Atualmente, as três principais métricas do Core Web Vitals são:

LCP: carregamento do principal conteúdo visível. A recomendação é até 2,5 segundos.

INP: capacidade de resposta às interações. A recomendação é abaixo de 200 milissegundos.

CLS: estabilidade visual. O valor recomendado é inferior a 0,1.

Isso é especialmente importante para lojas virtuais.

Imagine clicar em um produto e esperar vários segundos.

Ou tentar tocar em “comprar” e o botão mudar de lugar porque outro elemento carregou.

É frustrante.

SEO e experiência do usuário não deveriam viver separados.

12. Pense primeiro no celular

Seu conteúdo precisa ser confortável em telas pequenas.

Isso significa:

  • fontes legíveis;
  • botões fáceis de tocar;
  • parágrafos confortáveis;
  • imagens adaptadas;
  • menu simples;
  • checkout funcional;
  • sem pop-ups tomando a tela inteira;
  • boa velocidade.

Se possui uma loja virtual, faça um teste muito simples.

Pegue seu celular e tente comprar como se fosse uma cliente.

Pesquise um produto.

Abra.

Leia a descrição.

Escolha uma variação.

Calcule o frete.

Adicione ao carrinho.

Finalize.

Você pode descobrir problemas que nunca percebeu olhando o painel administrativo.

Sobre essa relação entre apresentação e confiança, vale ler A Aparência da Sua Loja Virtual Está Afastando Clientes?.

13. Para e-commerce, não dependa apenas das páginas de produtos

Esse é um erro comum.

Uma loja possui 500 produtos e espera que apenas essas páginas tragam todo o tráfego orgânico.

Crie conteúdo em torno da compra.

Uma loja de moda pode publicar:

  • “como montar um look para casamento de dia”
  • “como escolher tamanho de calça online”
  • “como combinar blazer feminino”
  • “tendências de vestidos”

Uma loja de decoração:

  • “como decorar sala pequena”
  • “como escolher tamanho do tapete”
  • “como montar mesa posta”
  • “como escolher almofadas para sofá”

Depois, conecte os artigos às categorias e produtos relevantes.

O blog deixa de ser apenas conteúdo institucional e se transforma em uma porta de entrada para a loja.

14. Trabalhe as páginas de categorias

No e-commerce, páginas de categoria também podem ter enorme valor para SEO.

Em vez de uma categoria possuir apenas: Tênis Feminino e dezenas de produtos abaixo, ela pode incluir informações úteis e naturais sobre aquela seleção.

O objetivo não é inserir um bloco gigantesco de texto apenas para colocar palavras-chave.

É ajudar.

Explique diferenças, características, usos, tamanhos ou outras informações que realmente contribuam para a compra.

15. Otimize as imagens

Imagens pesadas podem prejudicar a experiência.

Comprima os arquivos.

Utilize dimensões adequadas.

Evite carregar uma imagem gigantesca quando ela será exibida pequena.

Também utilize textos alternativos descritivos quando fizer sentido.

Em vez de: imagem123.jpg pense em uma descrição coerente com aquilo que realmente aparece.

O Google cita explicitamente o alt text entre os locais descritivos onde palavras usadas pelas pessoas podem ajudar a contextualizar o conteúdo.

16. Conquiste links e menções de maneira natural

Quando outros sites relevantes mencionam seu conteúdo ou criam links para ele, isso pode contribuir para descoberta e autoridade.

Mas esqueça aquela ideia de comprar centenas de links aleatórios.

Pense em maneiras legítimas de ser citado:

  • produzir pesquisas;
  • publicar dados;
  • criar ferramentas;
  • fazer estudos;
  • participar de entrevistas;
  • estabelecer parcerias;
  • produzir guias realmente úteis;
  • divulgar conhecimento especializado.

Conteúdo que oferece algo original possui muito mais motivo para ser referenciado.

17. Divulgue o conteúdo depois de publicar

Publicar não é o fim.

É o começo.

Transforme um artigo em:

  • post para Instagram;
  • carrossel;
  • vídeo curto;
  • newsletter;
  • conteúdo para LinkedIn;
  • material enviado pelo WhatsApp;
  • resposta para dúvidas de clientes.

O Google também inclui entre suas práticas essenciais a divulgação do site em comunidades relevantes para que pessoas interessadas conheçam os produtos, serviços e conteúdos oferecidos.

SEO não precisa acontecer isolado do restante do marketing.

18. Produza conteúdo com experiência real

Esse ponto ficou ainda mais importante.

Se você possui experiência com determinado assunto, mostre.

Compartilhe casos.

Conte o que aconteceu.

Explique erros.

Mostre exemplos.

Traga aprendizados.

O Google recomenda avaliar se o conteúdo demonstra experiência em primeira mão e conhecimento profundo sobre o assunto.

Isso é uma oportunidade enorme para blogs empresariais e pessoais.

Você não precisa apenas repetir o que outros 50 sites já escreveram.

Pode acrescentar: “Na prática, foi isso que aconteceu comigo.”

Esse tipo de informação torna o conteúdo mais único e útil.

19. Acompanhe crescimento, não apenas posição

“Estou em primeiro no Google?”

Essa não deveria ser sua única pergunta.

Acompanhe:

Cliques: quantas visitas a Pesquisa Google gerou.

Impressões: quantas vezes suas páginas apareceram.

CTR: quantos dos que viram clicaram.

Posição média: uma referência de visibilidade nos resultados.

Consultas: quais pesquisas estão fazendo seu conteúdo aparecer.

Essas métricas estão disponíveis no Search Console.

Observe também o resultado depois da visita.

Quais páginas geram leads?

Quais ajudam vendas?

Quais produtos recebem visitas?

Quanto tempo as pessoas navegam?

Quais conteúdos participam da jornada de conversão?

Porque tráfego sem objetivo pode virar apenas um número bonito no relatório.

20. Tenha consistência

SEO costuma exigir tempo.

Você pode publicar hoje e não aparecer nas primeiras posições amanhã.

Alguns conteúdos podem crescer rapidamente.

Outros demoram.

Alguns nunca terão o desempenho esperado.

Por isso, trabalhe em ciclos: pesquisar → produzir → publicar → medir → atualizar → melhorar.

Depois repita.

O objetivo não deveria ser publicar 100 artigos rapidamente.

É construir um conjunto cada vez melhor de páginas úteis.

Um plano de 90 dias para aumentar o tráfego orgânico

Se eu estivesse começando hoje, dividiria os próximos três meses assim:

Primeiros 30 dias: faria uma auditoria básica, configuraria Search Console, verificaria indexação, desempenho técnico, páginas existentes, principais consultas e concorrentes. Depois definiria de três a cinco grupos de assuntos estratégicos.

Dias 31 a 60: produziria conteúdos de qualidade dentro desses grupos, melhoraria páginas importantes, criaria links internos e atualizaria conteúdos antigos com potencial.

Dias 61 a 90: analisaria impressões, cliques, CTR e consultas, identificaria páginas próximas de ganhar mais visibilidade e faria novas otimizações.

Depois começaria outro ciclo.

Não existe botão mágico.

Existe melhoria contínua.

Conclusão: tráfego orgânico é construção

Aumentar o tráfego orgânico de um site, blog ou loja virtual não depende de um único truque.

Você precisa combinar: conteúdo útil + intenção de busca + SEO + estrutura + experiência + autoridade + análise de dados + consistência.

E talvez o ponto mais importante seja parar de pensar: “O que eu preciso fazer para enganar o Google e aparecer?” e começar a pensar: “Como posso criar a melhor resposta possível para a pessoa que está pesquisando isso?”

Essa lógica está muito mais próxima das próprias orientações atuais do Google sobre conteúdo criado para pessoas.

Se você tem uma empresa, o objetivo também não deveria ser simplesmente comemorar: “Meu site teve 50 mil acessos!”

A pergunta seguinte precisa ser: “Esses acessos estão trazendo as pessoas certas para o meu negócio?”

Porque o melhor tráfego não é necessariamente o maior.

É aquele capaz de colocar sua marca diante das pessoas certas, no momento em que elas estão procurando exatamente aquilo que você pode oferecer. 🚀📈

Antes de criar mais 20 conteúdos, abra seus dados e descubra o que seu público já está procurando. Muitas vezes, a próxima oportunidade de crescimento orgânico não está em publicar mais — está em melhorar aquilo que você já tem. 📊🚀

14/09/2026 0 comentários
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Estratégia EmpresarialGestão e Bastidores de CEO

Empreendedorismo feminino: por onde começar? Guia para transformar uma ideia em negócio

por Thais Cristina 14/09/2026
escrito por Thais Cristina
Quer Empreender? Veja Como Começar Seu Próprio Negócio do Zero

Você já pensou em ter seu próprio negócio, conquistar mais independência financeira ou transformar algo que sabe fazer em uma fonte de renda?

Talvez tenha uma ideia, mas não saiba por onde começar.

Ou talvez nem tenha decidido o que vender, apenas sabe que gostaria de empreender.

Esse cenário é muito mais comum do que parece.

O empreendedorismo feminino vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil. Segundo levantamento do Sebrae baseado na PNAD Contínua, o número de mulheres donas de negócios passou de 8,2 milhões em 2015 para 10,4 milhões em dezembro de 2025, um crescimento de aproximadamente 27% em dez anos. O número registrado no fim de 2025 foi o maior da série histórica analisada.

Ao mesmo tempo, começar um negócio não significa apenas criar um Instagram, fazer um logotipo e começar a postar.

Existe uma construção.

Ideia, público, produto, preço, divulgação, vendas, atendimento, organização financeira e, conforme o negócio cresce, formalização e gestão.

A boa notícia é que você não precisa resolver tudo no primeiro dia.

Neste guia, vamos conversar sobre empreendedorismo feminino de uma maneira simples e realista: desde a escolha da ideia até as primeiras vendas. 💜

Afinal, o que é empreendedorismo feminino?

De maneira simples, empreendedorismo feminino envolve negócios criados, administrados ou liderados por mulheres.

Isso inclui desde uma mulher que vende doces por encomenda até a fundadora de uma startup.

Pode ser:

  • uma loja virtual;
  • um salão de beleza;
  • uma agência;
  • uma consultoria;
  • uma empresa de tecnologia;
  • uma marca de roupas;
  • um restaurante;
  • uma papelaria;
  • um perfil de afiliados;
  • uma prestadora de serviços;
  • uma profissional autônoma;
  • um negócio local;
  • uma produtora de conteúdo;
  • ou praticamente qualquer outra atividade empresarial.

Os dados mostram que essa participação tem peso expressivo na economia brasileira. Em abril de 2026, o Ministério do Empreendedorismo informou que o Brasil possuía mais de 25 milhões de empresas ativas e quase 40% delas eram lideradas por mulheres, segundo os novos painéis do Mapa de Empresas.

Portanto, quando falamos sobre mulheres empreendedoras, não estamos falando de um pequeno nicho.

Estamos falando de milhões de brasileiras movimentando negócios, empregos, renda e famílias.

Por que tantas mulheres estão começando a empreender?

Os motivos são diferentes.

Algumas desejam independência financeira.

Outras querem transformar uma habilidade em profissão.

Há quem procure mais flexibilidade depois da maternidade.

Algumas identificam uma oportunidade de mercado.

Outras começam porque precisam gerar renda.

Esse último ponto merece atenção.

A pesquisa nacional Empreendedoras e Seus Negócios 2026, do Instituto Rede Mulher Empreendedora, apontou que 54,7% das participantes começaram a empreender por necessidade.

Ou seja: aquela imagem de que todo negócio começa com uma grande ideia revolucionária, investimento e um plano perfeito está muito distante da realidade de muitas mulheres.

Às vezes o começo é: “Eu preciso ganhar dinheiro. O que consigo fazer?”

E não existe nada de errado nisso.

Empreendedorismo feminino em números

Os dados ajudam a enxergar tanto o crescimento quanto os desafios desse movimento:

Mulheres donas de negócios no Brasil

O crescimento foi de aproximadamente 27% em uma década, enquanto o crescimento entre homens donos de negócios ficou em cerca de 11% no mesmo período.

Mas crescer em quantidade não significa que todas as barreiras desapareceram.

Mulheres ainda enfrentam desafios diferentes ao empreender

O estudo de 2026 da Rede Mulher Empreendedora traz dados importantes.

Entre as participantes, 81,1% afirmaram enfrentar mais desafios no empreendedorismo do que os homens. A pesquisa também mostrou que 75% não contam com apoio informal para as tarefas de cuidado, 80,7% já precisaram interromper atividades da empresa para cuidar de alguém e 61,7% consideram que essa sobrecarga interfere diretamente no crescimento do negócio.

Esses números ajudam a explicar uma realidade que muitas mulheres conhecem muito bem.

Você não está administrando apenas uma empresa.

Pode estar tentando administrar simultaneamente: empresa + filhos + casa + casamento + saúde + vida financeira + compromissos familiares.

Por isso, produtividade para uma mulher empreendedora não deveria significar tentar encaixar 40 horas dentro de um dia.

Já falei sobre isso no artigo Rotina Produtiva para Mulheres Ocupadas: Como dar conta de tudo sem se sentir sobrecarregada.

Agora vamos à pergunta principal:

Quero empreender. Por onde começo?

Não comece pelo logotipo.

Nem pelo nome.

Muito menos comprando 5 mil embalagens personalizadas. 😂

Comece respondendo três perguntas:

O que vou vender?

Para quem vou vender?

Por que essa pessoa compraria de mim?

Essas respostas são a base do negócio.

Vamos construir cada etapa.

1. Escolha o que você pode vender

Existem basicamente dois grandes caminhos para começar: produto ou serviço.

Dentro deles existem dezenas de modelos.

Se você possui alguma habilidade, pode começar oferecendo um serviço.

Por exemplo:

  • design;
  • fotografia;
  • social media;
  • manicure;
  • consultoria;
  • aulas particulares;
  • organização;
  • edição de vídeos;
  • tráfego pago;
  • produção de conteúdo;
  • confeitaria.

Se prefere produtos, pode trabalhar com:

  • produção própria;
  • revenda;
  • loja virtual;
  • marketplaces;
  • produtos personalizados;
  • artesanato;
  • moda;
  • beleza;
  • casa e decoração;
  • produtos digitais.

Também existem modelos como marketing de afiliados.

Inclusive, se essa possibilidade interessa, leia Conheça como funciona a afiliação na Hotmart.

O importante é não procurar apenas: “Qual negócio dá mais dinheiro?”

Pergunte também: “Qual negócio eu consigo começar, vender e sustentar?”

2. Procure um problema antes de procurar um produto

Negócios existem porque resolvem alguma coisa.

Uma confeiteira resolve: “Preciso de um bolo bonito para uma festa.”

Uma social media resolve: “Minha empresa precisa aparecer nas redes sociais, mas não tenho tempo.”

Uma loja de moda resolve: “Quero encontrar roupas que combinem comigo.”

Uma consultora resolve: “Tenho um problema e preciso da experiência de alguém para solucioná-lo.”

Quanto mais claramente você entende o problema, mais fácil fica criar uma oferta.

Faça este exercício:

Meu cliente é ________.

Ele precisa de ________.

Meu negócio ajuda oferecendo ________.

Se você consegue completar essas três frases, já começou a estruturar seu posicionamento.

3. Defina para quem você quer vender

“Meu produto é para todo mundo.”

Provavelmente não.

Quanto mais genérica for sua comunicação, mais difícil pode ser alguém pensar: “Isso foi feito para mim.”

Imagine uma nutricionista.

Ela pode atender qualquer pessoa.

Mas poderia se especializar em:

  • mulheres;
  • atletas;
  • gestantes;
  • pessoas acima de 50 anos;
  • crianças;
  • pessoas que buscam determinado objetivo.

O serviço continua sendo nutrição.

O posicionamento muda.

Isso também acontece no digital.

Se você ainda está estruturando essa etapa, recomendo Primeiros Passos no Marketing Digital: Estratégias que Funcionam.

4. Pesquise antes de investir

Encontrou uma ideia?

Agora investigue.

Pesquise no Google.

Procure concorrentes.

Leia avaliações.

Observe comentários nas redes sociais.

Pesquise marketplaces.

Converse com potenciais clientes.

Descubra:

  • o que as pessoas compram;
  • quanto pagam;
  • do que reclamam;
  • o que valorizam;
  • quais dúvidas possuem;
  • como os concorrentes vendem.

Concorrência não significa automaticamente que sua ideia é ruim.

Na verdade, pode indicar que já existe demanda.

O desafio passa a ser encontrar espaço para construir sua própria proposta.

5. Comece pequeno

Um dos maiores erros de quem está começando é gastar muito antes de vender.

Imagine alguém querendo abrir uma loja.

Antes da primeira venda, compra:

  • R$ 15 mil de estoque;
  • embalagens personalizadas;
  • equipamentos;
  • decoração;
  • sessão profissional de fotos;
  • site;
  • móveis;
  • software;
  • material gráfico.

O negócio começa com uma enorme pressão para recuperar o investimento.

Sempre que o modelo permitir, valide primeiro.

Se pretende prestar um serviço, tente conseguir os primeiros clientes.

Se vai vender produtos, comece com um estoque controlado.

Se pretende lançar um produto digital, teste se existe interesse.

Primeiro valide. Depois escale.

6. Faça as contas antes de definir o preço

Preço não deveria nascer da pergunta: “Quanto minha concorrente cobra?”

Você precisa conhecer seus próprios números.

Considere:

  • custo do produto;
  • embalagem;
  • frete subsidiado;
  • taxas;
  • impostos;
  • comissões;
  • ferramentas;
  • tempo;
  • mão de obra;
  • marketing;
  • margem desejada.

Se você vende algo por R$ 100, isso não significa que ganhou R$ 100.

Essa diferença parece óbvia, mas é uma das bases da gestão financeira.

Preço errado pode fazer uma empresa vender muito e, ainda assim, perder dinheiro.

7. Separe o dinheiro pessoal do dinheiro da empresa

Essa é uma regra que deveria aparecer logo no início da vida empreendedora.

Você vende R$ 5.000.

Olha a conta: “Tenho R$ 5 mil!”

Não exatamente.

Parte desse dinheiro pode ser:

  • estoque;
  • imposto;
  • fornecedor;
  • marketing;
  • taxas;
  • despesas;
  • capital de giro.

Se todo dinheiro da empresa é tratado como dinheiro pessoal, fica extremamente difícil descobrir se o negócio está realmente dando lucro.

Mesmo em uma operação pequena, crie organização.

Registre entradas.

Registre saídas.

Acompanhe custos.

Entenda quanto realmente sobra.

8. Entenda quando formalizar seu negócio

A formalização depende da atividade, faturamento, estrutura e enquadramento permitido.

Para muitos pequenos negócios, o MEI pode ser uma possibilidade, desde que a atividade e as demais condições estejam dentro das regras vigentes.

Mas não abra um CNPJ escolhendo qualquer atividade apenas porque alguém na internet falou que funciona.

Consulte as regras oficiais e, quando necessário, converse com um contador.

Formalização não é apenas “ter CNPJ”.

Ela envolve responsabilidades tributárias, fiscais e legais.

9. Construa uma presença digital simples

Você não precisa estar em todas as redes sociais.

Instagram.

TikTok.

YouTube.

Pinterest.

LinkedIn.

Facebook.

Blog.

WhatsApp.

Se tentar começar em sete canais ao mesmo tempo, existe uma grande chance de abandonar todos.

Escolha onde seu público realmente está.

Para muitos pequenos negócios, uma estrutura inicial pode ser: uma rede social + WhatsApp + um canal de venda.

O canal de venda pode ser marketplace, loja virtual, página de pagamento ou atendimento direto, dependendo do negócio.

Depois você expande.

10. Aprenda a vender

Essa parte é indispensável.

Não adianta criar algo maravilhoso se ninguém sabe que existe.

Venda envolve:

  • apresentar;
  • explicar;
  • mostrar valor;
  • responder dúvidas;
  • fazer ofertas;
  • acompanhar interessados;
  • pedir a venda.

Muitas mulheres sentem desconforto nessa etapa.

“Não quero parecer insistente.”

“Tenho vergonha de divulgar.”

“E se acharem caro?”

Mas divulgar um produto no qual você acredita não significa incomodar.

Significa dar às pessoas a oportunidade de conhecê-lo.

11. Marketing precisa entrar no negócio desde o início

Um dado da pesquisa RME 2026 chama atenção: 51,9% das participantes apontaram marketing e divulgação como o principal obstáculo operacional, apesar de 72,2% já utilizarem a internet para divulgar seus produtos ou serviços.

Isso mostra que estar online não é suficiente.

Você precisa aprender a comunicar.

Quem você ajuda?

Qual problema resolve?

Por que comprar?

Quanto custa?

Como funciona?

Como contratar?

Marketing não é apenas postar.

É facilitar a conexão entre uma necessidade e sua solução.

12. Você não precisa começar com tráfego pago

Essa é uma dúvida comum.

“Preciso anunciar para começar?”

Não necessariamente.

Você pode conseguir clientes por:

  • indicação;
  • networking;
  • conteúdo;
  • prospecção;
  • parcerias;
  • SEO;
  • grupos;
  • marketplaces;
  • redes sociais.

Quando encontrar uma oferta que funciona, anúncios podem ajudar a aumentar alcance e aquisição.

Se estiver considerando essa estratégia, veja Tráfego Pago Vale a Pena para Pequena Empresa?.

E quando começar a anunciar, aprenda também a analisar retorno. No artigo O que é ROAS e como calcular no tráfego pago, explico como avaliar quanto de receita atribuída aos anúncios está sendo gerada em relação ao investimento.

13. Networking pode acelerar seu crescimento

Empreender sozinha não significa precisar caminhar sozinha.

Conheça outras empreendedoras.

Participe de eventos.

Converse com fornecedores.

Aproxime-se de pessoas de outras áreas.

Entre em comunidades.

Troque experiências.

Algumas oportunidades não chegam por anúncio.

Chegam por relacionamento.

Uma pessoa conhece outra.

Uma cliente indica.

Uma parceria acontece.

Uma conversa gera uma ideia.

O Governo Federal mantém atualmente a Estratégia Elas Empreendem, estruturada em áreas como acesso ao mercado, tecnologia e inovação, crédito e educação empreendedora. Em 2025, segundo o Ministério do Empreendedorismo, 30.434 mulheres foram capacitadas em parceria com o Instituto Rede Mulher Empreendedora.

Também existem iniciativas do Sebrae voltadas especificamente às mulheres, incluindo capacitações, mentorias e instrumentos de acesso ao crédito.

Ou seja: procure apoio.

Você não precisa descobrir tudo sozinha.

14. Não espere se sentir 100% preparada

Esse momento talvez nunca chegue.

Quando você aprender marketing, perceberá que precisa aprender financeiro.

Depois gestão.

Depois liderança.

Depois vendas.

Depois contratação.

Depois estratégia.

Empreender é um processo constante de aprendizado.

O objetivo não é saber tudo antes de começar.

É saber o suficiente para dar o próximo passo com responsabilidade.

15. Busque sua primeira venda, não sua empresa perfeita

Essa mudança de mentalidade é poderosa.

Sua primeira meta não precisa ser: “Construir uma empresa de R$ 1 milhão.”

Pode ser: fazer a primeira venda.

Depois: 5 clientes.

Depois: 10 clientes.

    Depois: clientes recorrentes.

    Depois: processos.

    Depois: equipe.

    Depois: escala.

    Crescimento é construído em etapas.

    Se você está exatamente nesse momento, leia Como começar no digital do zero e fazer sua primeira venda.

    Um plano simples de 30 dias para começar

    Se você quer empreender, mas está paralisada pelo excesso de informações, pode dividir seu primeiro mês assim:

    Semana 1 — Ideia

    Escolha o que vender, identifique o problema, público e concorrentes.

    Semana 2 — Oferta

    Defina produto ou serviço, preço, forma de pagamento e como será entregue.

    Semana 3 — Presença

    Organize seu canal de vendas, WhatsApp, perfil profissional e conteúdos básicos.

    Semana 4 — Venda

    Divulgue, converse com potenciais clientes, faça ofertas e tente conquistar sua primeira venda.

    Não precisa estar perfeito.

    Precisa estar funcionando.

    E se eu quiser empreender pela internet?

    As possibilidades aumentaram muito.

    Você pode vender produtos.

    Serviços.

    Conhecimento.

    Conteúdo.

    Produtos digitais.

    Afiliados.

    Consultorias.

    Se o seu objetivo é começar com uma fonte de renda online, veja também Como ganhar dinheiro na internet em 2026: 15 formas reais para começar.

    O digital reduz algumas barreiras, mas não elimina os fundamentos de um negócio.

    Ainda será necessário encontrar pessoas, resolver problemas e vender.

    E se eu for mãe?

    Então provavelmente sua organização precisará considerar uma variável adicional: filhos. 💜

    Não construa seu planejamento baseado na rotina de alguém que possui uma realidade completamente diferente da sua.

    Talvez você tenha apenas duas horas por dia.

    Comece com duas.

    Talvez consiga trabalhar apenas durante determinados períodos.

    Organize esses períodos.

    Talvez precise de ajuda.

    Peça.

    Já compartilhei uma reflexão mais pessoal sobre esse assunto em Um dia real na rotina de uma mãe, esposa e CEO.

    O objetivo não deveria ser provar que você consegue fazer tudo.

    É construir um negócio que caiba na vida que você possui e, aos poucos, ajude a criar a vida que deseja.

    Empreendedorismo feminino não precisa ser solitário

    Existe uma imagem muito forte da empreendedora independente.

    Ela resolve.

    Ela aguenta.

    Ela faz.

    Ela conquista.

    Mas independência financeira não precisa significar isolamento.

    Rede de apoio importa.

    Parceiros importam.

    Equipe importa.

    Família importa.

    Outras mulheres importam.

    Mentoria importa.

    Profissionais especializados importam.

    Inclusive, políticas públicas brasileiras para empreendedorismo feminino reconhecem formalmente desafios relacionados a crédito, mercado, capacitação, tecnologia e conciliação entre vida profissional e pessoal.

    Construir uma rede não diminui sua força.

    Pode aumentar suas possibilidades.

    Os erros que eu evitaria no começo

    Se pudesse resumir os principais cuidados para quem está começando, seriam estes:

    • investir muito dinheiro antes de validar a ideia;
    • misturar dinheiro pessoal e empresarial;
    • copiar concorrentes sem entender o próprio público;
    • cobrar sem calcular custos;
    • tentar estar em todas as redes sociais;
    • esperar o produto ficar perfeito;
    • achar que marketing é apenas postar;
    • depender de um único cliente;
    • fazer tudo sozinha por tempo demais;
    • crescer sem processos e controle financeiro.

    Você provavelmente cometerá erros.

    Toda empreendedora comete.

    A diferença está em aprender rápido e não transformar um erro em um padrão permanente.

    Conclusão: por onde começar no empreendedorismo feminino?

    Comece pequeno.

    Mas comece com clareza.

    Você não precisa ter escritório.

    Não precisa ter equipe.

    Não precisa possuir milhares de seguidores.

    Não precisa investir uma fortuna.

    E não precisa saber tudo.

    Comece descobrindo:

    o que você pode vender;

    para quem;

    qual problema resolve;

    quanto precisa cobrar;

    onde encontrará clientes;

    e como realizará a primeira venda.

    Depois aprenda com o mercado.

    Ouça clientes.

    Melhore seu produto.

    Organize as finanças.

    Crie processos.

    Invista em marketing.

    Construa relacionamentos.

    Formalize corretamente.

    E cresça no ritmo que fizer sentido.

    O empreendedorismo feminino brasileiro já reúne milhões de mulheres e continua crescendo. O levantamento mais recente do Sebrae registrou 10,4 milhões de mulheres donas de negócios no fim de 2025, o maior número da série analisada.

    Mas todo grande número começa com histórias individuais.

    Uma mulher.

    Uma ideia.

    Uma necessidade.

    Uma primeira cliente.

    Uma primeira venda.

    E talvez a próxima história comece justamente com você decidindo que não precisa enxergar a escada inteira para subir o primeiro degrau. 💜🚀

    Se você quer começar a empreender, não tente resolver os próximos cinco anos hoje. Escolha uma ideia, encontre uma pessoa que precisa dela e dê o primeiro passo. Qual negócio você gostaria de começar? 💜

    14/09/2026 0 comentários
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    E-commerce e Vendas OnlineMarketing Digital

    O que é ROAS e como calcular no tráfego pago? Guia simples para entender se seus anúncios estão dando retorno

    por Thais Cristina 14/09/2026
    escrito por Thais Cristina
    ROAS no Tráfego Pago: Como Saber se Seus Anúncios Estão Dando Lucro?

    Você investiu R$ 1.000 em anúncios e conseguiu vender R$ 5.000.

    Foi um bom resultado?

    A primeira reação provavelmente seria: “Claro! Coloquei R$ 1.000 e voltaram R$ 5.000.”

    Mas será que esses R$ 5.000 significam que você teve R$ 4.000 de lucro?

    Não necessariamente.

    É justamente aqui que entra uma das métricas mais importantes para quem trabalha com anúncios: o ROAS.

    A sigla aparece constantemente em relatórios de Google Ads, campanhas, reuniões com agências e análises de performance. Apesar do nome parecer técnico, o conceito é bastante simples.

    ROAS significa Return on Ad Spend, ou Retorno sobre o Investimento em Publicidade. Na prática, ele mostra quanto de receita ou valor de conversão atribuído aos anúncios foi gerado para cada real investido em mídia.

    O próprio Google define ROAS como a relação entre o valor total de conversão atribuído e o gasto total com publicidade.

    Neste artigo, vou explicar o que é ROAS, como calcular, qual ROAS pode ser considerado bom, qual a diferença entre ROAS e ROI e por que olhar apenas para essa métrica pode levar a decisões erradas.

    E pode ficar tranquila: você não precisa gostar de matemática para entender. 😅

    O que é ROAS?

    ROAS é uma métrica utilizada para avaliar o retorno do dinheiro investido diretamente em publicidade.

    Imagine que uma loja virtual investiu: R$ 2.000 em anúncios

    E as vendas atribuídas a esses anúncios somaram: R$ 8.000

    Nesse caso: ROAS = 8.000 ÷ 2.000 = 4

    Podemos dizer que o ROAS foi 4x.

    Ou, em percentual: 400%

    Isso significa que, segundo a atribuição utilizada na análise, para cada R$ 1 investido em anúncios, foram gerados R$ 4 em vendas.

    Simples, certo?

    Como calcular o ROAS?

    A fórmula básica é: ROAS = Receita atribuída aos anúncios ÷ Investimento em anúncios

    Quando apresentado em percentual: ROAS (%) = (Receita atribuída ÷ Investimento) × 100

    Vamos para outro exemplo.

    Uma empresa investiu R$ 3.000 no mês.

    As campanhas geraram R$ 15.000 em vendas atribuídas.

    Temos: 15.000 ÷ 3.000 = 5

    Portanto: ROAS = 5x ou 500%

    Para cada R$ 1 investido em mídia, foram atribuídos R$ 5 em receita.

    No Google Ads, uma métrica equivalente aparece como “Valor de conversão por custo”, calculada dividindo o valor das conversões pelo custo.

    Tabela simples para entender o ROAS

    Veja alguns exemplos hipotéticos:

    InvestimentoReceita atribuídaROASRetorno por R$ 1
    R$ 1.000R$ 1.0001xR$ 1
    R$ 1.000R$ 2.0002xR$ 2
    R$ 1.000R$ 3.0003xR$ 3
    R$ 1.000R$ 5.0005xR$ 5
    R$ 1.000R$ 8.0008xR$ 8
    R$ 1.000R$ 10.00010xR$ 10

    Visualmente, fica ainda mais fácil:

    Quanto R$ 1.000 em anúncios representa em diferentes ROAS

    O gráfico é apenas ilustrativo. Não significa que investir R$ 1.000 automaticamente gerará qualquer um desses resultados.

    ROAS 5 significa o quê?

    Essa dúvida é muito comum.

    Se alguém disser: “Nossa campanha está com ROAS 5.”

    Significa que o valor atribuído às conversões equivale a cinco vezes o investimento publicitário.

    Exemplo:

    Investimento: R$ 4.000

    ROAS: 5

    Receita atribuída:

    R$ 4.000 × 5 = R$ 20.000

    Portanto, ROAS 5 = 500%.

    Da mesma maneira:

    ROAS 2 = 200%

    ROAS 3 = 300%

    ROAS 4 = 400%

    ROAS 10 = 1.000%

    Mas atenção: ROAS 5 não significa 500% de lucro.

    Essa diferença é fundamental.

    ROAS não é lucro

    Esse talvez seja o maior erro de interpretação dessa métrica.

    Imagine uma loja que teve: R$ 10.000 em vendas atribuídas aos anúncios e investiu: R$ 2.000 em publicidade.

    Seu ROAS seria: 10.000 ÷ 2.000 = 5

    Excelente?

    Ainda não sabemos.

    Porque existem outros custos.

    A loja talvez tenha:

    • R$ 4.000 de custo dos produtos;
    • R$ 1.000 de impostos;
    • R$ 600 em taxas de pagamento;
    • R$ 500 em subsídios de frete;
    • R$ 300 em embalagens;
    • R$ 2.000 de investimento em anúncios.

    Percebe?

    Os R$ 10 mil são faturamento, não lucro.

    Por isso, nunca recomendo analisar ROAS isoladamente.

    Qual é a diferença entre ROAS e ROI?

    ROAS está diretamente relacionado ao investimento em publicidade.

    ROI é uma análise mais ampla de retorno sobre investimento e normalmente considera o resultado financeiro depois dos custos relevantes.

    O glossário oficial do Google Ads diferencia as duas métricas: ROAS é calculado pelo valor total da conversão dividido pelo gasto publicitário, enquanto ROI relaciona lucro e investimento.

    De maneira simplificada:

    • ROAS → eficiência da publicidade
    • ROI → retorno financeiro do investimento

    Imagine:

    Receita = R$ 20.000

    Investimento em anúncios = R$ 4.000

    O ROAS será: 20.000 ÷ 4.000 = 5

    Mas para saber se a operação realmente foi lucrativa, precisamos considerar outros custos.

    É por isso que uma campanha pode apresentar um ROAS aparentemente bonito e ainda assim ser ruim financeiramente para determinada empresa.

    Afinal, qual é um ROAS bom?

    Essa pergunta aparece muito: “ROAS 3 é bom?”

    A resposta correta é: depende da margem do negócio.

    Não existe um ROAS universal que seja bom para todas as empresas.

    Imagine duas lojas.

    Loja A

    Vende um produto por R$ 200 e, depois dos custos variáveis que não incluem mídia, conserva R$ 120 para pagar publicidade e contribuir para despesas/lucro.

    Ela possui uma margem muito diferente de outra empresa que vende por R$ 200 e conserva apenas R$ 40 antes da mídia.

    As duas não podem trabalhar com a mesma meta de ROAS e esperar o mesmo resultado financeiro.

    É por isso que o próprio Google orienta que a definição de um ROAS desejado considere os objetivos do negócio e o histórico de desempenho, em vez de simplesmente copiar um número considerado “bom” no mercado.

    Como descobrir o ROAS mínimo da sua empresa?

    Aqui começamos a entrar em uma análise mais interessante.

    Vamos utilizar um exemplo simplificado.

    Produto vendido por: R$ 100

    Depois de produto, impostos, taxas, comissão, frete subsidiado e outros custos variáveis, restam: R$ 25 antes do gasto com publicidade.

    Isso significa que a publicidade poderia consumir, no máximo, esses R$ 25 para que essa venda chegasse aproximadamente ao ponto de equilíbrio nessa conta simplificada.

    Assim: R$ 100 ÷ R$ 25 = ROAS 4

    Nesse cenário hipotético, um ROAS de aproximadamente 4x seria o ponto de equilíbrio da mídia, considerando apenas os custos incluídos nessa conta.

    Acima disso, começa a existir contribuição positiva.

    Abaixo disso, a venda pode estar consumindo mais dinheiro em publicidade do que a margem disponível.

    Mas a realidade financeira de cada empresa pode incluir custos fixos, devoluções, inadimplência, descontos, diferentes margens por produto e outros fatores. Por isso, o cálculo ideal deve ser feito junto ao financeiro ou à contabilidade da empresa.

    ROAS alto sempre é melhor?

    Aqui temos outra pegadinha.

    Imagine duas campanhas:

    Campanha A

    Investimento: R$ 1.000
    Receita: R$ 10.000
    ROAS: 10x

    Campanha B

    Investimento: R$ 20.000
    Receita: R$ 120.000
    ROAS: 6x

    Qual é melhor?

    Se analisarmos exclusivamente o ROAS, seria a Campanha A.

    Mas a Campanha B gerou R$ 110 mil a mais de receita atribuída.

    Dependendo da margem, capacidade operacional, estoque e objetivo da empresa, pode ser muito mais interessante aceitar um ROAS menor em troca de maior volume.

    Esse é um dos motivos pelos quais perseguir o “maior ROAS possível” nem sempre é a estratégia correta.

    ROAS e escala: o equilíbrio que muita gente esquece

    À medida que uma campanha escala, pode ficar mais difícil manter exatamente o mesmo ROAS.

    Imagine que você encontrou um pequeno público altamente interessado no produto.

    Investiu R$ 500 e conseguiu ROAS 10.

    Ótimo.

    Agora deseja investir R$ 50.000 mantendo exatamente o mesmo retorno.

    Talvez não seja possível.

    Para aumentar o investimento, as plataformas precisam alcançar mais pessoas e participar de mais oportunidades de anúncio.

    Inclusive, na documentação sobre ROAS desejado, o Google alerta que estabelecer uma meta excessivamente alta pode limitar o tráfego da campanha. A plataforma também explica que reduzir gradualmente uma meta de ROAS pode permitir maior participação em leilões e aumentar o volume de conversões.

    Portanto, precisamos analisar: eficiência + volume + margem + lucro.

    O que é ROAS desejado?

    No Google Ads existe uma estratégia conhecida como ROAS desejado.

    Você informa à plataforma qual retorno médio gostaria de buscar.

    Por exemplo: ROAS desejado = 500%

    Na prática, a meta é buscar aproximadamente R$ 5 em valor de conversão para cada R$ 1 investido.

    O próprio Google utiliza exatamente essa lógica em sua documentação: uma meta de R$ 5 em vendas para R$ 1 em publicidade corresponde a um ROAS desejado de 500%.

    A plataforma utiliza seus sistemas de lances e sinais disponíveis para tentar maximizar o valor de conversão enquanto busca atingir, em média, aquela meta. Isso não significa que cada venda individual terá ROAS 5, nem que a meta será garantida.

    Não configure ROAS desejado no chute

    Se você acabou de descobrir que existe ROAS desejado, cuidado para não abrir sua conta e simplesmente colocar: 800% porque parece um número ótimo. 😂

    A meta precisa fazer sentido para o negócio e para os dados disponíveis.

    Em sua orientação atual, o Google recomenda utilizar os objetivos do negócio e o histórico de ROAS como referência e ressalta a importância de registrar corretamente os valores das conversões antes de trabalhar com estratégias de lance baseadas em valor.

    Sem mensuração adequada, a plataforma pode otimizar com informações incompletas ou erradas.

    Rastreamento é indispensável para calcular ROAS

    Existe um detalhe muito importante: como você saberá quanto os anúncios venderam se as vendas não estiverem sendo registradas corretamente?

    Imagine:

    Você investiu R$ 5.000.

    A loja vendeu R$ 30.000.

    Não significa automaticamente que: ROAS = 6.

    Parte dessas vendas pode ter vindo de:

    • Google orgânico;
    • Instagram orgânico;
    • clientes recorrentes;
    • acesso direto;
    • indicação;
    • e-mail;
    • WhatsApp;
    • marketplaces;
    • outros canais.

    O ROAS precisa relacionar o investimento publicitário ao valor atribuído à publicidade de acordo com o sistema de mensuração utilizado.

    No Google Ads, por exemplo, o valor total de conversão depende dos valores registrados para as ações de conversão. A própria documentação alerta que configurações incorretas podem gerar valores errados e orienta conferir o mapeamento das variáveis quando são utilizados valores dinâmicos em plataformas de e-commerce.

    Por isso, rastreamento não é um detalhe técnico.

    É parte da estratégia.

    Atribuição também influencia o ROAS

    Imagine que uma cliente:

    1. vê um anúncio;
    2. visita sua loja;
    3. sai;
    4. pesquisa sua marca alguns dias depois;
    5. entra novamente;
    6. compra.

    Quem recebe o crédito pela venda?

    Essa resposta depende do sistema e do modelo de atribuição utilizados.

    Por isso, duas plataformas podem eventualmente apresentar números diferentes para uma mesma operação.

    O ROAS mostrado dentro de uma plataforma é baseado nas conversões que aquela plataforma atribuiu aos anúncios segundo suas regras e dados disponíveis.

    Isso precisa ser considerado na análise.

    Quais métricas acompanhar junto com o ROAS?

    ROAS é importante, mas ele fica muito mais poderoso quando analisado junto a outros indicadores.

    Eu observaria principalmente:

    • Receita e valor de conversão: quanto efetivamente foi atribuído às campanhas.
    • CPA: quanto está custando gerar cada aquisição ou conversão.
    • Taxa de conversão: qual parcela das interações qualificadas termina em conversão.
    • Ticket médio: quanto cada pedido representa, em média.
    • Margem de contribuição: quanto sobra da venda após os custos variáveis relevantes.
    • Volume de vendas: porque um ROAS excelente com pouquíssimas vendas pode não sustentar uma operação.
    • Lucro: afinal, faturamento sozinho não paga os boletos. 😅

    O Google também disponibiliza métricas como custo por conversão, taxa de conversão, valor total das conversões e valor por conversão para ajudar a analisar o desempenho além de uma única métrica.

    Um exemplo completo

    Imagine uma loja virtual.

    Durante o mês:

    Investimento em mídia: R$ 10.000

    Receita atribuída aos anúncios: R$ 50.000

    ROAS:

    50.000 ÷ 10.000 = 5

    ROAS = 500%

    Parece ótimo.

    Agora vamos supor, apenas para fins didáticos, que os custos variáveis relacionados às vendas tenham sido:

    Produtos: R$ 20.000

    Impostos e taxas: R$ 7.000

    Fretes subsidiados e outros custos: R$ 5.000

    Publicidade: R$ 10.000

    Total considerado no exemplo: R$ 42.000

    Sobrariam R$ 8.000 antes de eventuais despesas fixas e outros custos não incluídos.

    Agora imagine exatamente a mesma campanha em uma empresa com custos de produto muito maiores.

    O ROAS continuaria sendo 5.

    Mas o resultado financeiro poderia ser completamente diferente.

    Esse exemplo mostra por que a pergunta correta não é apenas: “Meu ROAS está bom?”

    É: “Meu ROAS está bom para a margem e para os objetivos da minha empresa?”

    Como melhorar o ROAS?

    Melhorar o ROAS não significa apenas “mexer no anúncio”.

    O resultado depende de toda a jornada.

    Você pode trabalhar anúncios melhores, segmentação, criativos, ofertas, páginas de destino, velocidade do site, página de produto, checkout, preço, frete, meios de pagamento, remarketing e experiência de compra.

    Uma campanha excelente enviando pessoas para uma loja ruim continuará enfrentando dificuldades.

    Se você possui um e-commerce, recomendo a leitura de A Aparência da Sua Loja Virtual Está Afastando Clientes?, porque confiança e experiência também participam da decisão de compra.

    Para entender a estratégia de aquisição como um todo, veja também Tráfego Pago Vale a Pena para Pequena Empresa?.

    E se você ainda está estruturando sua presença online, comece por Primeiros Passos no Marketing Digital: Estratégias que Funcionam.

    Não tente consertar uma oferta ruim aumentando o orçamento

    Esse ponto merece atenção.

    Se uma campanha não vende, aumentar o orçamento nem sempre resolverá.

    Antes, investigue:

    • O anúncio está atraindo a pessoa certa?
    • O produto é competitivo?
    • A oferta está clara?
    • A página transmite confiança?
    • O preço faz sentido?
    • O frete está afastando clientes?
    • O checkout funciona bem?
    • Existe demanda?
    • O rastreamento está correto?

    Às vezes o problema não está no tráfego.

    Está no que acontece depois do clique.

    E para pequenas empresas, vale acompanhar ROAS?

    Com certeza.

    Na verdade, quanto menor o orçamento, mais importante é entender para onde o dinheiro está indo.

    Você não precisa começar com relatórios extremamente complexos.

    Comece respondendo:

    Quanto investi?

    Quanto foi atribuído em vendas?

    Qual foi meu ROAS?

    Qual é minha margem?

    Quanto realmente sobrou?

    Depois, evolua a análise.

    Se você está começando no digital, vale complementar com Como começar no digital do zero e fazer sua primeira venda.

    ROAS bom é aquele que faz sentido para o seu negócio

    Depois de tudo isso, quero que você guarde uma ideia: ROAS não deve ser analisado isoladamente.

    A fórmula é simples: receita ou valor de conversão atribuído aos anúncios ÷ investimento publicitário.

    Mas interpretar o resultado exige entender o negócio.

    ROAS 2 pode ser inviável para uma empresa e excelente dentro de outro modelo.

    ROAS 5 pode gerar lucro para uma loja e prejuízo para outra.

    ROAS 10 pode parecer incrível, mas talvez exista tão pouco volume que a campanha quase não contribua para o crescimento.

    Por isso, antes de perguntar: “Qual ROAS devo buscar?”

    Pergunte: “Qual ROAS minha margem permite e qual resultado financeiro quero alcançar?”

    A partir daí, o tráfego pago deixa de ser apenas colocar dinheiro em anúncios e esperar vendas.

    Ele passa a ser tratado como aquilo que realmente é: um investimento que precisa ser medido, analisado e conectado aos números da empresa. 📊🚀

    Você sabe qual é o ROAS mínimo que sua empresa precisa atingir para uma campanha realmente valer a pena? Antes de aumentar o orçamento dos anúncios, coloque no papel sua margem, seus custos e o retorno necessário para crescer com lucro. 📈

    14/09/2026 0 comentários
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    Gestão e Bastidores de CEO

    Um dia real na rotina de uma mãe, esposa e CEO: entre família, empresa e a vida que acontece no meio

    por Thais Cristina 13/09/2026
    escrito por Thais Cristina
    Mãe, Esposa e CEO: Como é Minha Rotina Real Entre Família e Empresa

    Ser mãe, esposa e CEO parece bonito quando resumimos tudo em uma bio do Instagram.

    Na prática, significa começar o dia sabendo que existem pessoas esperando decisões suas em lugares completamente diferentes da sua vida. De um lado, existe uma empresa, clientes, equipe, reuniões, financeiro, planejamento e problemas que nem sempre estavam na agenda. Do outro, existe uma casa, um casamento, uma filha, compromissos familiares e uma vida pessoal que também precisa de espaço.

    E no meio disso tudo, existe uma mulher.

    Uma mulher que também precisa dormir, cuidar da saúde, almoçar com calma de vez em quando, fazer exercício, encontrar amigas, assistir alguma coisa sem pensar no trabalho e simplesmente não produzir nada por algumas horas.

    Por isso, este não é um artigo sobre a “rotina perfeita de uma CEO”.

    É sobre a minha rotina possível.

    Sobre os dias que funcionam, aqueles que saem completamente do planejamento e, principalmente, sobre uma coisa que precisei aprender ao longo do caminho: conciliar maternidade, casamento e empresa não significa conseguir fazer tudo todos os dias.

    Minha rotina não começa quando chego na empresa

    Antes de ser CEO, meu dia já começou.

    Existe a rotina de casa.

    Existe minha filha.

    Existem aquelas pequenas coisas que parecem ocupar cinco minutos, mas que, quando somadas, fazem parte de uma parcela enorme da vida de qualquer mãe.

    Roupa.

    Café.

    Bolsa.

    Horários.

    • “Cadê aquilo?”
    • “Você viu isso?”
    • “Mãe!”

    Quem tem filho sabe. 😂

    E talvez uma das maiores diferenças entre minha rotina atual e a de alguns anos atrás seja justamente essa: eu não consigo pensar apenas na minha agenda.

    Ser mãe adiciona uma variável permanente ao planejamento.

    Você pode ter uma reunião importante às 9h, mas uma criança não consulta o Google Agenda antes de ficar doente.

    Você pode planejar sair cedo, mas naquela manhã tudo demora.

    Pode organizar uma semana perfeita e, na terça-feira, precisar reorganizar metade dela.

    Isso não significa falta de organização.

    Significa vida real.

    Quando começa meu dia como CEO?

    Quando entro no modo empresa, minha cabeça muda rapidamente.

    Existem tarefas que precisam ser executadas, mas grande parte do trabalho de uma CEO não está necessariamente em “fazer”.

    Está em decidir.

    Decidir prioridades.

    Decidir investimentos.

    Decidir contratações.

    Resolver problemas.

    Analisar resultados.

    Conversar com pessoas.

    Aprovar projetos.

    Pensar no futuro.

    Identificar o que não está funcionando.

    E uma das coisas que mais aprendi empreendendo é que liderar uma empresa exige energia mental.

    Existem dias em que você termina cansada sem conseguir apontar exatamente “o que produziu”.

    Mas tomou 20 decisões.

    Resolveu três problemas.

    Orientou alguém.

    Revisou um processo.

    Pensou em uma estratégia.

    Conversou com um cliente.

    E evitou que alguma coisa desse errado.

    Isso também é trabalho.

    A primeira coisa que tento entender: o que realmente importa hoje?

    Durante muito tempo, produtividade para mim poderia facilmente virar uma lista gigantesca.

    Quanto mais itens riscados, melhor.

    Hoje vejo de maneira diferente.

    Existem tarefas que ocupam duas horas e quase não mudam nada.

    E existem decisões de 15 minutos que podem mudar completamente o rumo de um projeto.

    Por isso, tento identificar: Quais são as coisas que realmente precisam da minha atenção hoje?

    Nem tudo precisa passar pela CEO.

    Na verdade, quanto mais uma empresa cresce, menos saudável é depender da CEO para cada pequena decisão.

    Isso exige delegação.

    E delegar parece maravilhoso quando alguém fala sobre isso em um livro.

    Na prática, exige confiança.

    Você precisa aceitar que outra pessoa talvez execute algo de maneira diferente da sua.

    Precisa criar processos.

    Orientar.

    Dar autonomia.

    E, principalmente, resistir à vontade de assumir tudo novamente quando algo demora cinco minutos a mais do que você gostaria. 😂

    Ser CEO não significa trabalhar 24 horas

    Esse é um pensamento que considero importante compartilhar, principalmente com outras mulheres que estão começando a empreender.

    Existe uma romantização perigosa da empreendedora que:

    • acorda às 5h;
    • treina;
    • medita;
    • lê 30 páginas;
    • faz skincare;
    • leva os filhos;
    • participa de dez reuniões;
    • fecha contratos;
    • faz networking;
    • prepara jantar;
    • coloca os filhos para dormir;
    • e ainda estuda até meia-noite.

    No dia seguinte?

    Repete.

    Eu não quero construir uma vida em que o sucesso da empresa dependa da minha exaustão.

    Trabalhar muito pode fazer parte de determinados momentos.

    Existem semanas mais intensas.

    Projetos importantes.

    Prazos.

    Imprevistos.

    Mas viver permanentemente no limite não deveria ser considerado uma medalha.

    Inclusive, pesquisas recentes sobre empreendedorismo feminino ajudam a mostrar que essa sobrecarga não é apenas uma sensação individual. Uma pesquisa nacional de 2026 da Rede Mulher Empreendedora, realizada com mais de mil mulheres, apontou que 61,7% das participantes consideram que a sobrecarga com tarefas de cuidado prejudica diretamente o crescimento de seus negócios.

    É um dado que diz muita coisa.

    Ser mãe muda completamente a relação com o tempo

    Depois da maternidade, tempo ganhou outro significado para mim.

    Uma hora livre importa.

    Um almoço em família importa.

    Conseguir participar de um momento da minha filha importa.

    E também aprendi que estar fisicamente em casa não significa necessariamente estar presente.

    Você pode estar sentada no sofá respondendo WhatsApp.

    Pode estar brincando enquanto pensa em uma reunião.

    Pode estar jantando enquanto verifica uma notificação.

    O trabalho digital tornou essa fronteira ainda mais delicada.

    A empresa está no celular.

    O cliente está no celular.

    A equipe está no celular.

    O financeiro está no celular.

    Tudo parece urgente porque tudo consegue chegar até você imediatamente.

    Por isso, criar limites não significa apenas “sair do escritório”.

    Às vezes significa decidir mentalmente que o expediente terminou.

    E nem sempre consigo.

    Mas tento.

    A culpa aparece dos dois lados

    Essa talvez seja uma das partes mais difíceis de explicar para quem nunca viveu essa rotina.

    Quando você está trabalhando muito, pode surgir a culpa de não estar com sua filha.

    Quando está com sua filha em um horário em que existe alguma coisa acontecendo na empresa, pode surgir a sensação de que deveria estar trabalhando.

    É como se houvesse duas versões suas puxando em direções diferentes.

    Mas comecei a perceber que tentar eliminar completamente essa sensação talvez seja impossível.

    O que consigo fazer é voltar para uma pergunta: Onde eu escolhi estar agora?

    Se estou trabalhando, quero trabalhar.

    Se estou com minha família, quero tentar estar ali.

    Não perfeitamente.

    Mas conscientemente.

    Uma pesquisa divulgada em 2026 sobre mulheres empreendedoras brasileiras mostrou justamente o peso dessa conciliação: 56% das entrevistadas apontaram a exaustão da dupla jornada como uma dificuldade, enquanto 46% mencionaram a falta de redes de apoio.

    Portanto, se você sente que equilibrar tudo é difícil, existe uma questão estrutural por trás dessa experiência — e não apenas uma agenda mal organizada.

    Meu casamento também precisa existir fora da rotina operacional

    Quando um casal possui filhos, trabalho e responsabilidades, existe um risco silencioso:

    o relacionamento virar uma reunião administrativa.

    “Quem busca?”

    “Pagou aquilo?”

    “Que horas você chega?”

    “Precisamos comprar isso.”

    “Quem vai resolver aquilo?”

    Tudo vira logística.

    Por isso, ser esposa dentro dessa rotina também significa lembrar que o relacionamento precisa de momentos que não sejam apenas sobre problemas, empresa, boletos ou compromissos.

    Nem sempre será um jantar elaborado.

    Às vezes é uma conversa.

    Uma série.

    Um café.

    Uma saída.

    Alguns minutos sem celular.

    Pequenos espaços importam.

    Porque o casamento não pode receber apenas o tempo que sobra depois que todas as outras áreas da vida foram atendidas.

    E onde eu entro nessa agenda?

    Essa pergunta é importante: Onde fica a mulher que não está trabalhando, cuidando de alguém ou resolvendo alguma coisa?

    Durante muito tempo, autocuidado foi vendido para mulheres como uma lista de produtos.

    Máscara facial.

    Banho demorado.

    Skincare.

    Tudo isso pode ser gostoso.

    Mas hoje penso em autocuidado de uma maneira muito mais ampla.

    É fazer exercício.

    É cuidar da alimentação.

    É ir ao médico.

    É dormir.

    É conseguir dizer não.

    É ter momentos sozinha.

    É encontrar pessoas de quem gosto.

    É não aceitar uma agenda completamente impossível.

    É entender que meu corpo também faz parte da estrutura que sustenta minha vida.

    Se eu estiver permanentemente exausta, alguma área vai sentir.

    Provavelmente todas.

    Nem todos os dias têm o mesmo equilíbrio

    Se eu transformasse minha rotina em um gráfico, gostaria que ele fosse assim:

    25% trabalho.

    25% família.

    25% casamento.

    25% eu.

    Bonito, né?

    Só que não funciona assim. 😂

    Existem dias em que a empresa ocupa muito mais espaço.

    Outros em que minha filha precisa mais de mim.

    Há finais de semana dedicados à família.

    Existem momentos em que preciso olhar mais para mim.

    Por isso, prefiro pensar em equilíbrio ao longo do tempo, e não dentro de cada período de 24 horas.

    Este gráfico é apenas uma representação ilustrativa dessa ideia:

    A vida real não cabe perfeitamente em porcentagens.

    Mas o conceito é importante.

    Equilíbrio não significa distribuir tudo igualmente todos os dias.

    Significa perceber quando uma área importante está ficando esquecida por tempo demais.

    Existem dias em que nada acontece como planejado

    E esses dias merecem aparecer em um artigo sobre rotina.

    Porque rotina real também é:

    • reunião cancelada;
    • cliente urgente;
    • filha doente;
    • problema na empresa;
    • noite mal dormida;
    • internet que cai;
    • atividade que demora o dobro;
    • um compromisso esquecido;
    • uma semana em que você simplesmente está cansada.

    Nesses momentos, tento trabalhar com prioridade.

    O que é realmente urgente?

    O que pode esperar?

    O que alguém pode resolver por mim?

    O que posso cancelar?

    Essa última pergunta é libertadora.

    Nem tudo precisa ser remarcado. Algumas coisas podem simplesmente deixar de existir na agenda.

    A empresa precisa funcionar sem depender de mim para tudo

    Talvez uma das maiores mudanças quando deixamos de apenas empreender e começamos realmente a construir uma empresa seja perceber que centralização não é sinônimo de controle.

    Se tudo precisa passar por mim, eu não tenho uma empresa escalável.

    Tenho um emprego extremamente complexo criado por mim mesma.

    Por isso, processos são importantes.

    Pessoas são importantes.

    Documentação é importante.

    Responsabilidades claras são importantes.

    Tecnologia é importante.

    A liderança precisa gradualmente sair do operacional que não exige sua presença e dedicar mais energia às decisões que realmente precisam dela.

    Isso também abre espaço para a vida pessoal.

    Delegar não é apenas uma estratégia empresarial.

    Para mim, é também uma estratégia de qualidade de vida.

    Eu ainda tenho dias improdutivos

    Sim.

    Mesmo sendo CEO.

    Existem dias em que minha concentração não está boa.

    Dias em que estou cansada.

    Dias em que uma tarefa que deveria durar 30 minutos demora duas horas.

    E sabe o que descobri?

    A empresa não acaba por causa disso.

    O problema começa quando transformamos um dia ruim em uma conclusão sobre quem somos.

    “Hoje produzi pouco.”

    é diferente de:

    “Eu sou improdutiva.”

    Uma coisa descreve um dia.

    A outra transforma aquele dia em identidade.

    Aprender essa diferença ajuda muito.

    Home office também exige limites

    Mesmo quando existe flexibilidade para trabalhar de casa, isso não significa automaticamente uma rotina mais tranquila.

    O trabalho pode invadir todos os espaços.

    Você abre o notebook “só cinco minutinhos”.

    Quando percebe, passou uma hora.

    Por isso, organização continua sendo necessária.

    Já falei sobre isso aqui no blog em Como tornar o home office produtivo, com estratégias para foco, rotina, pausas e limites.

    Flexibilidade funciona melhor quando existe estrutura.

    Eu não quero ensinar minha filha que sucesso significa ausência

    Esse é um pensamento que aparece bastante para mim.

    Quero que minha filha cresça vendo uma mãe que trabalha.

    Que empreende.

    Que lidera.

    Que toma decisões.

    Que possui sonhos profissionais.

    Que constrói coisas.

    Mas também quero que ela veja que trabalho não é toda a identidade de uma pessoa.

    Quero que ela entenda que sucesso também pode ser ter tempo.

    Ter saúde.

    Ter relações boas.

    Poder fazer escolhas.

    Estar presente.

    Descansar sem sentir que está cometendo um crime contra a produtividade. 😂

    Talvez esse seja um dos maiores motivos pelos quais busco construir uma empresa organizada.

    Não quero apenas crescer.

    Quero crescer de uma maneira que faça sentido para a vida que desejo viver.

    Uma rotina possível vale mais do que uma rotina perfeita

    Se você chegou até aqui esperando descobrir exatamente a hora em que acordo, o que faço às 8h17 e quantos minutos dedico a cada tarefa, talvez este artigo tenha seguido por outro caminho.

    E foi proposital.

    Porque horários mudam.

    Fases mudam.

    Filhos mudam.

    Empresas mudam.

    Prioridades mudam.

    O que funciona hoje talvez precise ser completamente reorganizado daqui a seis meses.

    Para mim, uma boa rotina não é aquela que nunca muda.

    É aquela que consegue se adaptar sem perder o que realmente importa.

    O que tento preservar na minha semana

    Independentemente do volume de trabalho, existem alguns pontos que tento observar:

    • tempo de qualidade com minha filha;
    • presença no casamento e na família;
    • cuidado com minha saúde;
    • exercício e momentos pessoais;
    • decisões estratégicas da empresa;
    • acompanhamento da equipe;
    • espaço para pensar, e não apenas executar;
    • momentos em que simplesmente não estou trabalhando.

    Nem sempre consigo cumprir tudo.

    E esse é justamente o ponto.

    A lista não existe para produzir culpa.

    Existe para funcionar como uma bússola.

    O que aprendi sendo mãe, esposa e CEO

    Aprendi que ninguém dá conta de tudo sozinha.

    Aprendi que pedir ajuda não diminui competência.

    Que delegar é necessário.

    Que minha filha não precisa de uma mãe disponível 24 horas por dia, mas precisa de presença.

    Que uma empresa saudável não deveria desmoronar porque a CEO tirou uma tarde livre.

    Que casamento também precisa de atenção.

    Que saúde não pode entrar na agenda apenas quando alguma coisa dá errado.

    E que crescimento profissional perde parte do sentido quando custa todas as outras áreas da vida.

    Também aprendi que algumas semanas serão incríveis.

    Outras serão caóticas.

    E ambas fazem parte.

    Eu não dou conta de tudo — eu escolho prioridades

    Talvez essa seja a melhor forma de resumir minha rotina.

    Eu não consigo fazer tudo.

    E parei de acreditar que deveria.

    Sou mãe.

    Sou esposa.

    Sou CEO.

    Mas também sou uma mulher com limites, sonhos, necessidades e uma vida que existe para além desses papéis.

    Em alguns dias, a CEO precisará aparecer mais.

    Em outros, será a mãe.

    Em determinados momentos, minha família será prioridade.

    E também existirão momentos em que eu precisarei ser minha própria prioridade.

    Não considero isso falta de equilíbrio.

    Considero maturidade para entender que a vida acontece em fases.

    Se você também tenta conciliar filhos, relacionamento, carreira, casa e seus próprios sonhos, talvez a solução não esteja em descobrir como fazer tudo.

    Talvez esteja em aprender o que realmente precisa ser feito agora, o que pode ser delegado e o que simplesmente pode esperar.

    Porque construir uma carreira é importante.

    Construir uma empresa é incrível.

    Mas também quero estar presente para viver a vida que estou trabalhando tanto para construir. 💜

    E você: qual parte da sua vida parece estar exigindo mais atenção neste momento? Compartilhe sua experiência — talvez outra mulher precise descobrir que ela também não precisa dar conta de tudo sozinha.

    13/09/2026 0 comentários
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    E-commerce e Vendas Online

    Como começar no digital do zero e fazer sua primeira venda

    por Thais Cristina 13/09/2026
    escrito por Thais Cristina
    Do Zero à Primeira Venda: Como Começar no Digital em 2026

    Começar no digital pode parecer muito mais complicado do que realmente é.

    Quando você abre o Instagram, TikTok ou YouTube, encontra pessoas falando sobre tráfego pago, funil de vendas, afiliados, e-commerce, copywriting, SEO, automação, inteligência artificial e dezenas de outras estratégias. Para quem ainda não fez nenhuma venda, é fácil pensar: “Por onde eu começo?”

    A resposta é mais simples: você não precisa aprender tudo para fazer sua primeira venda.

    Precisa encontrar uma pessoa com um problema, oferecer algo que ajude a resolver esse problema e criar um caminho simples para que ela compre de você.

    Neste guia, você vai aprender como começar no digital do zero, mesmo sem milhares de seguidores, sem uma grande estrutura e sem dominar marketing.

    E, principalmente, entender o caminho entre a ideia e aquela notificação tão esperada: “Você realizou uma venda!” 💰

    O que significa começar no digital?

    Começar no digital não significa necessariamente virar influenciadora.

    Também não significa criar um curso.

    Muito menos largar seu emprego amanhã.

    Trabalhar no digital significa utilizar a internet como um canal para atrair pessoas, vender produtos, prestar serviços ou construir um negócio.

    Você pode, por exemplo:

    • prestar serviços pela internet;
    • vender produtos físicos;
    • trabalhar como afiliada;
    • criar produtos digitais;
    • oferecer consultorias;
    • produzir conteúdo;
    • vender em marketplaces;
    • montar uma loja virtual;
    • atender clientes remotamente.

    O Sebrae destaca que redes sociais, e-mail marketing e SEO são estratégias que podem ser utilizadas por pequenos negócios mesmo com orçamento limitado. A instituição também reforça que marketing digital não precisa começar com grandes investimentos.

    Portanto, não pense que você precisa ter uma empresa enorme para começar.

    Você precisa de uma oferta e de alguém interessado nela.

    Primeiro: não comece escolhendo o Instagram

    Um dos erros mais comuns é pensar: “Quero começar no digital. Vou criar um Instagram.”

    Você cria o perfil.

    Escolhe uma foto.

    Faz uma identidade visual.

    Publica cinco posts.

    E depois pergunta: “Tá… e agora?” 😂

    Isso acontece porque o canal foi escolhido antes do negócio.

    Antes de pensar em Instagram, TikTok, site ou anúncios, responda: O que eu vou vender?

    Essa é a primeira decisão.

    1. Escolha como você pretende ganhar dinheiro

    Existem dezenas de modelos, mas quem está começando deveria evitar tentar cinco ao mesmo tempo.

    Escolha um.

    Por exemplo:

    Serviço: social media, design, edição, redação, consultoria, fotografia, programação etc.

    Produto físico: roupas, cosméticos, decoração, acessórios, alimentos, artesanato etc.

    Produto digital: e-book, curso, planilha, treinamento, comunidade.

    Afiliado: você divulga produtos de terceiros e recebe comissão por vendas atribuídas à sua indicação.

    Se você ainda não possui um produto, trabalhar com afiliados é uma possibilidade. Temos um guia completo sobre como funciona a afiliação na Hotmart.

    Para quem possui alguma habilidade profissional, entretanto, prestar um serviço pode ser uma das maneiras mais simples de validar uma oferta porque não exige estoque nem desenvolvimento prévio de um produto.

    2. Descubra qual problema você consegue resolver

    Aqui começa a mudança de mentalidade.

    Não pense somente: “O que eu quero vender?”

    Pergunte também: “Por que alguém compraria isso?”

    Imagine uma pessoa que sabe editar vídeos.

    Ela poderia anunciar:

    Faço edição de vídeo.

    Mas poderia transformar isso em:

    Transformo suas gravações em vídeos curtos prontos para Reels, TikTok e Shorts.

    A segunda frase deixa muito mais claro o benefício.

    O mesmo vale para produtos.

    Uma organizadora não vende apenas uma planilha.

    Ela pode vender: “Uma planilha simples para você organizar todas as contas do mês em menos de 10 minutos.”

    O produto é a planilha.

    O que o consumidor quer é organização.

    3. Defina para quem você quer vender

    Outro erro comum é tentar vender para “todo mundo”.

    Imagine que você trabalhe com social media.

    Você poderia atender qualquer empresa.

    Mas, no começo, talvez seja mais fácil posicionar-se como: Social media para profissionais de beleza.

    Agora você sabe onde procurar clientes.

    Salões.

    Manicures.

    Lash designers.

    Esteticistas.

    Cabeleireiras.

    Também fica mais fácil criar conteúdo porque você conhece as dúvidas desse público.

    Isso é definir um nicho.

    Não significa que você nunca poderá atender outra empresa.

    Significa apenas que sua comunicação se torna mais específica.

    4. Crie uma oferta simples

    Você não precisa começar oferecendo 20 coisas.

    Vamos continuar no exemplo de social media.

    Em vez de: “Faço posts, vídeos, anúncios, sites, identidade visual, logo, SEO, estratégia, consultoria, fotografia, e-mail marketing…”

    Comece com algo simples:

    Pacote inicial

    • 8 conteúdos mensais
    • 4 vídeos curtos
    • legendas
    • planejamento básico

    Preço: R$ X

    Pronto.

    O potencial cliente consegue entender o que está comprando.

    Quanto mais confusa for a oferta, maior tende a ser a dificuldade para explicar seu valor.

    5. Defina um preço que faça sentido

    Aqui existe outro medo: “Quanto eu devo cobrar?”

    Não existe uma tabela universal.

    Seu preço precisa considerar fatores como:

    • custo;
    • tempo;
    • impostos;
    • ferramentas;
    • complexidade;
    • experiência;
    • margem;
    • preços praticados no mercado;
    • valor percebido.

    Não escolha um número simplesmente porque viu alguém cobrando aquilo no Instagram.

    Também não tente ser sempre a opção mais barata.

    Preço baixo pode conquistar algumas vendas, mas não corrige um modelo que dá prejuízo.

    Se você vender um produto por R$ 50 e gastar R$ 55 para entregar aquela venda, você não construiu um negócio sustentável.

    Faturamento não é lucro.

    6. Monte sua presença digital mínima

    Agora sim chegamos aos canais.

    Você não precisa estar em todos.

    Escolha um ou dois lugares onde seu público realmente está.

    Pode ser:

    • Instagram;
    • TikTok;
    • WhatsApp;
    • YouTube;
    • LinkedIn;
    • blog;
    • marketplace;
    • loja virtual.

    Para negócios locais elegíveis, o Perfil da Empresa no Google também pode ser criado sem custo e permite que a empresa gerencie como aparece na Pesquisa e no Maps, incluindo informações, fotos e avaliações. Empresas exclusivamente online, porém, não se qualificam para esse recurso.

    Seu objetivo inicial não é parecer uma multinacional.

    É transmitir: clareza + confiança + profissionalismo.

    7. Mostre claramente o que você vende

    Entre no seu perfil e faça um teste.

    Uma pessoa que nunca conversou com você consegue descobrir em cinco segundos:

    • o que você faz?
    • para quem?
    • como comprar?

    Se não consegue, ajuste.

    Uma bio simples pode funcionar melhor do que frases bonitas.

    Por exemplo:

    Ajudo pequenas lojas a vender mais pelo Instagram.
    Conteúdo + vídeos + estratégia.
    👇 Solicite um orçamento.

    Pronto.

    Quem chegou entendeu.

    8. Crie conteúdo que responda dúvidas

    Você não precisa publicar apenas: “Compre meu produto.”

    Conteúdo pode ajudar a criar confiança antes da oferta.

    Vamos imaginar uma consultora de organização financeira.

    Ela poderia produzir:

    “5 erros que fazem seu dinheiro acabar antes do fim do mês”

    “Como separar despesas fixas e variáveis”

    “Como começar uma reserva financeira”

    “Como organizar as contas da família”

    A pessoa encontra o conteúdo porque possui um problema.

    Consome.

    Percebe que aquela profissional entende do assunto.

    E depois conhece o serviço.

    Essa é uma das bases do marketing de conteúdo.

    O Sebrae recomenda estratégias como conteúdo relevante, redes sociais, SEO e relacionamento digital justamente para ampliar a visibilidade e gerar oportunidades de venda para pequenos negócios.

    Para aprofundar essa etapa, veja também Primeiros Passos no Marketing Digital: Estratégias que Funcionam.

    9. Não espere seguidores: procure clientes

    Esse ponto é extremamente importante.

    Sua primeira venda não precisa vir de um Reel viral.

    Você pode procurá-la.

    Se você oferece serviços para empresas, faça uma lista de potenciais clientes.

    Analise cada negócio.

    Depois entre em contato de maneira personalizada.

    Em vez de:

    Oi! Trabalho com marketing. Quer contratar?

    Experimente algo como:

    Oi, Ana! Conheci o perfil da sua loja e vi que vocês têm produtos muito bonitos. Notei que ainda existem poucos vídeos mostrando os produtos em uso. Trabalho criando conteúdos para lojas e tive algumas ideias que poderiam funcionar para vocês. Posso te explicar?

    Existe contexto.

    Você não está simplesmente disparando spam.

    Está iniciando uma conversa comercial.

    10. Use sua própria rede de contatos

    Muitas vezes ficamos procurando clientes do outro lado do Brasil enquanto ignoramos quem já está próximo.

    Avise que começou.

    Fale com:

    • amigos;
    • familiares;
    • antigos colegas;
    • empresas conhecidas;
    • contatos profissionais.

    Não precisa implorar por compra.

    Comunique seu trabalho.

    Algo simples:

    Comecei a oferecer edição de vídeos para pequenas empresas. Se conhecer alguém que esteja precisando melhorar os vídeos do Instagram, pode me indicar?

    Sua primeira oportunidade pode vir de uma indicação.

    11. Facilite o pagamento 💳

    Conseguir convencer alguém e depois dificultar a compra é um erro.

    Defina antecipadamente como receberá.

    Dependendo do seu modelo de negócio, pode utilizar Pix, cartão, checkout de plataforma, link de pagamento ou os meios oferecidos pelo marketplace utilizado.

    O Pix já está profundamente incorporado à rotina brasileira. Dados oficiais do Banco Central indicam mais de 170 milhões de pessoas físicas que já utilizaram o sistema e mais de 7 bilhões de transações em maio de 2026.

    Isso não significa que Pix seja sempre o melhor meio para qualquer negócio, mas mostra por que ignorá-lo pode criar atrito para muitos consumidores brasileiros.

    Para produtos ou serviços de maior valor, oferecer cartão ou parcelamento também pode ser importante.

    12. Faça uma oferta clara

    Existe uma diferença enorme entre produzir conteúdo e pedir a venda.

    Você pode ter 50 posts excelentes e nunca explicar que possui algo para vender.

    Em algum momento, faça uma oferta.

    Por exemplo:

    “Estou abrindo 3 vagas para edição de vídeos de pequenas empresas neste mês. O pacote inclui 8 vídeos curtos editados e legendados. Se quiser informações, me chama no WhatsApp.”

    Isso é uma oferta.

    Possui:

    • produto;
    • quantidade;
    • benefício;
    • CTA.

    Não tenha vergonha de vender.

    Se você possui uma solução legítima para um problema, apresentar essa solução faz parte do negócio.

    13. Entenda o funil até a primeira venda

    No começo, pode parecer que você precisa falar com uma pessoa e ela precisa comprar imediatamente.

    Normalmente não funciona assim.

    Pense em um caminho: Pessoas alcançadas → interessadas → conversas → propostas → vendas

    Vamos criar um exemplo meramente ilustrativo, sem representar uma taxa média de mercado:

    Exemplo de caminho até a primeira venda

    Valores ilustrativos. Não representam taxas médias ou garantia de resultados.

    O objetivo do gráfico não é dizer que você precisa alcançar exatamente 500 pessoas.

    É mostrar algo importante: receber alguns “nãos” faz parte do processo comercial.

    Se cinco pessoas recusarem sua oferta, isso não significa automaticamente que seu negócio fracassou.

    Talvez você precise conversar com mais pessoas.

    Ou melhorar a oferta.

    Ou ajustar o preço.

    Ou encontrar um público mais adequado.

    14. Faça sua primeira venda antes de pensar em escala

    É muito comum quem está começando pesquisar: “Como faturar R$ 100 mil?”

    Mas ainda não faturou R$ 100.

    Eu dividiria a jornada em etapas:

    R$ 0 → primeira venda

    primeira venda → 10 vendas

    10 vendas → recorrência

    recorrência → previsibilidade

    previsibilidade → escala

    A primeira venda prova uma coisa importantíssima: alguém aceitou trocar dinheiro pela sua solução.

    Agora você possui algo para analisar.

    Quem comprou?

    Por quê?

    Qual problema queria resolver?

    Como encontrou você?

    O que quase impediu a compra?

    Essas respostas são ouro.

    15. Entregue mais atenção ao primeiro cliente

    Seu primeiro cliente não é apenas faturamento.

    Ele pode gerar:

    • experiência;
    • depoimento;
    • portfólio;
    • indicação;
    • aprendizado;
    • recompra.

    Por isso, faça uma excelente entrega.

    Mas cuidado: “entregar mais” não significa trabalhar infinitamente de graça.

    Significa cumprir o combinado com qualidade, comunicar-se bem e proporcionar uma boa experiência.

    Depois, peça feedback.

    Um depoimento real pode ajudar bastante na próxima venda.

    E se eu quiser começar vendendo produtos?

    A lógica continua parecida.

    Você precisa definir: produto → público → preço → canal → pagamento → divulgação → atendimento → entrega.

    Pode começar em marketplace, redes sociais ou construir sua própria loja virtual, dependendo da estratégia.

    Se decidir ter um e-commerce, não pense apenas no produto. Experiência, confiança e apresentação também influenciam a decisão do consumidor.

    ✅ Cupom: DEVROCKET50
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    📌 Válido para: contratação no formato mensal

    Leia depois A Aparência da Sua Loja Virtual Está Afastando Clientes?.

    Preciso investir em tráfego pago para conseguir a primeira venda?

    Não necessariamente.

    Tráfego pago pode acelerar alcance, mas não corrige uma oferta ruim.

    Imagine gastar R$ 500 em anúncios sem saber:

    • quem é seu público;
    • quanto você lucra;
    • qual oferta funciona;
    • qual página converte;
    • qual mensagem chama atenção.

    Você pode simplesmente acelerar a perda de dinheiro.

    Para muitos iniciantes, faz sentido primeiro testar a oferta organicamente e aprender com os primeiros contatos.

    Depois, anúncios podem entrar como uma estratégia de aquisição.

    Temos um conteúdo específico sobre isso: Tráfego Pago Vale a Pena para Pequena Empresa?.

    Preciso ter CNPJ para começar?

    Depende da atividade, do formato da operação e da maneira como você começa a gerar receita.

    Não é recomendável copiar respostas genéricas da internet sobre enquadramento tributário.

    Quando a atividade começar a se tornar comercial e recorrente, procure orientação contábil para entender formalização, emissão de notas fiscais, tributação e o enquadramento adequado ao seu caso.

    Se a atividade puder ser enquadrada como MEI, existem regras específicas de ocupação e faturamento que precisam ser verificadas nos canais oficiais.

    Ganhar dinheiro no digital continua sendo ganhar dinheiro.

    A internet não elimina obrigações fiscais ou empresariais.

    O que você não precisa para fazer sua primeira venda

    Você provavelmente não precisa de:

    ❌ 100 mil seguidores;

    ❌ escritório;

    ❌ identidade visual perfeita;

    ❌ câmera profissional;

    ❌ curso de R$ 5 mil;

    ❌ site caríssimo;

    ❌ 20 ferramentas;

    ❌ postar dez vezes por dia.

    Você precisa de algo muito mais básico: uma oferta clara + um público + comunicação + ação comercial.

    Depois você melhora a estrutura.

    Um plano de 30 dias para sair do zero 🚀

    Se você está completamente perdida, experimente esta sequência.

    Dias 1 a 5: escolha o que vender e para quem.

    Dias 6 a 10: pesquise concorrentes, público, preços e necessidades.

    Dias 11 a 15: monte sua oferta, preço, forma de pagamento e apresentação.

    Dias 16 a 20: organize seu perfil e publique conteúdos que demonstrem conhecimento.

    Dias 21 a 25: comece a conversar com potenciais clientes.

    Dias 26 a 30: apresente ofertas, acompanhe respostas e ajuste sua estratégia.

    Sua meta inicial pode ser simplesmente: 🎯 conseguir a primeira venda.

    Não R$ 10 mil.

    Não 100 clientes.

    Não 50 mil seguidores.

    Uma venda.

    Depois, duas.

    Depois, cinco.

    É assim que você começa a transformar uma ideia em negócio.

    Não compare seu começo com uma empresa de cinco anos

    Você vê alguém com equipe, escritório, milhares de clientes e pensa: “Nunca vou chegar lá.”

    Só que está comparando o seu dia 1 com o ano 5 daquela pessoa.

    No começo, quase tudo será mais manual.

    Você responderá mensagens.

    Criará os posts.

    Fará propostas.

    Organizará pagamentos.

    Atenderá clientes.

    Isso faz parte.

    Com o crescimento, processos podem ser automatizados, atividades podem ser delegadas e ferramentas podem entrar na operação.

    Mas não tente construir a estrutura de uma empresa de R$ 1 milhão antes de conseguir vender R$ 100.

    Sua primeira venda começa antes do botão “comprar”

    Começar no digital do zero não exige conhecer todas as estratégias existentes.

    Você precisa entender uma sequência muito mais simples: encontrar um problema → criar uma solução → encontrar pessoas que possuem esse problema → apresentar sua solução → vender → entregar bem → aprender.

    Depois, você repete.

    Marketing digital, anúncios, automações, SEO, inteligência artificial, e-mail marketing e outras estratégias podem ajudar bastante.

    Mas elas entram para potencializar um negócio, não para substituir os fundamentos.

    Se você ainda não fez sua primeira venda, concentre sua energia nela.

    Não espere seu Instagram ficar perfeito.

    Não espere saber tudo.

    Não espere ter milhares de seguidores.

    Escolha uma solução que você consegue entregar.

    Encontre pessoas que precisam dela.

    Converse.

    Faça sua oferta.

    A primeira venda talvez seja pequena financeiramente, mas possui um valor enorme: ela mostra que alguém enxergou valor suficiente no que você criou para pagar por aquilo.

    E é exatamente daí que um negócio começa. 💜

    Você ainda está planejando ou já está buscando sua primeira venda? Escolha uma ação deste guia e comece hoje. O digital fica muito mais simples quando você troca excesso de informação por execução.

    13/09/2026 0 comentários
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    E-commerce e Vendas Online

    Conheça como funciona a afiliação na Hotmart: guia completo para começar em 2026

    por Thais Cristina 12/09/2026
    escrito por Thais Cristina
    Como Ser Afiliada da Hotmart em 2026: Passo a Passo para Começar

    Você já imaginou ganhar dinheiro na internet indicando um produto que não foi você quem criou, sem precisar cuidar da entrega, desenvolver uma plataforma própria ou montar um estoque?

    Essa é justamente a proposta do marketing de afiliados.

    Na Hotmart, uma pessoa pode se afiliar a produtos disponibilizados por produtores, divulgar esses produtos utilizando links rastreáveis e receber uma comissão pelas vendas atribuídas à sua divulgação. A própria plataforma informa que o cadastro para começar como afiliado é gratuito e que existem milhares de produtos disponíveis para divulgação.

    Parece simples — e a mecânica realmente não é complicada. O que não significa que seja dinheiro fácil.

    Para conseguir resultados, você precisa escolher bons produtos, entender o público, produzir conteúdo, gerar tráfego e aprender a vender.

    Neste guia, vamos entender como funciona a afiliação na Hotmart em 2026, como escolher um produto, quanto um afiliado pode receber, como funcionam os links e quais estratégias podem ajudar quem está começando. 🚀

    Se você ainda está conhecendo as possibilidades de renda digital, recomendo começar também pelo nosso guia Como ganhar dinheiro na internet em 2026: 15 formas reais para começar.

    O que é a Hotmart?

    A Hotmart é uma plataforma voltada ao mercado de produtos digitais e negócios online.

    Dentro desse ecossistema existem diferentes participantes.

    O produtor cria ou comercializa determinado produto.

    O comprador adquire esse conteúdo.

    E o afiliado ajuda a divulgar a oferta e pode receber comissão pelas vendas atribuídas ao seu trabalho.

    Cursos, e-books, comunidades, assinaturas e outros formatos de produtos digitais podem fazer parte desse mercado.

    Para quem está começando, uma das vantagens do modelo é justamente não precisar criar o próprio produto antes de tentar realizar a primeira venda.

    O que é um afiliado Hotmart?

    Imagine que uma especialista criou um curso online de maquiagem.

    Ela possui o conhecimento, gravou as aulas, cadastrou o produto e estruturou sua oferta.

    Agora imagine que você produz conteúdo sobre beleza e possui pessoas interessadas nesse assunto.

    Você pode se tornar afiliada daquele produto, receber um link exclusivo de divulgação e recomendá-lo para sua audiência.

    Quando uma venda é atribuída à sua divulgação de acordo com as regras do programa, você recebe a comissão correspondente.

    A Hotmart define o marketing de afiliados justamente como um modelo baseado em desempenho: o afiliado promove produtos de terceiros e recebe comissão pelas vendas ou ações atribuídas ao seu link.

    Portanto:

    Produtor → cria o produto

    Afiliado → divulga

    Cliente → compra

    Hotmart → processa e rastreia a operação

    Afiliado → recebe a comissão aplicável

    Como funciona a afiliação na Hotmart na prática?

    O processo inicial pode ser dividido em etapas bastante simples.

    Primeiro, você cria uma conta.

    Depois, acessa o mercado de produtos disponíveis para afiliação.

    Escolhe uma oferta compatível com seu público.

    Solicita a afiliação, quando necessário.

    Recebe seu link de divulgação.

    Começa a promover o produto.

    Quando uma compra elegível é atribuída à sua divulgação, a comissão é registrada.

    Segundo a Central de Ajuda da Hotmart, dentro da página de cada produto o interessado consegue consultar informações como percentual de comissão, regras do programa, detalhes do produto e orientações de divulgação disponibilizadas pelo produtor.

    É justamente nessa etapa que você precisa evitar um erro muito comum: escolher um produto somente porque ele paga uma comissão alta.

    Falaremos disso daqui a pouco.

    Como criar uma conta para ser afiliada?

    O cadastro na Hotmart pode ser feito gratuitamente. A página oficial para afiliados apresenta o processo inicial em três passos: criar a conta, escolher produtos e começar a divulgá-los utilizando os links específicos.

    Depois que sua conta estiver habilitada para vender, o caminho informado atualmente pela Hotmart é acessar:

    Produtos → Afiliar-se a um produto.

    Ali você consegue navegar pelas opções disponíveis e utilizar filtros para encontrar produtos.

    Conheça o programa oficial de Afiliados Hotmart

    Vale lembrar que dados cadastrais e financeiros precisam estar corretos para que posteriormente seja possível receber os valores liberados. A Hotmart informa que documentos precisam ser cadastrados e validados para adicionar a conta bancária utilizada nos saques.

    Posso me afiliar a qualquer produto?

    Não.

    Quem determina se determinado produto aceita afiliados é o próprio produtor.

    Atualmente, existem duas situações principais para produtos que participam do programa.

    Afiliação automática

    Você encontra o produto e seleciona “Afilie-se agora”.

    Quando o programa aceita afiliação automática, o processo é concluído naquele momento e os links ficam disponíveis.

    Afiliação mediante aprovação

    Nesse caso, você envia uma solicitação.

    O produtor analisa o pedido ou utiliza critérios automáticos configurados para decidir quem poderá participar.

    Enquanto a solicitação estiver em análise, os links de divulgação daquele produto ainda não ficam disponíveis para você promover como afiliada.

    Também existem produtos que simplesmente não possuem um programa de afiliados ativo.

    Quanto um afiliado da Hotmart ganha? 💰

    Aqui precisamos tomar bastante cuidado.

    Não existe salário de afiliado.

    Você pode passar um mês sem realizar nenhuma venda ou construir uma operação que gere vendas regularmente.

    Tudo depende de fatores como:

    • produto escolhido;
    • preço;
    • percentual de comissão;
    • audiência;
    • tráfego;
    • qualidade dos conteúdos;
    • taxa de conversão;
    • estratégia comercial;
    • concorrência.

    Na página atual para afiliados, a Hotmart divulga que determinados produtos podem oferecer comissões de até 80% do valor do produto. Isso é um limite possível divulgado pela plataforma, e não significa que todo produto pague 80%.

    Um artigo oficial atualizado em 2026 também informa uma faixa de 20% a 80% para comissões, dependendo da oferta.

    Vamos imaginar um exemplo puramente didático.

    Produto: R$ 200

    Comissão hipotética: 50%

    Comissão bruta de referência: R$ 100

    Se fossem realizadas 10 vendas nas mesmas condições, seriam R$ 1.000 de comissão bruta de referência.

    Isso não é uma previsão nem uma promessa de rendimento. O valor efetivo depende das regras e cálculos da oferta, das taxas aplicáveis e da validação das vendas.

    Como escolher um bom produto para se afiliar?

    Essa decisão é muito mais importante do que parece.

    Muita gente entra no mercado procurando: “Qual produto paga mais comissão?”

    Eu faria uma pergunta diferente: “Qual produto eu consigo recomendar com credibilidade para o meu público?”

    Imagine que você mantém um perfil sobre maternidade.

    Faz muito mais sentido divulgar algo relacionado a esse universo do que começar, de repente, a recomendar um curso extremamente técnico sobre investimentos apenas porque a comissão parece interessante.

    Procure observar:

    1. Compatibilidade com seu público: existe uma relação clara entre a oferta e as pessoas que acompanham você?

    2. Qualidade: você se sentiria confortável recomendando aquele produto?

    3. Página de vendas: ela explica claramente a solução?

    4. Reputação: quem é o produtor e o que ele entrega?

    5. Comissão: o retorno potencial faz sentido para sua estratégia?

    6. Materiais: o produtor oferece recursos que ajudam na divulgação?

    7. Regras: existem restrições sobre anúncios, palavras-chave, canais ou formas de divulgação?

    A própria Central de Ajuda orienta o afiliado a consultar as regras do programa e as orientações fornecidas pelo produtor antes de iniciar a divulgação.

    O que é o HotLink?

    Depois de ter uma afiliação ativa, você recebe os Links de Divulgação, também chamados de HotLinks.

    Esse detalhe é fundamental.

    Não adianta encontrar o endereço comum da página do produto e divulgá-lo aleatoriamente.

    Seu HotLink contém as informações necessárias para identificar a origem da indicação dentro das regras de rastreamento.

    A Hotmart explica que esse link permite reconhecer que o comprador chegou à oferta através da divulgação do afiliado e atribuir a comissão conforme as regras daquele programa.

    Por isso, sempre confira se está utilizando o link correto.

    Como funcionam os cookies da Hotmart?

    Essa é uma parte um pouco mais técnica, mas vou simplificar.

    Imagine que uma pessoa clique hoje no seu link, conheça o produto, mas não compre naquele momento.

    Ela volta dias depois e decide comprar.

    Você perdeu automaticamente a comissão?

    Não necessariamente.

    Segundo a documentação atual da Hotmart, o produtor pode configurar a duração do cookie em 60, 90, 180 dias ou duração eterna. O padrão informado pela plataforma é 60 dias.

    Além disso, existem diferentes regras para determinar qual afiliado recebe a comissão quando o mesmo consumidor passou por divulgações diferentes.

    Entre elas estão último clique e primeiro clique, sendo o último clique a regra padrão informada pela Hotmart.

    É por isso que não podemos simplesmente afirmar: “Se alguém clicar no seu link e comprar depois, a comissão será sua.”

    Depende das configurações e regras de atribuição daquele programa.

    Onde divulgar produtos da Hotmart?

    Agora começa a parte mais interessante: marketing.

    Você pode trabalhar com diferentes canais.

    Instagram, TikTok, YouTube, blog, e-mail e site próprio são alguns exemplos. A Hotmart cita oficialmente conteúdos em redes sociais, blogs, canais de vídeo e sites próprios como caminhos possíveis para direcionar público aos Links de Divulgação.

    O importante é entender que divulgar não significa simplesmente jogar o link em todos os lugares.

    Pense em conteúdo.

    Se você divulga um curso de confeitaria, poderia produzir:

    “5 erros que fazem o bolo solar”

    “Como começar a vender doces”

    “Quanto cobrar por brigadeiros?”

    “Utensílios essenciais para começar na confeitaria”

    Você atrai pessoas interessadas naquele universo e, quando existe contexto, apresenta uma solução.

    Isso é muito mais eficiente do que publicar:

    “COMPRE ESSE CURSO!!! LINK NA BIO!!!” 😂

    Dá para vender Hotmart sem aparecer?

    Sim, é possível desenvolver estratégias sem transformar sua imagem pessoal no centro do conteúdo.

    Você pode criar:

    • blogs;
    • sites de nicho;
    • perfis temáticos;
    • conteúdos educativos;
    • canais narrados;
    • estratégias de SEO;
    • e-mail marketing;
    • anúncios, respeitando as regras do produto e das plataformas.

    Mas “não aparecer” não significa não produzir valor.

    Você ainda precisará conquistar atenção e confiança.

    Se sua ideia é construir uma renda online de maneira mais ampla, veja também Como ganhar dinheiro na internet em 2026: 15 formas reais para começar.

    Preciso ter muitos seguidores?

    Não.

    A própria Hotmart afirma que ter site ou audiência não é obrigatório para ser afiliado, embora naturalmente uma audiência possa ajudar na divulgação.

    O número de seguidores sozinho também não determina vendas.

    Imagine dois perfis.

    Um possui 100 mil seguidores que praticamente não interagem.

    Outro possui 5 mil pessoas extremamente interessadas em confeitaria.

    Para divulgar um bom curso de confeitaria, o segundo pode ter uma audiência muito mais relevante.

    Audiência qualificada vale mais do que vaidade.

    Posso usar tráfego pago para vender como afiliada?

    Dependendo das regras do programa e das políticas da plataforma de anúncios, sim.

    Você poderia utilizar Meta Ads ou Google Ads para levar potenciais compradores até uma estrutura de venda.

    Mas existe um risco: você está gastando antes de saber se vai vender.

    Imagine que sua comissão líquida de referência seja R$ 80 e você gaste R$ 120 em publicidade para conquistar uma venda.

    Você perdeu dinheiro naquela aquisição.

    Por isso, afiliados que trabalham com mídia precisam entender métricas como:

    • CPC;
    • taxa de conversão;
    • CPA;
    • ROAS;
    • ticket;
    • comissão.

    Se pretende seguir por esse caminho, leia nosso guia Tráfego Pago Vale a Pena para Pequena Empresa?.

    Mesmo que o artigo seja voltado para pequenos negócios, os conceitos de orçamento, teste e mensuração também ajudam a entender a lógica de aquisição paga.

    Conteúdo ou tráfego pago: qual escolher?

    Para iniciantes com pouco dinheiro, eu começaria entendendo conteúdo e tráfego orgânico.

    Não porque anúncios sejam ruins.

    Mas porque conteúdo ajuda você a compreender:

    • quem é seu público;
    • quais dúvidas ele possui;
    • quais conteúdos chamam atenção;
    • qual oferta gera interesse;
    • quais objeções aparecem.

    Depois, o tráfego pago pode acelerar uma estratégia que já está mais clara.

    Um blog, por exemplo, permite criar conteúdos que respondem dúvidas pesquisadas no Google e inserir ofertas relacionadas de maneira contextual.

    Redes sociais ajudam na descoberta.

    YouTube pode trabalhar intenção e profundidade.

    Não existe um canal perfeito.

    Existe aquele que combina melhor com seu público + sua habilidade + sua estratégia.

    Quanto tempo demora para fazer a primeira venda?

    Pode acontecer rapidamente ou levar meses.

    Não existe prazo garantido.

    A própria Hotmart orienta iniciantes a trabalharem estratégia, nicho, tráfego e análise de métricas para conquistar as primeiras vendas.

    Portanto, desconfie de conteúdos prometendo:

    ❌ “Primeira venda em 24 horas garantida.”

    ❌ “R$ 10 mil em 30 dias.”

    ❌ “Venda sem fazer nada.”

    ❌ “Método secreto que nunca falha.”

    Marketing de afiliados é uma atividade comercial baseada em performance.

    Se ninguém comprar de forma válida através da sua estratégia, não existe comissão.

    Quando posso sacar minhas comissões?

    Depois de uma venda, o dinheiro não necessariamente fica disponível imediatamente.

    A Hotmart explica que as comissões são integralizadas progressivamente, considerando aspectos como aprovação do pagamento, prazo de garantia, reembolsos e cancelamentos. O prazo de disponibilização pode variar conforme moeda e meio de pagamento.

    Além disso, seus dados financeiros precisam estar corretamente cadastrados.

    Existe ainda uma regra importante: tentar realizar uma compra utilizando o próprio link de afiliado pode fazer com que a comissão seja anulada pelos mecanismos antifraude.

    Ou seja: não tente criar comissão comprando de você mesma.

    Quais erros evitar como afiliada iniciante?

    O primeiro é divulgar qualquer produto apenas pela comissão.

    O segundo é tentar vender antes de construir confiança.

    Outro problema é trocar de nicho constantemente.

    Hoje beleza.

    Amanhã investimentos.

    Depois emagrecimento.

    Na semana seguinte empreendedorismo.

    Seu público não entende por que deveria acompanhar você.

    Também evite spam.

    Enviar links repetidamente em grupos e mensagens privadas pode prejudicar sua reputação e ainda esbarrar nas regras dos canais utilizados.

    Por fim, nunca prometa resultados que o produto não pode garantir.

    Marketing bom não precisa enganar ninguém.

    Vale a pena ser afiliado Hotmart em 2026?

    Para algumas pessoas, sim.

    O modelo possui uma vantagem interessante: você consegue aprender sobre vendas digitais sem necessariamente desenvolver um produto próprio primeiro.

    Na prática, começa a ter contato com:

    • marketing;
    • conteúdo;
    • copywriting;
    • tráfego;
    • funil;
    • métricas;
    • vendas;
    • comportamento do consumidor.

    A Hotmart afirma possuir mais de 500 mil produtos disponíveis em seu marketplace e apresenta milhares de opções para afiliados.

    Mas variedade não significa facilidade.

    Você ainda precisa construir uma estratégia.

    Um plano simples para começar

    Se eu estivesse começando como afiliada hoje, faria assim:

    Semana 1: escolheria um nicho que conheço ou tenho interesse real.

    Semana 2: pesquisaria produtos e selecionaria apenas uma ou duas boas ofertas.

    Semana 3: estudaria profundamente o público e produziria conteúdos úteis.

    Semana 4: começaria a divulgar, acompanhar cliques, conteúdos e vendas.

    Depois analisaria os resultados.

    Quais conteúdos atraíram mais pessoas?

    Quais geraram cliques?

    Houve vendas?

    Quais dúvidas apareceram?

    O que pode melhorar?

    Esse processo é muito mais sustentável do que se afiliar a 50 produtos e divulgar todos ao mesmo tempo.

    Hotmart não é dinheiro fácil, mas pode ser uma porta de entrada

    A afiliação na Hotmart é relativamente simples de entender.

    Você escolhe um produto disponível, consegue sua afiliação, recebe um link rastreável, divulga e pode ganhar comissão quando vendas são corretamente atribuídas à sua indicação.

    O desafio verdadeiro está em conseguir as vendas.

    E é justamente aí que entram marketing digital, criação de conteúdo, posicionamento, audiência, SEO, tráfego e relacionamento.

    Por isso, se você quer começar, não fique obcecada pela pergunta: “Quanto vou ganhar?”

    Comece perguntando: “Para quem eu quero vender e como posso ajudá-la a tomar uma boa decisão?”

    • Escolha um nicho.
    • Entenda seu público.
    • Selecione produtos nos quais você realmente acredita.
    • Crie conteúdo.
    • Aprenda marketing.
    • Faça testes.

    E trate a afiliação como um pequeno negócio digital — não como uma fórmula mágica de renda. 💜

    Para continuar estudando, leia também nosso conteúdo sobre Primeiros Passos no Marketing Digital. Ele complementa muito bem este guia para quem está começando.

    12/09/2026 0 comentários
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    SOBRE MIM

    SOBRE MIM

    Thaís Cristina

    31 anos, canceriana, mãe, esposa e mais mil coisas. CEO e cofundadora da DevRocket, uma agência especializada em marketing, tecnologia e soluções para e-commerce, tenho formação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e MBA em Marketing Digital, unindo visão estratégica, experiência prática e olhar empreendedor para ajudar negócios a crescerem no digital.

    À frente do blog Dia de CEO, compartilho aqui, conteúdos sobre marketing, estratégia, vendas, gestão e bastidores reais do empreendedorismo, com uma linguagem simples, direta e aplicada à rotina de quem vive os desafios de empreender todos os dias.

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