Dia de CEO – Thaís Cristina
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Estratégia Empresarial

Primeiros Passos no Marketing Digital: Estratégias que Funcionam

por Thais Cristina 27/07/2026
escrito por Thais Cristina
Como Começar no Marketing Digital Mesmo Sem Experiência

Começar no marketing digital pode parecer complicado, principalmente quando você encontra termos como tráfego pago, funil de vendas, SEO, leads, remarketing, conversão e algoritmo.

Mas a verdade é que você não precisa dominar tudo isso logo no início.

O marketing digital é um conjunto de estratégias utilizadas para divulgar marcas, produtos e serviços por meio da internet. Ele pode ser aplicado por grandes empresas, pequenos negócios, profissionais autônomos, lojas virtuais e até por quem está começando a empreender agora.

Em 2026, estar presente no ambiente digital deixou de ser apenas uma oportunidade e passou a ser uma necessidade para praticamente qualquer empresa.

Segundo a pesquisa TIC Domicílios 2024, 46% dos usuários de internet no Brasil compraram produtos ou serviços online nos 12 meses anteriores ao levantamento. Isso representa aproximadamente 73 milhões de pessoas. Além disso, entre os usuários que venderam pela internet, 73% utilizaram as redes sociais para divulgar ou comercializar seus produtos.

Esses números mostram que os consumidores já estão pesquisando, comparando, conversando com empresas e tomando decisões de compra pela internet.

Neste guia, você vai entender como começar no marketing digital do zero, quais estratégias utilizar e como criar uma presença digital que realmente ajude o seu negócio a crescer.

O que é marketing digital?

Marketing digital é o conjunto de ações realizadas nos canais digitais para atrair pessoas, construir relacionamento, divulgar uma marca e gerar vendas.

Essas ações podem acontecer em diferentes ambientes, como:

  • Instagram;
  • TikTok;
  • Facebook;
  • YouTube;
  • Google;
  • WhatsApp;
  • blogs;
  • sites;
  • lojas virtuais;
  • marketplaces;
  • e-mail marketing.

Imagine, por exemplo, uma pequena loja de roupas.

Ela pode publicar vídeos no Instagram, criar conteúdos no TikTok, aparecer nas buscas do Google, enviar promoções pelo WhatsApp e direcionar os clientes para sua loja virtual.

Todas essas ações fazem parte do marketing digital.

A grande vantagem é que os resultados podem ser acompanhados com mais facilidade. É possível saber quantas pessoas visualizaram uma publicação, clicaram em um anúncio, acessaram o site, adicionaram produtos ao carrinho ou finalizaram uma compra.

Por que investir em marketing digital?

Os consumidores estão cada vez mais conectados.

Antes de comprar, muitas pessoas pesquisam preços, procuram avaliações, assistem a vídeos, acessam as redes sociais da empresa e verificam se o site transmite confiança.

Por isso, um negócio que não possui uma boa presença digital pode perder espaço para concorrentes que aparecem com mais frequência e passam mais credibilidade.

A publicidade digital também movimenta valores cada vez maiores no país. De acordo com o estudo Digital AdSpend, o investimento em publicidade digital no Brasil chegou a R$ 37,9 bilhões em 2024, registrando crescimento de 8% em comparação com 2023.

Mais da metade desse investimento foi direcionada às plataformas de redes sociais, enquanto os vídeos representaram mais de 40% do valor investido em mídia digital.

Isso não significa que uma pequena empresa precise investir milhares de reais.

O dado mostra, principalmente, que as empresas estão direcionando cada vez mais atenção para os canais digitais porque é nesses espaços que uma grande parte dos consumidores está.

Como começar no marketing digital do zero

Para começar, você não precisa estar em todas as redes sociais nem utilizar todas as ferramentas disponíveis.

O mais importante é construir uma base organizada.

1. Defina um objetivo claro

Antes de produzir conteúdos ou investir em anúncios, determine o que você deseja alcançar.

Seu objetivo pode ser:

  • aumentar as vendas;
  • receber mais pedidos pelo WhatsApp;
  • gerar visitas para uma loja virtual;
  • divulgar uma empresa local;
  • conquistar seguidores;
  • fortalecer a autoridade da marca;
  • captar contatos de possíveis clientes;
  • divulgar um novo produto ou serviço.

Evite utilizar objetivos muito genéricos, como “quero crescer na internet”.

Transforme essa intenção em uma meta mais clara.

Por exemplo:

“Quero gerar 50 novos contatos pelo WhatsApp nos próximos 30 dias.”

Ou:

“Quero aumentar em 20% o número de visitas na minha loja virtual durante os próximos três meses.”

Ter uma meta ajuda a escolher as estratégias certas e analisar se o trabalho está gerando resultados.

2. Conheça o seu público

Um dos erros mais comuns no marketing digital é tentar conversar com todo mundo.

Quando uma empresa tenta alcançar todas as pessoas, a comunicação acaba ficando genérica e pouco convincente.

Procure entender quem é o seu cliente ideal.

Analise informações como:

  • idade aproximada;
  • localização;
  • profissão;
  • interesses;
  • dificuldades;
  • objetivos;
  • hábitos de compra;
  • redes sociais que utiliza;
  • fatores que influenciam sua decisão.

Imagine uma empresa que vende sistemas para lojas virtuais.

Seu público pode ser formado por lojistas que possuem dificuldade para organizar pedidos, estoque e financeiro. Nesse caso, os conteúdos podem explicar como evitar erros de gestão, automatizar tarefas e melhorar a operação do e-commerce.

Quanto melhor você entende as dúvidas do público, mais fácil fica produzir conteúdos úteis.

3. Escolha os canais certos

Você não precisa começar no Instagram, TikTok, YouTube, Pinterest, Facebook, LinkedIn e Google ao mesmo tempo.

Escolha os canais com base no comportamento do seu público e na sua capacidade de produzir conteúdo.

Para negócios que dependem de imagens, demonstrações ou vídeos rápidos, Instagram e TikTok podem ser boas opções.

Para empresas que vendem serviços para outras empresas, LinkedIn, Google e e-mail marketing podem ser interessantes.

Já o WhatsApp pode ser utilizado para atendimento, relacionamento, recuperação de clientes e fechamento de vendas.

O relatório comercial sobre o comércio eletrônico brasileiro publicado pela International Trade Administration destaca a força das principais plataformas digitais no país. Dados referentes a 2025 indicavam 169 milhões de usuários no WhatsApp, 142 milhões no YouTube e 113 milhões no Instagram.

O ideal é começar com um ou dois canais, criar consistência e ampliar a presença aos poucos.

4. Organize o seu posicionamento

Posicionamento é a maneira como você deseja que a sua marca seja percebida.

Pergunte:

  • Qual problema minha empresa resolve?
  • Por que um cliente deveria comprar comigo?
  • Qual é o meu diferencial?
  • Que tipo de experiência desejo oferecer?
  • Como quero ser lembrado?

Uma empresa pode se posicionar pela praticidade, preço, atendimento, especialização, exclusividade, rapidez ou qualidade.

Esse posicionamento deve aparecer nos conteúdos, no atendimento, no site, nas imagens e nas ofertas.

A comunicação visual também influencia a confiança do consumidor. Um site desorganizado, lento ou com aparência pouco profissional pode afastar visitantes, mesmo quando o produto é bom.

Para aprofundar esse assunto, leia também o artigo A aparência da sua loja virtual está afastando clientes?.

5. Crie conteúdo que ajude o público

Produzir conteúdo não significa apenas publicar ofertas.

As pessoas dificilmente entram nas redes sociais com o objetivo principal de assistir a propagandas. Elas procuram informação, entretenimento, inspiração, soluções e identificação.

Uma estratégia de conteúdo equilibrada pode incluir:

  • dicas práticas;
  • respostas para dúvidas frequentes;
  • demonstrações de produtos;
  • comparações;
  • bastidores da empresa;
  • histórias de clientes;
  • erros comuns;
  • tutoriais;
  • tendências do mercado;
  • ofertas e lançamentos.

Uma loja de cosméticos, por exemplo, pode criar conteúdos sobre cuidados com a pele, maneiras de utilizar os produtos, diferenças entre ativos e erros que prejudicam os resultados.

Uma empresa de serviços pode mostrar etapas do trabalho, resultados alcançados, desafios resolvidos e explicações sobre o mercado.

O conteúdo deve conduzir o público por diferentes momentos da decisão de compra.

Algumas pessoas ainda estão descobrindo que possuem um problema. Outras já conhecem possíveis soluções. Também existem aquelas que estão prontas para comprar e precisam apenas de segurança para escolher uma empresa.

6. Utilize o SEO para aparecer no Google

SEO é o conjunto de técnicas utilizadas para melhorar a visibilidade de páginas e conteúdos nos mecanismos de busca.

Quando uma pessoa pesquisa no Google “como começar no marketing digital”, por exemplo, o buscador apresenta conteúdos que considera relevantes para aquela dúvida.

Para trabalhar o SEO, procure:

  • escolher uma palavra-chave principal;
  • responder de maneira completa à dúvida do usuário;
  • utilizar títulos e subtítulos claros;
  • produzir conteúdo original;
  • melhorar a velocidade do site;
  • adicionar links internos;
  • escrever uma meta description atrativa;
  • otimizar as imagens;
  • manter o conteúdo atualizado.

O SEO costuma gerar resultados de médio e longo prazo, mas possui uma grande vantagem: um artigo bem posicionado pode continuar recebendo visitas durante meses ou anos.

Além disso, os conteúdos do blog podem direcionar leitores para páginas de produtos, serviços, materiais gratuitos ou canais de atendimento.

No Dia de CEO, você também pode acompanhar conteúdos sobre Marketing Digital e estratégias de E-commerce e Vendas Online.

7. Considere investir em tráfego pago

O tráfego pago é utilizado para alcançar pessoas por meio de anúncios.

Entre as plataformas mais conhecidas estão:

  • Google Ads;
  • Meta Ads;
  • TikTok Ads;
  • Pinterest Ads;
  • LinkedIn Ads;
  • Mercado Ads.

A principal vantagem é a possibilidade de segmentar o público de acordo com interesses, localização, idade, comportamento e intenção de compra.

No entanto, anunciar sem planejamento pode consumir o orçamento sem gerar resultados.

Antes de investir, é importante definir:

  • objetivo da campanha;
  • público;
  • oferta;
  • orçamento;
  • página de destino;
  • criativo;
  • indicador de sucesso.

Quem está começando pode testar um orçamento menor, analisar os resultados e aumentar o investimento gradualmente.

Não utilize apenas curtidas como indicador. Dependendo do objetivo, acompanhe cliques, mensagens recebidas, cadastros, pedidos, custo por aquisição e retorno sobre o investimento.

8. Crie uma estrutura para receber os clientes

Não adianta atrair pessoas se a empresa não estiver preparada para atendê-las.

Antes de aumentar a divulgação, verifique se o seu negócio possui:

  • informações claras;
  • atendimento organizado;
  • site responsivo;
  • formas de pagamento confiáveis;
  • descrição completa dos produtos;
  • política de entrega;
  • depoimentos ou avaliações;
  • canais de contato;
  • processo de pós-venda.

No caso de uma loja virtual, o cliente precisa conseguir encontrar o produto, entender as condições, confiar na empresa e concluir a compra sem dificuldades.

Para quem vende online, também vale conferir o conteúdo Como aproveitar o Dia dos Pais no e-commerce e vender mais em 2026, que apresenta exemplos de planejamento, campanhas, comunicação e experiência de compra.

9. Construa uma lista de contatos

As redes sociais são importantes, mas a empresa não controla totalmente o alcance das publicações.

Por isso, é interessante construir uma base própria de contatos.

Essa lista pode ser formada por:

  • clientes;
  • pessoas cadastradas no site;
  • leads;
  • assinantes da newsletter;
  • contatos autorizados no WhatsApp;
  • pessoas que baixaram um material gratuito.

Com essa base, a empresa pode enviar novidades, conteúdos, ofertas e lembretes.

É importante respeitar a privacidade e enviar mensagens apenas para pessoas que autorizaram o contato. Também é necessário observar as regras da Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD.

10. Acompanhe os resultados

O marketing digital precisa ser analisado.

Você não deve continuar publicando ou anunciando apenas porque “sempre fez assim”.

Algumas métricas importantes são:

  • alcance;
  • visualizações;
  • engajamento;
  • cliques;
  • visitas no site;
  • mensagens recebidas;
  • leads gerados;
  • taxa de conversão;
  • vendas;
  • custo por aquisição;
  • retorno sobre investimento.

Imagine que um vídeo alcançou 50 mil pessoas, mas não gerou nenhuma visita ao site. Outro vídeo teve apenas 5 mil visualizações, mas trouxe 20 pedidos.

Dependendo do objetivo, o segundo conteúdo foi mais eficiente.

As métricas precisam ser analisadas de acordo com a meta definida no início da estratégia.

Estratégia simples de marketing digital para iniciantes

Uma pessoa que está começando pode seguir este plano:

Primeira semana: preparação

Defina o público, o objetivo, o posicionamento e os canais que serão utilizados.

Também organize a identidade visual, as informações da empresa e os canais de atendimento.

Segunda semana: produção

Crie conteúdos educativos, institucionais, de relacionamento e de vendas.

Prepare pelo menos duas semanas de publicações para evitar a produção de última hora.

Terceira semana: divulgação

Publique os conteúdos, compartilhe nos canais de atendimento e interaja com o público.

Responda aos comentários, mensagens e dúvidas.

Quarta semana: análise

Avalie quais conteúdos tiveram mais alcance, cliques, mensagens e vendas.

Utilize essas informações para planejar o próximo mês.

Principais erros de quem começa no marketing digital

Entre os erros mais comuns estão:

  • tentar utilizar todas as redes sociais;
  • publicar apenas promoções;
  • copiar os concorrentes;
  • comprar seguidores;
  • não conhecer o público;
  • investir em anúncios sem planejamento;
  • abandonar a estratégia rapidamente;
  • não acompanhar as métricas;
  • esperar resultados imediatos;
  • mudar de posicionamento toda semana.

O marketing digital exige testes e consistência.

Nem todo conteúdo vai viralizar. Nem todo anúncio vai gerar vendas. Nem toda estratégia funcionará da mesma maneira para empresas diferentes.

O crescimento acontece quando a marca observa os resultados, aprende com os erros e melhora continuamente.

Ferramentas úteis para começar

Algumas ferramentas podem facilitar a rotina:

  • Canva, para criação de imagens;
  • CapCut, para edição de vídeos;
  • Google Trends, para acompanhar buscas;
  • Google Analytics, para analisar o site;
  • Google Search Console, para acompanhar o desempenho no Google;
  • Meta Business Suite, para administrar Instagram e Facebook;
  • plataformas de e-mail marketing;
  • ferramentas de organização, como Trello e Notion;
  • inteligência artificial para apoiar pesquisas, ideias e rascunhos.

Em 2025, a inteligência artificial generativa já era utilizada por aproximadamente 32% dos usuários de internet no Brasil, o equivalente a cerca de 50 milhões de pessoas.

Mesmo assim, a tecnologia deve ser utilizada como apoio. É importante revisar os conteúdos, verificar informações e manter a personalidade da marca.

Quanto custa começar no marketing digital?

É possível começar utilizando ferramentas gratuitas e produção própria.

Entretanto, conforme o negócio cresce, pode ser necessário investir em:

  • domínio e hospedagem;
  • criação de site;
  • loja virtual;
  • ferramentas de automação;
  • anúncios;
  • produção audiovisual;
  • identidade visual;
  • profissionais ou agências especializadas.

Não existe um valor único que funcione para todas as empresas.

O ideal é começar com um orçamento que não comprometa a operação, testar as estratégias e aumentar o investimento conforme os resultados aparecem.

Começar no marketing digital do zero não significa aprender todas as ferramentas de uma vez.

O primeiro passo é definir um objetivo, conhecer o público, escolher os canais adequados e produzir conteúdos que realmente ajudem as pessoas.

Depois, a empresa pode ampliar a estratégia com SEO, anúncios, e-mail marketing, automação, vídeos e análise de dados.

Em 2026, os negócios que conseguem unir conteúdo útil, atendimento de qualidade, presença digital e uma boa experiência de compra têm mais oportunidades de conquistar clientes e construir uma marca forte.

O mais importante é começar.

Crie uma estratégia simples, publique com consistência, acompanhe os resultados e faça melhorias ao longo do caminho.

O marketing digital não é uma ação isolada. Ele é um processo contínuo de comunicação, relacionamento, aprendizado e vendas.

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E-commerce e Vendas OnlineFerramentas e Tecnologia

Marketplace: o que é, como funciona e quanto custa vender

por Thais Cristina 27/07/2026
escrito por Thais Cristina
Vender em marketplace compensa? Veja vantagens, desvantagens e custos

Quem está pesquisando maneiras de vender pela internet provavelmente já encontrou a palavra marketplace. Mercado Livre, Amazon, Shopee e Magazine Luiza são alguns dos exemplos mais conhecidos no Brasil.

Essas plataformas recebem milhões de consumidores interessados em comparar produtos, preços, prazos de entrega e avaliações antes de finalizar uma compra. Para os lojistas, isso representa uma oportunidade de colocar os produtos diante de um público que já está preparado para comprar.

Por outro lado, vender em um marketplace envolve regras, comissões, custos logísticos e uma concorrência bastante elevada.

Por isso, antes de cadastrar os produtos em diferentes canais, é importante entender o que é marketplace, como funciona, quais taxas podem ser cobradas e se realmente vale a pena para o seu negócio.

Neste artigo, você encontrará uma explicação completa e fácil sobre o assunto.

O que é marketplace?

Marketplace é uma plataforma de vendas online que reúne produtos de diferentes vendedores em um mesmo site ou aplicativo.

Podemos comparar esse modelo a um shopping center. O shopping oferece a estrutura, os corredores, a segurança e o fluxo de consumidores. Dentro dele, várias lojas apresentam seus produtos e disputam a atenção dos visitantes.

No marketplace acontece algo semelhante.

A empresa responsável pela plataforma disponibiliza a tecnologia, recebe os consumidores, processa os pagamentos e pode oferecer soluções de entrega, publicidade e atendimento. Os vendedores utilizam essa estrutura para anunciar seus produtos.

Quando uma pessoa entra no Mercado Livre, por exemplo, encontra milhares de itens oferecidos por diferentes empresas e vendedores. Mesmo comprando produtos de lojas distintas, toda a experiência acontece dentro do ambiente da plataforma.

Em troca dessa visibilidade e estrutura, o marketplace geralmente cobra uma comissão sobre cada venda realizada.

Qual é a diferença entre marketplace e loja virtual?

Apesar de estarem relacionados ao comércio eletrônico, marketplace e loja virtual não são a mesma coisa.

Em uma loja virtual própria, o empreendedor possui um site exclusivo para sua empresa. Ele controla o layout, o domínio, as páginas, as promoções, os dados dos clientes e toda a experiência de compra.

Já no marketplace, o lojista vende dentro de uma plataforma pertencente a outra empresa.

Na loja própria, o cliente entra em um endereço como: www.sualoja.com.br

No marketplace, ele acessa o site da plataforma e encontra a sua empresa entre vários outros vendedores.

A loja virtual oferece mais liberdade para construir uma marca e manter um relacionamento direto com os consumidores. Porém, o lojista precisa investir em divulgação para atrair visitantes.

O marketplace já possui um grande fluxo de pessoas, mas limita algumas possibilidades de personalização e relacionamento.

Por esse motivo, uma estratégia não precisa substituir a outra. Muitas empresas mantêm uma loja virtual própria e, ao mesmo tempo, utilizam marketplaces para alcançar novos consumidores.

Como funciona um marketplace?

O funcionamento pode apresentar diferenças entre as plataformas, mas normalmente segue algumas etapas.

Primeiro, o empreendedor cria uma conta de vendedor e envia os documentos solicitados. Dependendo do marketplace, pode ser permitido vender com CPF, CNPJ ou apenas como empresa.

Depois da aprovação do cadastro, o vendedor cria os anúncios dos produtos. É necessário informar título, descrição, imagens, preço, estoque, medidas, peso e outras características.

Quando um cliente faz um pedido, o marketplace processa o pagamento e comunica o vendedor.

O lojista prepara o produto, emite a nota fiscal quando necessário e realiza o envio conforme as regras da plataforma. Em alguns casos, a própria empresa responsável pelo marketplace pode armazenar e despachar as mercadorias.

Após a confirmação da venda e o cumprimento dos prazos estabelecidos, o valor é disponibilizado ao vendedor, descontando as comissões e demais cobranças.

O desempenho da loja costuma ser acompanhado por indicadores como:

  • Prazo de envio;
  • Número de cancelamentos;
  • Reclamações;
  • Avaliações dos compradores;
  • Taxa de resposta;
  • Quantidade de devoluções;
  • Qualidade dos anúncios;
  • Disponibilidade de estoque.

Uma operação mal organizada pode perder visibilidade, receber punições ou até ser suspensa da plataforma.

Exemplos de marketplaces no Brasil

Existem marketplaces generalistas, que vendem praticamente todos os tipos de produtos, e plataformas especializadas em determinados segmentos.

Mercado Livre

O Mercado Livre é uma das principais referências de marketplace no Brasil e na América Latina.

A plataforma reúne produtos de tecnologia, moda, beleza, casa, decoração, ferramentas, produtos automotivos, brinquedos, alimentos e diversas outras categorias.

Entre suas soluções estão o Mercado Pago, os anúncios patrocinados e as diferentes modalidades do Mercado Envios. O serviço Mercado Envios Full permite que o vendedor envie o estoque para os centros de distribuição da empresa, que assume etapas como armazenamento, separação e despacho dos pedidos. Segundo o Mercado Livre, anúncios que utilizam o Full podem obter mais visitas e oferecer entregas mais rápidas.

Amazon

A Amazon permite o cadastro de vendedores com CPF ou CNPJ e oferece planos e soluções logísticas diferentes. Além de vender diretamente, o lojista pode utilizar o FBA, modalidade na qual os produtos ficam armazenados nos centros de distribuição da Amazon.

A empresa informa que suas comissões no Brasil normalmente ficam entre 10% e 15%, dependendo da categoria. No Plano Profissional, não há cobrança de tarifa fixa por item vendido, embora possam existir mensalidade e outros custos relacionados à logística e aos serviços escolhidos.

Shopee

A Shopee ganhou espaço no Brasil principalmente por meio de campanhas promocionais, cupons, ofertas de frete e forte presença em aplicativos móveis.

A plataforma permite anunciar diferentes tipos de produtos e oferece recursos de publicidade para vendedores. Segundo a própria Shopee, os anúncios pagos podem ser configurados com metas de retorno sobre investimento para ampliar a exposição dos produtos.

As cobranças podem incluir comissão, taxa por pedido, participação em programas de frete e serviços adicionais. Como essas condições são alteradas periodicamente e podem variar por campanha, o vendedor deve conferir os valores atualizados dentro da Central do Vendedor antes de definir seus preços.

Magalu Marketplace

O Marketplace do Magazine Luiza permite anunciar produtos em diferentes marcas do grupo, como Magalu, Netshoes, KaBuM!, Zattini, Época Cosméticos e Estante Virtual, dependendo do segmento e das condições comerciais.

Segundo o Universo Magalu, não há mensalidade ou taxa de adesão para utilizar o marketplace. A empresa cobra comissão sobre as vendas e um custo fixo por pedido. Para vender na plataforma, é necessário possuir CNPJ ativo e emitir nota fiscal eletrônica.

Em julho de 2026, a plataforma divulgava uma comissão promocional de 9,9% para novos cadastros, válida por três meses ou até o vendedor alcançar R$ 100 mil em vendas, dentro das condições da campanha.

Quais taxas um marketplace pode cobrar?

A comissão sobre a venda é apenas um dos custos que devem ser considerados.

Cada plataforma possui sua própria política, mas as cobranças mais comuns são:

Comissão por venda

É um percentual descontado do valor do produto. A porcentagem pode variar de acordo com a categoria, o tipo de anúncio e os benefícios oferecidos.

No Mercado Livre, por exemplo, a tarifa dos anúncios Clássicos pode variar aproximadamente entre 10% e 14% do valor da venda. Os anúncios Premium possuem custos maiores porque oferecem benefícios como parcelamento sem juros para o comprador.

Na Amazon Brasil, as comissões divulgadas normalmente variam de 10% a 15%, conforme a categoria.

Tarifa fixa por item ou pedido

Alguns marketplaces cobram uma tarifa fixa, principalmente em produtos de menor valor. Essa cobrança é somada à comissão percentual.

Um produto barato pode deixar de ser lucrativo quando existe uma tarifa fixa elevada em relação ao preço de venda.

Custos de frete

Mesmo quando o anúncio apresenta “frete grátis” para o consumidor, isso não significa que a entrega não possui custo.

O valor pode ser pago totalmente pelo vendedor, dividido com o marketplace ou subsidiado dentro de uma campanha.

No Mercado Livre, as regras de contribuição para o frete variam conforme o preço do produto, a reputação do vendedor e a modalidade de envio. A empresa informou mudanças para oferecer frete grátis ao consumidor em compras a partir de R$ 19, com diferentes níveis de participação nos custos.

Taxas logísticas

Ao utilizar serviços como Mercado Envios Full ou Amazon FBA, podem existir cobranças por armazenamento, separação, embalagem, coleta, envio e retirada do estoque.

Na Amazon, as tarifas logísticas variam conforme o preço, o peso, as dimensões e a modalidade do produto. A empresa mantém tabelas específicas para mercadorias de diferentes faixas de preço.

Publicidade

Os anúncios patrocinados são opcionais, mas podem se tornar importantes em categorias concorridas.

O vendedor estabelece um orçamento para aumentar a exposição dos produtos. Nesse caso, o custo da publicidade precisa ser incluído no cálculo da margem.

Antecipação de recebíveis

O consumidor pode pagar parcelado, enquanto o vendedor recebe conforme as condições da plataforma. Caso queira antecipar o dinheiro, pode existir uma taxa adicional.

Impostos

As comissões do marketplace não substituem os impostos da empresa.

O vendedor ainda precisa considerar o regime tributário, a emissão de notas fiscais e os tributos relacionados às vendas. Um contador deve avaliar o enquadramento mais adequado para cada negócio.

Exemplo de cálculo de uma venda

Imagine um produto vendido por R$ 100,00.

Considere o seguinte cenário hipotético:

  • Custo do produto: R$ 40,00;
  • Comissão do marketplace: R$ 14,00;
  • Tarifa fixa: R$ 6,00;
  • Participação no frete: R$ 8,00;
  • Impostos: R$ 6,00;
  • Embalagem: R$ 2,00;
  • Publicidade: R$ 5,00.

Depois de descontar os custos, sobrariam R$ 19,00.

Isso não significa necessariamente que o lucro final será de R$ 19,00. Ainda podem existir despesas com funcionários, sistemas, devoluções, armazenamento e operação administrativa.

Esse exemplo demonstra por que não basta olhar apenas para o preço de compra e o valor da venda.

Quais são as vantagens de vender em marketplaces?

Uma das maiores vantagens é o acesso a um público que já conhece e confia na plataforma.

Para uma loja nova, conquistar visitantes pode exigir meses de conteúdo, anúncios e construção de marca. No marketplace, os consumidores já estão pesquisando produtos e comparando ofertas.

Outros benefícios incluem:

  • Estrutura pronta para cadastrar produtos;
  • Processamento de pagamentos;
  • Ferramentas de segurança;
  • Soluções de entrega;
  • Possibilidade de parcelamento;
  • Sistemas de avaliações;
  • Acesso a relatórios;
  • Oportunidade de vender para outras regiões;
  • Menor investimento inicial em tecnologia;
  • Campanhas realizadas pela própria plataforma.

Para pequenos negócios, o marketplace também pode funcionar como um canal de teste. O empreendedor pode avaliar a procura por um produto antes de investir em uma operação maior.

Quais são as desvantagens?

A principal desvantagem é a dependência de uma plataforma controlada por outra empresa.

As regras, taxas e condições podem mudar. O vendedor precisa se adaptar e não possui controle total sobre a experiência do consumidor.

Além disso, existe uma grande comparação de preços. Em muitos casos, produtos semelhantes aparecem lado a lado, o que pode iniciar uma disputa pelo menor valor.

Outros desafios são:

  • Comissões que reduzem a margem;
  • Concorrência elevada;
  • Dificuldade para destacar a marca;
  • Pouco acesso aos dados dos clientes;
  • Risco de bloqueio da conta;
  • Necessidade de cumprir prazos rígidos;
  • Custos com devoluções;
  • Pressão para oferecer frete rápido;
  • Dependência da reputação;
  • Investimento crescente em anúncios.

Por isso, concentrar 100% das vendas em apenas um marketplace pode ser arriscado.

Vale a pena vender em marketplace?

Na maioria dos casos, sim, pode valer a pena, desde que o negócio tenha planejamento financeiro, produtos adequados e uma operação organizada.

O marketplace pode ser especialmente interessante para quem deseja:

  • Começar a vender online;
  • Alcançar clientes de outras regiões;
  • Testar novos produtos;
  • Aumentar o volume de pedidos;
  • Aproveitar estruturas logísticas prontas;
  • Diversificar os canais de venda.

Entretanto, nem todo produto funciona bem nesse modelo.

Mercadorias com margens muito baixas podem se tornar inviáveis depois das comissões, tarifas e custos de frete. Produtos muito grandes, frágeis ou difíceis de transportar também exigem atenção.

Antes de começar, faça uma simulação realista de cada venda. Não copie apenas o preço dos concorrentes, pois eles podem possuir custos, fornecedores e condições comerciais diferentes.

Marketplace ou loja virtual própria?

A melhor estratégia geralmente é não depender exclusivamente de um único canal.

O marketplace pode ajudar a gerar volume e alcançar consumidores novos. A loja virtual própria pode fortalecer a marca, aumentar a liberdade comercial e construir um relacionamento mais próximo com os clientes.

Uma operação multicanal pode vender:

  • Na loja virtual própria;
  • No Mercado Livre;
  • Na Amazon;
  • Na Shopee;
  • No Magalu;
  • Nas redes sociais;
  • Pelo WhatsApp;
  • Em pontos físicos.

Para isso, é importante utilizar um sistema integrado para controlar pedidos, preços e estoque. Sem integração, existe o risco de vender um produto que já acabou ou cadastrar informações diferentes em cada canal.

Como começar a vender em marketplaces?

Comece selecionando uma ou duas plataformas compatíveis com o seu produto e com a estrutura da empresa.

Depois:

  1. Analise as regras e os documentos necessários;
  2. Consulte as taxas da categoria;
  3. Calcule a margem de lucro;
  4. Escolha produtos com boa procura;
  5. Produza fotografias profissionais;
  6. Crie títulos claros e completos;
  7. Escreva descrições que respondam às dúvidas;
  8. Organize o estoque;
  9. Defina um processo rápido de separação e envio;
  10. Acompanhe avaliações, reclamações e devoluções.

Também evite colocar todo o estoque em um produto sem antes testar sua aceitação.

Comece com quantidades menores, acompanhe as vendas e amplie o investimento conforme os resultados.

Marketplace é uma plataforma que reúne diferentes vendedores e produtos em um único ambiente de compra.

Para os consumidores, esse modelo oferece praticidade, comparação de preços, avaliações e diversas opções de entrega. Para os vendedores, representa acesso a um público maior e a uma estrutura pronta de pagamentos, tecnologia e logística.

Porém, essa facilidade possui custos.

Comissões, tarifas fixas, frete, armazenamento, publicidade e impostos precisam ser considerados na formação do preço. Vender bastante sem controlar esses números pode gerar faturamento alto e pouco lucro.

Portanto, vale a pena vender em marketplace quando a empresa possui margem saudável, produtos competitivos, estoque organizado e capacidade para cumprir os prazos.

O ideal é enxergar essas plataformas como parte de uma estratégia mais ampla. Utilize os marketplaces para ganhar visibilidade e conquistar novos compradores, mas também invista na construção da sua marca, na loja virtual própria e em canais que ofereçam maior controle sobre o relacionamento com o cliente.

Assim, o seu negócio não fica dependente de apenas uma plataforma e estará mais preparado para crescer de maneira sustentável no comércio eletrônico.

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E-commerce e Vendas OnlineEstratégia Empresarial

50 produtos em alta para vender no Mercado Livre

por Thais Cristina 26/07/2026
escrito por Thais Cristina
O que vender no Mercado Livre em 2026: 50 ideias de produtos

Vender no Mercado Livre continua sendo uma das principais oportunidades para quem deseja começar um negócio online ou aumentar o faturamento de uma empresa que já atua no comércio eletrônico.

A plataforma reúne milhões de consumidores, oferece ferramentas de pagamento, soluções logísticas e uma estrutura que facilita o contato entre vendedores e compradores. Segundo informações institucionais do próprio Mercado Livre, o marketplace possui mais de 211 milhões de usuários e reúne mais de 10 milhões de vendedores em sua operação na América Latina.

O cenário para 2026 também é bastante promissor. O Mercado Livre anunciou um investimento de aproximadamente R$ 57 bilhões no Brasil durante o ano, com foco principalmente na ampliação da estrutura logística, tecnologia, serviços financeiros e novos centros de distribuição.

Entretanto, estar dentro de um grande marketplace não significa que qualquer produto terá vendas garantidas. Para alcançar bons resultados, é necessário escolher mercadorias com demanda, analisar a concorrência, calcular corretamente os custos e apresentar um anúncio completo.

Pensando nisso, preparamos uma lista com 50 produtos em alta para vender em 2026 no Mercado Livre, divididos por categorias. As sugestões consideram comportamentos de consumo, buscas dentro da plataforma, produtos populares e segmentos que seguem crescendo no comércio eletrônico.

Como identificar produtos em alta no Mercado Livre?

Antes de conhecer a lista, é importante entender que um produto em alta não é necessariamente uma novidade.

Muitos itens simples, como organizadores, acessórios para celular, produtos automotivos e utensílios domésticos, apresentam vendas constantes porque resolvem necessidades comuns dos consumidores.

O próprio Mercado Livre disponibiliza páginas de tendências e produtos mais vendidos. Entre as buscas que vêm ganhando destaque aparecem termos relacionados a tênis feminino, celulares, geladeiras, guarda-roupas, capacetes e chuteiras.

Além disso, pesquisas sobre o mercado indicam que categorias como games, eletrodomésticos, smartphones, informática, artigos esportivos, calçados, roupas e acessórios automotivos estão entre as mais procuradas na plataforma em 2026.

O ideal é combinar diferentes fontes de informação:

  • Página de tendências do Mercado Livre;
  • Ranking de produtos mais vendidos;
  • Google Trends;
  • Redes sociais;
  • Análise dos concorrentes;
  • Histórico de vendas do próprio negócio;
  • Datas comemorativas;
  • Avaliações e perguntas feitas pelos compradores.

Agora, vamos às oportunidades.

Tecnologia e acessórios para celular

A tecnologia permanece entre os segmentos mais fortes do comércio eletrônico. Como smartphones, computadores e dispositivos inteligentes fazem parte da rotina das pessoas, também existe uma demanda constante por acessórios, proteção e conectividade.

1. Capinhas para celular

As capinhas possuem baixo custo de aquisição, variedade de modelos e grande possibilidade de recompra. Uma boa estratégia é trabalhar com aparelhos populares e oferecer kits com capinha e película.

2. Películas de proteção

Películas de vidro, cerâmica e privacidade são produtos pequenos, fáceis de armazenar e com alta procura. Kits com duas ou três unidades podem aumentar o valor médio do pedido.

3. Carregadores rápidos

Com o uso frequente dos smartphones, carregadores rápidos e compatíveis com diferentes aparelhos continuam sendo necessários. É fundamental informar potência, tipo de conexão e modelos compatíveis.

4. Cabos USB-C

O USB-C se tornou comum em celulares, tablets, notebooks e acessórios eletrônicos. Cabos reforçados, longos ou com carregamento rápido podem conquistar mais atenção.

5. Suportes para celular

Suportes de mesa, articulados, magnéticos e veiculares atendem consumidores que usam o aparelho para trabalhar, dirigir, gravar vídeos ou participar de chamadas.

Produtos para casa e organização

A busca por ambientes funcionais e organizados continua influenciando as compras online. Produtos simples que ajudam a aproveitar melhor os espaços podem gerar boas oportunidades.

6. Organizadores de geladeira

Esses produtos facilitam a separação de alimentos, bebidas, frutas e temperos. Anúncios com fotos mostrando o organizador dentro da geladeira tendem a transmitir melhor sua utilidade.

7. Colmeias organizadoras

As colmeias são usadas em gavetas para separar roupas, peças íntimas, meias, acessórios e itens infantis. Podem ser vendidas individualmente ou em kits.

8. Caixas organizadoras transparentes

Caixas transparentes ajudam o consumidor a visualizar o conteúdo sem precisar abrir cada recipiente. São procuradas para cozinhas, quartos, banheiros, despensas e escritórios.

9. Prateleiras adesivas

Prateleiras sem necessidade de furar a parede são interessantes para apartamentos, imóveis alugados e ambientes pequenos.

10. Organizadores de cabos

Com a quantidade de eletrônicos presentes nas casas e escritórios, organizadores de fios, presilhas e canaletas ajudam a manter o espaço mais seguro e visualmente agradável.

Cozinha e utilidades domésticas

Produtos para cozinha costumam ter boa aceitação porque unem praticidade, preço acessível e possibilidade de demonstração em vídeos curtos.

11. Potes herméticos

Potes herméticos são utilizados para armazenar mantimentos, cereais, biscoitos, massas e temperos. Kits com diferentes tamanhos podem aumentar a percepção de valor.

12. Garrafas térmicas

As garrafas térmicas seguem presentes entre os itens de interesse dos consumidores, especialmente modelos modernos, resistentes e fáceis de transportar. Produtos reutilizáveis também aparecem em estudos sobre consumo sustentável.

13. Air fryer

A air fryer já se consolidou como um eletrodoméstico popular. Para competir nesse segmento, o vendedor precisa avaliar marca, capacidade, garantia, voltagem e reputação do fornecedor.

14. Mini processadores elétricos

Esses aparelhos facilitam o preparo de temperos, alho, cebola, legumes e pequenas receitas. Produtos compactos e demonstrados em vídeo possuem bom potencial de divulgação.

15. Kits de utensílios de silicone

Espátulas, pegadores, colheres e pincéis de silicone podem ser vendidos em conjuntos. Cores modernas e embalagens bonitas tornam o produto mais atrativo para presentes.

Beleza e cuidados pessoais

Autocuidado e bem-estar permanecem relevantes em 2026. Nesse segmento, é importante trabalhar com fornecedores confiáveis e apresentar todas as informações obrigatórias do produto.

16. Escovas secadoras

As escovas secadoras oferecem praticidade para modelar e secar os cabelos. Modelos bivolt ou com diferentes temperaturas podem alcançar um público maior.

17. Modeladores de cachos

Ferramentas para modelar os cabelos continuam populares, principalmente quando acompanhadas de vídeos mostrando o resultado e a forma correta de uso.

18. Espelhos com iluminação LED

Espelhos iluminados são procurados para maquiagem, cuidados pessoais e decoração. Modelos dobráveis ou recarregáveis facilitam o transporte.

19. Massageadores faciais

Massageadores elétricos ou manuais podem ser posicionados como acessórios para a rotina de autocuidado. Evite promessas médicas ou resultados garantidos nos anúncios.

20. Organizadores de maquiagem

Maletas, caixas com divisórias e organizadores de acrílico ajudam a armazenar cosméticos, pincéis e acessórios.

Produtos pet

O mercado pet mantém uma grande variedade de oportunidades, pois os tutores costumam investir em conforto, alimentação, higiene, segurança e entretenimento para os animais.

21. Tapetes higiênicos

São produtos de consumo recorrente, o que aumenta a possibilidade de o comprador retornar ao mesmo vendedor. Pacotes maiores podem proporcionar melhor custo-benefício.

22. Bebedouros automáticos

Fontes e bebedouros automáticos mantêm a água em circulação e chamam a atenção de tutores que buscam mais praticidade.

23. Caminhas para cães e gatos

Caminhas confortáveis, laváveis e disponíveis em vários tamanhos podem atender diferentes perfis de animais.

24. Brinquedos interativos

Brinquedos que escondem petiscos ou estimulam o animal ajudam a reduzir o tédio e podem ser vendidos em kits.

25. Escovas removedoras de pelos

Escovas para animais e acessórios para retirar pelos de sofás, roupas e tapetes resolvem uma dor bastante comum dos tutores.

Itens automotivos

O setor automotivo está entre as categorias relevantes nos marketplaces. Peças, acessórios e produtos de manutenção possuem demanda, mas exigem descrições técnicas detalhadas e informações claras sobre compatibilidade.

26. Suportes veiculares para celular

Os suportes ajudam motoristas a utilizar aplicativos de navegação com mais segurança. Modelos magnéticos, com ventosa ou encaixe na saída de ar oferecem diferentes possibilidades.

27. Câmeras veiculares

As chamadas dashcams são usadas para registrar trajetos e podem ser procuradas por motoristas particulares, profissionais e empresas.

28. Aspiradores automotivos portáteis

Aspiradores compactos facilitam a limpeza de bancos, tapetes e pequenos espaços dentro do veículo.

29. Capas para banco

Capas protetoras são úteis para preservar o interior do automóvel, principalmente para famílias com crianças ou animais.

30. Kits de limpeza automotiva

Combinações com panos de microfibra, aplicadores, escovas e produtos de limpeza podem gerar um ticket médio maior.

Esporte e vida saudável

A busca por exercícios em casa, atividades ao ar livre e melhoria da qualidade de vida continua movimentando o mercado.

31. Faixas elásticas

As faixas são usadas em alongamentos, musculação, fisioterapia e treinos funcionais. Kits com diferentes níveis de resistência atendem iniciantes e pessoas mais experientes.

32. Garrafas de água motivacionais

Modelos com marcações de horário, grande capacidade e alças para transporte combinam hidratação, rotina saudável e apelo visual.

33. Tapetes de yoga

Tapetes para yoga, pilates e exercícios em casa são produtos relativamente simples e podem ser oferecidos com bolsas de transporte.

34. Chuteiras society

As chuteiras aparecem entre os termos em crescimento nas tendências de pesquisa do Mercado Livre. Trabalhar com numerações variadas, boas fotos e tabela de medidas é essencial.

35. Smartwatches

Smartwatches que registram atividades, passos e notificações permanecem populares. O vendedor deve informar com clareza quais funções estão disponíveis e quais aparelhos são compatíveis.

Moda e acessórios

A moda possui um público amplo e permite acompanhar tendências com rapidez. Por outro lado, trocas por tamanho e cor podem aumentar os custos da operação.

36. Tênis feminino

O termo está entre as buscas que apresentaram crescimento na plataforma. Modelos casuais, esportivos e confortáveis podem alcançar públicos diferentes.

37. Bolsas transversais

Bolsas pequenas e práticas atendem consumidores que procuram facilidade para carregar celular, documentos e itens pessoais.

38. Roupas fitness

Leggings, tops, camisetas e conjuntos esportivos podem ser trabalhados em diferentes faixas de preço.

39. Pijamas femininos

Os pijamas possuem demanda ao longo do ano e permitem a criação de campanhas para Dia das Mães, Dia dos Namorados, Natal e outras datas.

40. Bonés

Bonés são acessórios fáceis de armazenar e podem atender públicos ligados à moda urbana, esportes e atividades ao ar livre.

Segurança e casa inteligente

A automação residencial está se tornando mais acessível. Câmeras Wi-Fi, fechaduras, lâmpadas e dispositivos conectados fazem parte das categorias de tecnologia e acessórios inteligentes que seguem aquecidas em 2026.

41. Câmeras de segurança Wi-Fi

Essas câmeras permitem monitorar casas, escritórios, crianças, animais e pequenos negócios por meio do celular.

42. Lâmpadas inteligentes

Lâmpadas conectadas podem oferecer controle por aplicativo, ajuste de intensidade e mudança de cores.

43. Fechaduras digitais

Modelos com senha, cartão ou biometria despertam interesse de consumidores que desejam mais praticidade e controle de acesso.

44. Sensores de presença

Sensores podem ser usados na iluminação, segurança e automação de diferentes ambientes.

45. Tomadas inteligentes

As tomadas inteligentes permitem ligar e desligar aparelhos por aplicativo ou criar programações de funcionamento.

Produtos infantis

Pais e responsáveis valorizam segurança, praticidade e durabilidade. Para vender produtos infantis, é indispensável verificar certificações, composição, faixa etária e regras da plataforma.

46. Câmeras para monitorar bebês

Babás eletrônicas com vídeo e acesso por celular ajudam os responsáveis a acompanhar o bebê em outros ambientes.

47. Kits de alimentação infantil

Pratos com divisórias, copos, talheres e babadores podem ser vendidos em conjuntos. Materiais, cuidados de limpeza e idade recomendada devem estar claros.

48. Brinquedos educativos

Brinquedos que trabalham coordenação, lógica, criatividade e reconhecimento de formas ou cores são procurados por famílias e educadores.

49. Organizadores de brinquedos

Caixas, cestos e estantes infantis ajudam a manter quartos e brinquedotecas mais organizados.

50. Mochilas infantis

Mochilas escolares, modelos com rodinhas e opções para passeios possuem maior procura em períodos de volta às aulas, mas também vendem ao longo do ano.

Como escolher o melhor produto para vender?

Uma lista de tendências funciona como ponto de partida. A escolha final precisa considerar a realidade financeira e operacional de cada vendedor.

Antes de comprar um grande estoque, analise os seguintes fatores:

Demanda

Pesquise o nome do produto no Mercado Livre e observe quantas unidades os principais anúncios venderam. Confira também as perguntas, avaliações e reclamações.

Concorrência

Ter muitos vendedores não significa necessariamente que você deve desistir. Entretanto, será preciso encontrar algum diferencial, como entrega mais rápida, kit exclusivo, garantia, atendimento ou apresentação superior.

Margem de lucro

Calcule o valor pago ao fornecedor, impostos, embalagem, frete, comissão do marketplace, tarifas, publicidade, devoluções e possíveis perdas.

Um produto pode vender bastante e ainda assim gerar pouco lucro.

Facilidade de envio

Itens pequenos, leves e resistentes costumam ser mais simples para quem está começando. Produtos frágeis ou grandes exigem embalagem reforçada e podem elevar os custos logísticos.

Possibilidade de recompra

Produtos consumíveis ou utilizados com frequência ajudam a construir uma base recorrente de compradores. Tapetes higiênicos, películas, cabos, itens de organização e acessórios são alguns exemplos.

Vale a pena vender no Mercado Livre em 2026?

Sim, o Mercado Livre continua oferecendo uma grande estrutura para vendedores que desejam atingir consumidores em diferentes regiões do Brasil.

Porém, os melhores resultados não vêm apenas de encontrar um produto popular. Eles dependem da combinação entre pesquisa, fornecedores confiáveis, preço competitivo, margem saudável, logística eficiente e atendimento de qualidade.

Outro cuidado importante é não investir todo o capital em uma única aposta.

Comece testando pequenas quantidades, acompanhe os acessos e as vendas, analise as dúvidas dos compradores e ajuste o anúncio. Depois que o produto demonstrar procura e margem, aumente o estoque de maneira gradual.

Também é interessante trabalhar com um pequeno conjunto de produtos relacionados. Quem vende capinhas, por exemplo, pode oferecer películas, cabos, carregadores e suportes. Quem vende utensílios de cozinha pode criar kits de potes, organizadores e acessórios de silicone.

Essa estratégia ajuda a aumentar o valor médio dos pedidos e reduz a dependência de apenas um item.

Os produtos em alta para vender no Mercado Livre em 2026 estão distribuídos por diferentes segmentos, desde tecnologia e casa até moda, esporte, mercado pet, itens automotivos e produtos infantis.

Capinhas, carregadores, organizadores, potes herméticos, garrafas térmicas, acessórios pet, câmeras de segurança e utensílios domésticos são algumas das possibilidades para quem deseja começar.

No entanto, não existe um produto perfeito para todos os vendedores.

A melhor escolha será aquela que apresentar procura, margem de lucro, fornecedores confiáveis e uma operação compatível com a capacidade do seu negócio.

Use esta lista como inspiração, acesse regularmente as páginas de tendências do Mercado Livre, acompanhe o Google Trends e observe as mudanças no comportamento dos consumidores.

No comércio eletrônico, quem pesquisa antes de investir consegue tomar decisões mais seguras, evitar estoques parados e encontrar oportunidades antes de muitos concorrentes.

26/07/2026 0 comentários
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Gestão e Bastidores de CEO

Fórum E-Commerce Brasil 2026: conhecimento, networking e novas oportunidades

por Thais Cristina 24/07/2026
escrito por Thais Cristina
Por que participar do Fórum E-Commerce Brasil 2026 é importante para empresários

Empreender no mercado digital significa entender que nunca estamos completamente prontos. As ferramentas mudam, o comportamento dos consumidores evolui, novas tecnologias aparecem e estratégias que funcionavam perfeitamente há algum tempo podem deixar de apresentar os mesmos resultados.

É justamente por isso que, mais uma vez, estarei presente no Fórum E-Commerce Brasil 2026.

A 17ª edição do evento acontecerá entre os dias 28 e 30 de julho de 2026, no Distrito Anhembi, em São Paulo. Serão três dias de conteúdos, conexões, negócios, tecnologia, inovação e muitas conversas sobre o presente e o futuro do comércio eletrônico.

Eu já participei do Fórum E-Commerce Brasil em outros anos e posso dizer que essa é uma experiência que vai muito além de assistir a palestras. É um momento de sair da rotina, olhar para o mercado de uma maneira mais ampla, conversar com pessoas que enfrentam desafios parecidos com os nossos e voltar para a empresa com novas ideias.

Quem acompanha o Dia de CEO sabe que eu gosto de falar sobre os bastidores reais do empreendedorismo. Nem sempre temos todas as respostas. Na maioria das vezes, estamos tomando decisões, ajustando estratégias, testando caminhos e tentando construir empresas cada vez mais organizadas, competitivas e preparadas para o futuro.

Participar de eventos como o Fórum faz parte desse processo.

O que é o Fórum E-Commerce Brasil?

O Fórum E-Commerce Brasil é um dos principais encontros do setor de comércio eletrônico, reunindo varejistas, indústrias, marketplaces, empresas de tecnologia, prestadores de serviços, especialistas, gestores e empreendedores.

A organização apresenta o evento como o maior e mais completo ponto de encontro do e-commerce, com plenárias estratégicas, rodadas de negócios, estúdios de conteúdo e um salão no qual diversas empresas demonstram suas soluções.

Na prática, é um grande espaço de troca.

Durante os três dias, milhares de profissionais circulam pelo evento em busca de conhecimento, parceiros, fornecedores, tendências e novas oportunidades de negócio. Há desde grandes empresas e lideranças reconhecidas até pequenos e médios empreendedores que estão estruturando suas operações digitais.

Essa mistura de perfis é um dos pontos que mais gosto.

Muitas vezes, uma conversa rápida em um corredor pode trazer uma reflexão tão importante quanto uma palestra. Você conhece pessoas de diferentes partes do Brasil, descobre como outras empresas estão resolvendo problemas semelhantes aos seus e percebe que vários desafios que parecem exclusivos do seu negócio também fazem parte da rotina de outros empresários.

Na edição de 2025, por exemplo, o Fórum recebeu mais de 42 mil congressistas e contou com a participação de quase 16 mil empresas, demonstrando o tamanho e a importância que o encontro conquistou para o ecossistema digital.

Minha experiência nas outras edições do Fórum

Como CEO e cofundadora da DevRocket, acompanho o mercado de lojas virtuais há muitos anos. Nossa rotina está diretamente ligada ao e-commerce, ao desenvolvimento de soluções, à criação de layouts, ao marketing digital e aos desafios enfrentados diariamente pelos lojistas.

Participar das edições anteriores do Fórum E-Commerce Brasil foi importante justamente porque me permitiu enxergar esse mercado por diferentes perspectivas.

Quando estamos muito envolvidos com a rotina de uma empresa, é natural concentrarmos nossa atenção nos problemas mais próximos: projetos, clientes, entregas, equipe, vendas, atendimento, processos e resultados.

Tudo isso é necessário, mas também pode limitar nossa visão.

Ao participar de um grande evento, somos convidados a olhar para fora. Conseguimos observar para onde as grandes empresas estão caminhando, quais tecnologias estão ganhando espaço, o que os consumidores estão esperando e quais movimentos podem afetar o nosso negócio nos próximos meses ou anos.

Nas outras vezes em que participei, voltei com muitas anotações, referências e ideias. Algumas puderam ser colocadas em prática rapidamente. Outras serviram como ponto de partida para mudanças mais profundas.

Também aprendi que nem todo conteúdo precisa se transformar imediatamente em uma nova ação. Às vezes, uma palestra planta uma ideia que só fará sentido meses depois. Em outros momentos, uma conversa ajuda a confirmar que determinada decisão que estamos tomando está no caminho certo.

Existe ainda um ganho que não aparece em uma planilha: a motivação.

Estar cercada por pessoas que estão criando, inovando, empreendendo e buscando soluções renova nossa energia. Voltamos a enxergar possibilidades que podem ter ficado escondidas no meio da correria.

Para mim, isso tem muito valor.

O que espero encontrar no Fórum E-Commerce Brasil 2026

A edição de 2026 terá conteúdos distribuídos em áreas como Marketing e Vendas, Tecnologia e Inovação, Marketplace e Canais de Vendas, Gestão e Operações e a Plenária Pulsar, voltada a tendências emergentes, novos comportamentos e transformações do mercado digital.

São assuntos extremamente conectados ao momento que estamos vivendo.

O e-commerce deixou de ser apenas um site em que as pessoas escolhem produtos e finalizam uma compra. Hoje, uma operação digital envolve tecnologia, dados, experiência do consumidor, logística, atendimento, produção de conteúdo, redes sociais, meios de pagamento, segurança, inteligência artificial, gestão e integração de canais.

A programação oficial inclui conteúdos relacionados a varejo digital, inteligência artificial, marketplace, CRM, logística, tecnologia, marketing e inovação.

Entre os temas que mais quero acompanhar estão as aplicações práticas da inteligência artificial, as mudanças no comportamento dos consumidores, as novas formas de descoberta de produtos, o crescimento dos marketplaces, a automação de processos e as estratégias para construir operações mais eficientes e rentáveis.

Não quero apenas saber quais são as novas ferramentas. Quero entender como essas soluções podem ser usadas de maneira estratégica.

Tecnologia por si só não resolve todos os problemas de uma empresa. É preciso saber onde aplicar, quais processos melhorar e qual resultado se espera alcançar.

Essa é uma visão que procuro levar para a DevRocket e também para os conteúdos que compartilho aqui no Dia de CEO.

Conteúdo de grandes profissionais do mercado

Outro destaque do Fórum é a oportunidade de ouvir profissionais que estão à frente de grandes empresas e projetos.

Entre os nomes confirmados para 2026 estão representantes de empresas e marcas como Google, Shopee, Lenovo, Grupo Casas Bahia, Magazine Luiza, Samsung Brasil e Mercado Livre, além de empreendedores, especialistas em branding, executivos de e-commerce e profissionais ligados à inovação.

É claro que a realidade de uma grande empresa pode ser diferente daquela vivida por uma pequena ou média operação. Mesmo assim, existem muitos aprendizados que podem ser adaptados.

Uma estratégia apresentada por uma grande marca talvez não possa ser reproduzida com o mesmo investimento, mas pode inspirar uma versão compatível com empresas menores.

Um processo utilizado por um grande marketplace pode revelar como o comportamento do consumidor está mudando.

Uma experiência compartilhada por um executivo pode ajudar outro empresário a evitar erros ou enxergar oportunidades.

Por isso, procuro assistir às palestras com uma pergunta em mente: “Como posso adaptar esse conhecimento para a minha realidade, para a DevRocket e para os nossos clientes?”

Essa visão prática faz toda a diferença.

Não se trata de voltar para casa querendo implementar tudo. Trata-se de identificar os aprendizados que realmente conversam com os nossos objetivos e transformá-los em decisões melhores.

A importância do networking para empresários

Quando falamos sobre eventos empresariais, muitas pessoas pensam primeiro nas palestras. Porém, o networking também é uma parte muito importante da experiência.

O Fórum E-Commerce Brasil conta com rodadas de negócios e ambientes desenvolvidos para aproximar marcas, fornecedores, especialistas e decisores. O objetivo é estimular conversas com potencial de gerar parcerias e oportunidades reais.

Para mim, networking não significa simplesmente trocar cartões ou adicionar várias pessoas nas redes sociais.

Networking é construir relacionamentos.

É conversar com interesse verdadeiro, conhecer a trajetória de outras pessoas, entender seus desafios e compartilhar experiências. Nem toda conversa precisa terminar em uma venda. Muitas conexões podem gerar aprendizado, indicações, parcerias futuras ou até amizades profissionais.

No universo do e-commerce, isso é ainda mais importante porque nenhuma empresa cresce completamente sozinha.

Uma loja virtual depende de diferentes soluções: plataforma, meios de pagamento, logística, marketing, tecnologia, atendimento, integração, gestão e muitos outros serviços.

Conhecer as pessoas que estão por trás dessas soluções ajuda a compreender melhor o ecossistema e pode abrir portas para projetos que talvez não surgissem de outra maneira.

Ao participar do Fórum novamente, quero reencontrar pessoas que já fazem parte da minha trajetória, conhecer novos profissionais e fortalecer a presença da DevRocket nesse mercado.

O contato com novas ferramentas e soluções

O salão de negócios também é uma parte muito interessante do evento.

É nele que empresas de diferentes áreas apresentam tecnologias, serviços, plataformas e soluções para o comércio eletrônico. Essa experiência permite conhecer novidades de perto, assistir a demonstrações e conversar diretamente com profissionais que entendem profundamente cada ferramenta.

Para quem trabalha com lojas virtuais, esse contato é muito valioso.

Nem sempre conseguimos entender todo o potencial de uma solução apenas visitando um site ou vendo uma publicidade. Quando conversamos pessoalmente com uma equipe, podemos fazer perguntas específicas e analisar se aquela tecnologia realmente faz sentido para determinada operação.

Também conseguimos comparar fornecedores, compreender tendências e perceber quais problemas do mercado estão recebendo mais atenção.

Quando várias empresas começam a apresentar soluções para o mesmo desafio, isso pode ser um sinal de que aquele tema está se tornando prioritário no setor.

Acredito que um empresário precisa manter essa curiosidade.

Não é necessário contratar toda ferramenta nova que aparece. Na verdade, fazer isso pode aumentar custos e complicar processos. Mas é importante saber o que existe, acompanhar a evolução das soluções e identificar quais tecnologias podem trazer eficiência ou melhorar a experiência dos clientes.

Por que o empresário precisa continuar estudando

Uma das principais razões para eu participar do Fórum E-Commerce Brasil é a necessidade de continuar aprendendo.

Existe uma ideia equivocada de que, depois que uma empresa alcança determinado nível, o empresário já sabe tudo o que precisa. Na prática, quanto mais uma empresa cresce, mais complexas se tornam as decisões.

Começamos a lidar com equipes maiores, custos mais altos, metas mais ambiciosas, clientes mais exigentes e mudanças cada vez mais rápidas.

O conhecimento que trouxe o negócio até o momento atual pode não ser suficiente para levá-lo ao próximo nível.

Por isso, estudar precisa fazer parte da rotina de quem empreende.

Esse estudo pode acontecer por meio de livros, cursos, conversas, mentorias, conteúdos digitais e eventos presenciais. Cada formato oferece um tipo de aprendizado.

Os eventos têm uma característica especial: eles concentram em poucos dias uma grande quantidade de informações, experiências e contatos.

Além disso, eles nos tiram do ambiente habitual. Quando mudamos de espaço e interrompemos a rotina, conseguimos refletir com mais clareza sobre questões que estavam sendo conduzidas de forma automática.

Quantas vezes continuamos fazendo alguma coisa apenas porque sempre foi feita daquela forma?

Participar de um evento pode provocar justamente esse questionamento.

Talvez exista um processo mais eficiente. Talvez o comportamento do cliente tenha mudado. Talvez uma nova tecnologia consiga reduzir uma tarefa manual. Talvez estejamos olhando para uma métrica que já não representa o resultado mais importante.

Atualizar-se também é ter coragem de rever decisões.

A velocidade das mudanças no mercado digital

No e-commerce, as mudanças acontecem muito rapidamente.

Novos canais de venda surgem, os algoritmos das redes sociais são atualizados, os marketplaces mudam suas regras, os custos de mídia variam e os consumidores desenvolvem novas expectativas.

Em 2026, temas como inteligência artificial, automação, social commerce, retail media, personalização, integração de canais e eficiência operacional ganharam ainda mais espaço nas discussões do setor. A própria comunicação do Fórum destaca debates sobre IA, marketplaces, logística, marketing, comportamento, tecnologia e novas formas de vender.

Para um empresário, ignorar essas transformações pode ser perigoso.

Isso não significa seguir toda tendência sem planejamento. Algumas novidades não serão adequadas para todos os negócios. No entanto, precisamos conhecer os movimentos para decidir conscientemente o que faz ou não sentido.

Existe uma diferença muito grande entre escolher não utilizar uma tecnologia depois de estudá-la e simplesmente não saber que ela existe.

Manter-se atualizado permite tomar decisões com mais segurança.

O que pretendo levar dessa experiência para a DevRocket

Minha participação no Fórum também está diretamente ligada ao trabalho que realizamos na DevRocket.

Atendemos lojistas que possuem diferentes níveis de maturidade digital. Alguns estão criando sua primeira loja virtual. Outros já possuem operações mais estruturadas e precisam melhorar o layout, desenvolver novas funcionalidades, organizar estratégias de marketing ou aumentar a conversão.

Para ajudar esses clientes, precisamos entender o que está acontecendo no mercado.

Precisamos acompanhar as mudanças nas plataformas, nas tecnologias, nos canais de aquisição e no comportamento dos consumidores.

Por isso, quero voltar do Fórum com referências que possam contribuir para nossos serviços, processos e estratégias.

Quero observar quais soluções estão se destacando, quais dificuldades aparecem com mais frequência nas palestras e quais oportunidades ainda estão sendo pouco exploradas.

Também quero compartilhar os principais aprendizados com a nossa equipe.

Acredito que o conhecimento gera mais valor quando é dividido. Uma ideia que escuto em uma palestra pode ser aprofundada por alguém do nosso time e se transformar em uma melhoria importante.

Esse é um dos objetivos da viagem: não viver a experiência apenas de maneira individual, mas trazer os aprendizados para dentro da empresa.

Também quero levar essa experiência para o Dia de CEO

Além da DevRocket, pretendo transformar a experiência no Fórum em conteúdo para o Dia de CEO.

Quero mostrar um pouco dos bastidores, compartilhar as palestras que mais chamarem minha atenção, apresentar tendências e falar sobre as reflexões que surgirem durante o evento.

O Dia de CEO nasceu justamente para conversar sobre empreendedorismo de uma maneira mais próxima e real.

Ser CEO não significa ter todas as respostas. Significa assumir a responsabilidade de continuar procurando essas respostas, mesmo quando as decisões são difíceis.

Também significa reconhecer que sempre há algo novo para aprender.

Quero que outras empresárias e empreendedores acompanhem essa experiência e percebam a importância de sair da própria bolha.

Nem todos precisam participar do mesmo evento, mas todos deveriam buscar formas de acompanhar o mercado em que atuam.

Pode ser uma feira regional, um congresso, uma palestra, uma comunidade ou um encontro empresarial. O importante é não deixar o negócio parado no tempo.

Como aproveitar melhor um grande evento empresarial

Ao longo das minhas experiências em eventos, aprendi que é importante chegar com algum planejamento.

Eventos grandes possuem muitas palestras acontecendo ao mesmo tempo. Se tentarmos acompanhar tudo, podemos terminar o dia cansados e com a sensação de que não aproveitamos nada profundamente.

Por isso, gosto de analisar a programação, selecionar os temas prioritários e deixar espaço para conhecer os estandes e conversar com pessoas.

Também é importante registrar os principais aprendizados.

Uma anotação simples pode fazer com que uma ideia continue viva depois do evento. Sem esse registro, é muito fácil voltar para a rotina e esquecer grande parte do conteúdo.

Outro ponto fundamental é revisar as anotações após o retorno.

Gosto de separar os aprendizados em algumas categorias:

  • Ideias que podem ser aplicadas rapidamente;
  • Assuntos que precisam ser estudados com mais profundidade;
  • Ferramentas ou empresas que vale a pena conhecer melhor;
  • Contatos com os quais quero continuar conversando;
  • Tendências que devemos acompanhar ao longo dos próximos meses.

Essa organização ajuda a transformar inspiração em ação.

Investir em conhecimento também é investir na empresa

Participar de um evento envolve custos, deslocamento, hospedagem, alimentação e tempo fora da rotina da empresa.

Por isso, alguns empresários podem enxergar essa experiência apenas como uma despesa.

Eu prefiro enxergá-la como investimento.

Claro que é necessário avaliar o orçamento e escolher eventos alinhados ao momento do negócio. Mas, quando existe planejamento, o conhecimento adquirido pode gerar impactos muito maiores do que o valor investido.

Uma decisão melhor pode evitar um prejuízo.

Uma parceria pode gerar novos projetos.

Uma ferramenta pode reduzir horas de trabalho.

Uma estratégia pode melhorar as vendas.

Uma conversa pode mudar a forma como enxergamos determinado problema.

Nem sempre será possível medir imediatamente o retorno de uma experiência como essa. Alguns resultados aparecem aos poucos, por meio de decisões mais maduras e de uma visão mais ampla do mercado.

Minha expectativa para o Fórum E-Commerce Brasil 2026

Estou muito animada para viver mais uma edição do Fórum E-Commerce Brasil.

Quero aprender, conversar, observar e voltar com novas ideias. Quero acompanhar de perto as mudanças do e-commerce, entender como as empresas estão lidando com os desafios atuais e conhecer estratégias que possam contribuir para a evolução da DevRocket e dos nossos clientes.

Também espero encontrar pessoas que compartilham da mesma paixão pelo mercado digital.

Empreender pode ser uma jornada solitária em alguns momentos. Estar em um ambiente com milhares de profissionais nos lembra que existe um ecossistema inteiro construindo, testando, errando, acertando e aprendendo.

Essa troca nos fortalece.

Mais do que buscar respostas prontas, vou ao Fórum em busca de novas perguntas. Muitas vezes, são elas que nos levam às melhores mudanças.

O empresário que para de aprender também limita o crescimento do negócio

Uma empresa dificilmente consegue evoluir além da visão de suas lideranças.

Quando o empresário se fecha para novas ideias, deixa de acompanhar o mercado ou acredita que já sabe tudo, o negócio também começa a perder oportunidades.

Por outro lado, quando a liderança mantém a curiosidade, incentiva o aprendizado e está aberta à mudança, essa postura se espalha pela equipe.

Na minha trajetória como empresária, percebi que aprender não é uma etapa que termina. É uma responsabilidade constante.

Existem períodos em que precisamos estudar gestão. Em outros, precisamos entender mais sobre vendas, marketing, finanças, tecnologia ou liderança.

Cada fase da empresa apresenta desafios diferentes.

O mais importante é reconhecer que pedir ajuda, buscar referências e aprender com outras pessoas não diminui nossa experiência. Pelo contrário: demonstra maturidade.

Que venha o Fórum E-Commerce Brasil 2026

Nos dias 28, 29 e 30 de julho, estarei no Distrito Anhembi para participar de mais uma edição do Fórum E-Commerce Brasil.

Vou como CEO da DevRocket, como profissional do mercado digital, como criadora do Dia de CEO e, principalmente, como uma empresária que acredita que sempre existe espaço para aprender e evoluir.

Quero aproveitar cada conversa, conteúdo e experiência.

Depois do evento, também quero compartilhar por aqui os principais aprendizados, tendências e reflexões que trouxer comigo.

Tenho certeza de que serão dias intensos, cheios de informações e novas conexões.

E acredito que é exatamente disso que o empreendedorismo precisa: curiosidade para conhecer o novo, humildade para continuar aprendendo e coragem para transformar conhecimento em ação.

Que venha o Fórum E-Commerce Brasil 2026!

24/07/2026 0 comentários
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E-commerce e Vendas OnlineEstratégia EmpresarialGestão e Bastidores de CEOMarketing Digital

Primeiras Vendas no Digital: um guia para começar do zero

por Thais Cristina 24/07/2026
escrito por Thais Cristina
Do Zero às Primeiras Vendas no Digital: conheça o e-book da DevRocket

Começar a vender pela internet parece simples quando observamos apenas o resultado de quem já construiu uma audiência, tem clientes e consegue realizar vendas diariamente. Porém, para quem está começando, a realidade pode ser bastante diferente.

São inúmeras dúvidas, ferramentas, estratégias e informações disponíveis. Em meio a tantas possibilidades, é comum não saber qual caminho seguir, o que fazer primeiro ou como transformar uma ideia em uma venda de verdade.

Você pode estar se perguntando:

  • Qual produto devo vender?
  • Preciso criar uma loja virtual?
  • Como encontrar os primeiros clientes?
  • É necessário investir em anúncios?
  • Como divulgar um negócio que ninguém conhece?
  • O que devo publicar nas redes sociais?
  • Como transformar seguidores em compradores?
  • É possível começar mesmo sem experiência?

Essas dúvidas fazem parte da jornada de praticamente todo empreendedor digital.

O problema não é não saber tudo no início. O problema é permanecer por muito tempo consumindo informações desconectadas, sem conseguir organizar um plano de ação.

Pensando em ajudar quem deseja sair da fase das ideias e construir uma presença digital com mais clareza, a DevRocket desenvolveu o e-book Do Zero às Primeiras Vendas no Digital.

Além do conteúdo principal, quem adquirir o material também recebe o bônus Estratégia de Lançamento de Loja Virtual, criado para auxiliar quem pretende apresentar uma loja ao mercado, atrair os primeiros visitantes e iniciar as vendas.

E existe uma condição especial para os leitores do Dia de CEO: utilizando o cupom DIADECEO, você recebe 10% de desconto na compra.

O que é o e-book Do Zero às Primeiras Vendas no Digital?

O e-book Do Zero às Primeiras Vendas no Digital é um material da DevRocket voltado para pessoas que desejam começar a vender pela internet, estruturar sua presença digital e entender os principais passos para conquistar os primeiros clientes.

A proposta do conteúdo está diretamente relacionada a uma das maiores dificuldades de quem está começando: transformar conhecimento em execução.

Muitas pessoas passam meses assistindo a vídeos, seguindo especialistas, salvando publicações e pesquisando ferramentas. Mesmo assim, continuam sem publicar o primeiro conteúdo, apresentar uma oferta ou criar um canal de vendas.

Isso acontece porque informação sozinha não gera resultado.

É necessário compreender como as diferentes partes de um negócio digital se conectam. Produto, público, comunicação, divulgação, atendimento e vendas precisam trabalhar juntos.

O e-book busca oferecer uma visão mais organizada dessa jornada, ajudando o leitor a compreender o que precisa ser feito para construir uma base e avançar em direção às primeiras vendas.

A página de compra apresenta o material como um produto desenvolvido pela DevRocket e informa que a empresa já ajudou mais de 9 mil clientes na internet. A oferta também inclui garantia de sete dias e suporte via WhatsApp.

Para quem esse material é indicado?

O conteúdo pode ser útil para diferentes perfis de pessoas que desejam trabalhar ou empreender no digital.

Entre eles estão profissionais que querem criar uma nova fonte de renda, pequenos empreendedores, prestadores de serviços, afiliados, produtores de conteúdo e lojistas que ainda estão estruturando sua operação.

O material pode ser especialmente interessante para quem:

  • Deseja começar um negócio digital;
  • Quer vender produtos ou serviços pela internet;
  • Está planejando criar uma loja virtual;
  • Já possui um negócio, mas ainda não realizou vendas online;
  • Publica nas redes sociais, mas não consegue gerar pedidos;
  • Tem dificuldade para organizar uma estratégia de divulgação;
  • Precisa compreender melhor o caminho até a primeira venda;
  • Sente que está consumindo muita informação e executando pouco;
  • Busca um ponto de partida mais organizado;
  • Quer lançar uma loja virtual com maior planejamento.

Não é necessário ter milhares de seguidores para começar a vender.

Também não é obrigatório dominar todas as ferramentas disponíveis, possuir uma grande equipe ou investir um valor elevado logo no início.

O mais importante é desenvolver clareza sobre o que será vendido, para quem será vendido e de que forma essa oferta chegará ao público.

Por que conquistar as primeiras vendas é tão desafiador?

A primeira venda possui um significado especial porque representa a validação inicial de uma ideia.

Antes dela, existe apenas uma expectativa. Depois dela, o empreendedor recebe uma confirmação prática de que alguém encontrou sua oferta, percebeu valor e decidiu comprar.

Entretanto, chegar a esse momento exige mais do que cadastrar um produto ou criar um perfil nas redes sociais.

É necessário construir um caminho entre a solução e o cliente.

Esse caminho pode envolver:

  1. Identificação de um público;
  2. Escolha de um produto ou serviço;
  3. Posicionamento da marca;
  4. Construção de uma oferta;
  5. Produção de conteúdo;
  6. Divulgação;
  7. Atendimento;
  8. Criação de confiança;
  9. Direcionamento para a compra;
  10. Acompanhamento dos resultados.

Quando uma dessas etapas não está clara, a venda se torna mais difícil.

Por exemplo, uma pessoa pode ter um bom produto, mas apresentá-lo para o público errado. Outra pode atrair visitantes, porém não transmitir segurança suficiente para que eles finalizem a compra.

Também existem empreendedores que publicam diariamente, mas não incluem uma chamada para ação. Como consequência, o público consome o conteúdo, mas não sabe qual deve ser o próximo passo.

Por isso, a jornada até as primeiras vendas precisa ser analisada como um processo, e não como um acontecimento baseado apenas em sorte.

Informação organizada economiza tempo e reduz erros

Um dos principais benefícios de utilizar um material estruturado é evitar que o iniciante precise montar sozinho todas as peças do quebra-cabeça.

Naturalmente, nenhum e-book substitui a execução. Entretanto, um conteúdo bem organizado pode ajudar o empreendedor a enxergar prioridades, evitar decisões impulsivas e avançar com maior consciência.

Sem uma direção, é comum investir tempo em tarefas que parecem importantes, mas que ainda não são essenciais.

A pessoa pode passar vários dias escolhendo uma fonte para o logotipo, por exemplo, enquanto ainda não definiu claramente o produto, o público ou a proposta de valor.

Também pode investir em ferramentas caras antes de conquistar os primeiros clientes ou tentar estar presente em todas as redes sociais ao mesmo tempo.

No início, simplificar é uma vantagem.

O objetivo não deve ser construir uma operação perfeita imediatamente. O foco deve estar em criar uma base funcional, apresentar uma solução e aprender com a resposta do mercado.

O que você precisa definir antes de começar a vender online?

Independentemente do modelo de negócio escolhido, existem algumas definições importantes para quem deseja conquistar as primeiras vendas.

1. O que você vai vender?

O primeiro passo é compreender qual produto ou serviço será oferecido.

Pode ser um produto físico, um item artesanal, um serviço profissional, um curso, um e-book, uma consultoria ou um produto de afiliado.

A oferta precisa resolver um problema, atender uma necessidade ou satisfazer um desejo.

Quanto mais clara for essa transformação, mais fácil será comunicá-la.

2. Para quem você vai vender?

Tentar vender para todas as pessoas geralmente resulta em uma comunicação genérica.

O ideal é identificar um público com características, necessidades e interesses semelhantes.

Uma loja de roupas femininas, por exemplo, pode atender mulheres que buscam peças sociais, moda fitness, tamanhos especiais, roupas casuais ou produtos de determinada faixa de preço.

Cada público valoriza aspectos diferentes.

Conhecer essas particularidades permite criar conteúdos, ofertas e argumentos mais relevantes.

3. Qual será seu principal canal de vendas?

Você pode começar por uma loja virtual, marketplace, WhatsApp, Instagram ou página de vendas.

A escolha dependerá do tipo de produto, da estrutura disponível e do comportamento do público.

O importante é que o cliente encontre um caminho simples para entender a oferta, esclarecer dúvidas e realizar a compra.

4. Como as pessoas encontrarão seu negócio?

Ter um produto disponível não significa que o público descobrirá sua existência automaticamente.

Será necessário desenvolver estratégias de atração.

Elas podem envolver conteúdo orgânico, redes sociais, anúncios, parcerias, influenciadores, otimização para mecanismos de busca, e-mail marketing ou grupos de WhatsApp.

Não é necessário começar por todas essas estratégias.

Escolha alguns canais, teste sua comunicação e observe os resultados.

5. Por que alguém deveria comprar de você?

Essa pergunta ajuda a construir a proposta de valor.

O diferencial pode estar no atendimento, na qualidade, na curadoria, na rapidez da entrega, na personalização, no suporte ou na experiência oferecida.

Nem sempre é necessário inventar algo completamente novo.

Muitas vezes, o diferencial está na forma como o produto é apresentado e na confiança construída durante a jornada de compra.

Conteúdo e vendas precisam trabalhar juntos

Um erro bastante comum é tratar a produção de conteúdo e as vendas como atividades separadas.

Na prática, o conteúdo pode desempenhar um papel importante em praticamente todas as etapas da decisão de compra.

Uma publicação pode:

  • Apresentar um problema;
  • Ensinar algo;
  • Demonstrar um produto;
  • Responder a uma dúvida;
  • Mostrar um resultado;
  • Compartilhar um depoimento;
  • Comparar alternativas;
  • Explicar um benefício;
  • Quebrar uma objeção;
  • Direcionar para a compra.

Para funcionar, o conteúdo precisa ter uma intenção.

Isso não significa que todas as publicações devem ser promocionais. Significa que cada conteúdo pode ajudar o público a avançar um pouco mais na compreensão da solução.

O consumidor dificilmente compra apenas porque viu uma foto do produto.

Ele compra quando entende o benefício, confia na empresa e percebe que aquela oferta é adequada para sua necessidade.

Não espere tudo ficar perfeito para começar

A busca pela perfeição é uma das maiores causas de atraso em projetos digitais.

A pessoa acredita que precisa ter o melhor logotipo, dezenas de produtos, equipamentos profissionais, uma identidade visual impecável e milhares de seguidores antes de começar.

Porém, muitos desses elementos podem ser aprimorados com o tempo.

Naturalmente, isso não significa publicar uma loja incompleta, divulgar informações incorretas ou ignorar a experiência do cliente.

A ideia é criar uma estrutura mínima funcional e começar a aprender com a prática.

Seu primeiro conteúdo provavelmente não será o melhor.

Seu primeiro anúncio pode precisar de ajustes.

Sua primeira oferta talvez não tenha a comunicação ideal.

Isso faz parte do processo.

Quem começa consegue analisar dados, receber opiniões e fazer melhorias. Quem permanece apenas planejando não obtém informações reais sobre o mercado.

A importância de ter uma loja virtual bem estruturada

Para quem trabalha com produtos físicos, a loja virtual pode se tornar um dos principais ativos do negócio.

Ela permite organizar os produtos, disponibilizar informações, apresentar formas de pagamento e oferecer ao consumidor um ambiente preparado para a compra.

Porém, apenas colocar uma loja no ar não garante resultados.

É necessário cuidar de elementos como:

  • Organização das categorias;
  • Qualidade das imagens;
  • Descrição dos produtos;
  • Informações de entrega;
  • Políticas da loja;
  • Formas de pagamento;
  • Experiência pelo celular;
  • Velocidade de carregamento;
  • Clareza dos botões;
  • Segurança;
  • Atendimento;
  • Identidade visual.

A loja precisa facilitar a decisão do consumidor.

Quando existem informações confusas, dificuldades de navegação ou ausência de elementos de confiança, o visitante pode abandonar a página antes de concluir a compra.

Bônus: Estratégia de Lançamento de Loja Virtual

Além do e-book principal, a oferta inclui o bônus Estratégia de Lançamento de Loja Virtual. Essa informação é apresentada diretamente na página de compra do produto.

O lançamento é um momento importante porque marca a apresentação oficial da loja ao público.

Mesmo assim, muitos empreendedores simplesmente publicam o site e esperam que as visitas apareçam.

Uma estratégia de lançamento busca fazer o contrário: preparar o público, criar expectativa e concentrar esforços de divulgação em um período específico.

O planejamento pode envolver etapas como:

  • Definição da data de lançamento;
  • Preparação da identidade da campanha;
  • Criação de conteúdos de expectativa;
  • Apresentação dos bastidores;
  • Captação de pessoas interessadas;
  • Produção de fotos e vídeos;
  • Configuração de cupons;
  • Organização do estoque;
  • Testes na loja;
  • Divulgação em diferentes canais;
  • Ações especiais para os primeiros clientes;
  • Acompanhamento das métricas.

O bônus complementa o tema do e-book porque não basta entender como vender no digital. Também é importante saber como apresentar uma nova operação ao mercado.

O que fazer antes de lançar uma loja virtual?

Antes de divulgar o endereço da loja, faça uma revisão completa da experiência de compra.

Realize uma compra de teste e verifique:

  • Se o cadastro funciona;
  • Se o produto entra corretamente no carrinho;
  • Se o cálculo de frete está correto;
  • Se as formas de pagamento aparecem;
  • Se os cupons são aplicados;
  • Se os e-mails automáticos são enviados;
  • Se a página funciona bem no celular;
  • Se os links estão corretos;
  • Se os canais de atendimento estão visíveis;
  • Se as políticas estão publicadas.

Também prepare o atendimento.

Os primeiros dias podem gerar dúvidas sobre prazo, pagamento, troca, tamanho ou características dos produtos. Ter respostas organizadas contribui para uma experiência mais profissional.

Como divulgar o lançamento?

Uma campanha de lançamento pode ser dividida em três momentos: pré-lançamento, lançamento e pós-lançamento.

Pré-lançamento

O objetivo é preparar o público.

Você pode apresentar os bastidores, contar a história da marca, mostrar detalhes dos produtos e criar uma lista de pessoas interessadas.

Também é possível utilizar uma contagem regressiva e informar que haverá uma condição especial na abertura.

Lançamento

Na data escolhida, comunique com clareza que a loja está disponível.

Apresente os principais produtos, reforce os diferenciais e indique como realizar a compra.

A comunicação precisa conter uma chamada direta, como “acesse a loja”, “conheça a coleção” ou “aproveite a condição de lançamento”.

Pós-lançamento

Após a abertura, continue divulgando.

Mostre pedidos sendo preparados, responda às dúvidas mais frequentes, compartilhe avaliações e analise os produtos mais acessados.

O lançamento não termina no primeiro dia.

Os dados iniciais ajudam a entender quais conteúdos, produtos e canais despertaram maior interesse.

Primeira venda não é o final: é o início da validação

Conquistar a primeira venda é importante, mas o objetivo de um negócio saudável deve ser construir um processo que possa ser repetido.

Após os primeiros pedidos, analise:

  • De onde vieram os clientes;
  • Qual conteúdo gerou visitas;
  • Qual produto despertou mais interesse;
  • Quantas pessoas abandonaram o carrinho;
  • Quais dúvidas apareceram;
  • Quanto foi investido;
  • Qual foi o faturamento;
  • Qual foi a margem;
  • O que precisa ser melhorado.

A venda gera informações valiosas.

Ao estudar essas informações, o empreendedor consegue tomar decisões mais conscientes e reduzir a dependência de achismos.

A experiência da DevRocket no mercado digital

A DevRocket atua com soluções relacionadas a lojas virtuais, personalização, configuração, desenvolvimento e marketing.

Na página do e-book, a empresa afirma impactar mais de 60 milhões de pessoas por mês por meio de suas soluções e ter ajudado mais de 9 mil clientes na internet. A página também apresenta exemplos de projetos relacionados ao Rancho do Carlinhos Maia e à Luan Santana Store.

Essa experiência prática é relevante porque o universo das vendas online vai além da teoria.

É necessário compreender como o consumidor navega, quais obstáculos podem prejudicar a conversão e como diferentes elementos influenciam a experiência de compra.

Ao escolher um material educacional, vale observar quem produziu o conteúdo e qual é sua relação com o tema apresentado.

Vale a pena adquirir o e-book?

A resposta dependerá do seu momento.

Nenhum material pode garantir vendas, porque os resultados dependem de fatores como mercado, produto, investimento, execução, público e consistência.

Também é importante desconfiar de qualquer promessa de dinheiro fácil, resultado instantâneo ou faturamento garantido.

Por outro lado, um conteúdo organizado pode ser útil para quem precisa de direcionamento, deseja compreender melhor as etapas do digital e quer reduzir a confusão causada pelo excesso de informações.

O e-book pode fazer sentido para quem está disposto a estudar, aplicar, testar e adaptar as estratégias à própria realidade.

O conhecimento oferece direção, mas é a execução que produz aprendizado.

Como comprar com 10% de desconto

Os leitores do Dia de CEO possuem uma condição especial para adquirir o e-book Do Zero às Primeiras Vendas no Digital, da DevRocket.

Para garantir o desconto:

  1. Acesse a página do e-book pelo link de indicação do Dia de CEO;
  2. Preencha os dados solicitados;
  3. Procure pela opção de inserir um cupom;
  4. Digite o cupom DIADECEO;
  5. Confira se o desconto de 10% foi aplicado;
  6. Finalize a compra.

Acesse o e-book pelo link: https://pay.kiwify.com.br/YcM9vyq?afid=Vsn4SRzV

Cupom de desconto: DIADECEO
Desconto: 10%

A página informa que o pagamento é processado pela Kiwify em nome da DevRocket Desenvolvimento e Marketing Ltda. e apresenta garantia de sete dias. Verifique todas as condições exibidas na página no momento da compra.

Aviso de transparência

O link apresentado neste artigo é um link de indicação. Isso significa que o Dia de CEO poderá receber uma comissão caso a compra seja realizada por meio dele, sem alterar o desconto oferecido ao leitor.

A transparência faz parte do compromisso do blog. Por isso, indicamos que você avalie o conteúdo, as condições de compra e a utilidade do material para o seu momento antes de tomar uma decisão.

Sair do zero no digital exige coragem para começar, disposição para aprender e consistência para continuar.

A maioria das pessoas não desiste porque não possui capacidade. Muitas desistem porque tentam seguir caminhos demais, acumulam informações e não conseguem transformar o conhecimento em um plano prático.

O e-book Do Zero às Primeiras Vendas no Digital, da DevRocket, surge como uma opção para quem deseja organizar essa jornada e compreender melhor os passos envolvidos na construção das primeiras vendas.

Além do conteúdo principal, o comprador recebe o bônus Estratégia de Lançamento de Loja Virtual, que pode ser especialmente útil para quem está preparando uma nova operação de e-commerce.

Você não precisa esperar dominar tudo para começar.

Precisa compreender o próximo passo, executá-lo e aprender com o resultado.

Use o cupom DIADECEO para receber 10% de desconto e acesse o material pelo link de indicação: https://pay.kiwify.com.br/YcM9vyq?afid=Vsn4SRzV

Começar no digital pode parecer desafiador. Porém, quando existe direção, cada pequena ação ajuda a construir um negócio mais estruturado, profissional e preparado para conquistar clientes.

24/07/2026 0 comentários
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E-commerce e Vendas Online

A Aparência da Sua Loja Virtual Está Afastando Clientes?

por Thais Cristina 20/07/2026
escrito por Thais Cristina
Descubra por que o design de uma loja virtual influencia a credibilidade, a confiança do consumidor e a conversão em vendas no e-commerce.

Você compraria em uma loja virtual que parece abandonada?

Imagine a seguinte situação.

Você está procurando um presente, encontra um anúncio interessante e clica no link.

A página demora para carregar.

O layout parece antigo.

As cores não combinam.

As fotos dos produtos têm baixa qualidade.

O menu é confuso.

Você consegue imaginar o que faz nos próximos segundos?

Provavelmente fecha a página e procura outra opção.

E isso acontece milhares de vezes todos os dias.

A verdade é que a decisão de comprar começa muito antes do preço.

Ela começa na confiança.

E essa confiança nasce, muitas vezes, na primeira impressão.

Segundo um estudo realizado pelo Stanford Web Credibility Project, cerca de 46% das pessoas afirmam que avaliam a credibilidade de um site principalmente pela aparência e pelo design visual.

Quando levamos esse comportamento para o universo do comércio eletrônico, a conclusão é clara:

Uma loja virtual bonita, organizada e profissional vende mais porque transmite segurança antes mesmo do cliente ler qualquer descrição de produto.

Neste artigo você vai descobrir por que o design influencia diretamente nas vendas, quais elementos aumentam a credibilidade de um e-commerce e como pequenas melhorias podem gerar grandes resultados.

A primeira impressão acontece em poucos segundos

Existe uma frase muito conhecida no marketing:

“Você nunca terá uma segunda chance de causar uma boa primeira impressão.”

No ambiente digital isso é ainda mais verdadeiro.

Estudos sobre comportamento do consumidor mostram que as pessoas tomam decisões extremamente rápidas ao navegar na internet.

Em poucos segundos elas avaliam, de forma inconsciente:

  • Esta loja parece confiável?
  • Os produtos parecem originais?
  • Será que vou receber minha compra?
  • Vale a pena continuar navegando?

Essas perguntas acontecem antes mesmo de analisar preço, prazo de entrega ou condições de pagamento.

Ou seja, o visual da loja virtual funciona como um filtro de confiança.

O cérebro julga antes da razão

Esse comportamento pode ser explicado por um fenômeno conhecido como efeito halo.

Na psicologia, esse efeito acontece quando uma característica positiva influencia toda a percepção sobre uma pessoa, marca ou produto.

No e-commerce funciona da mesma forma.

Quando um consumidor entra em uma loja virtual moderna, organizada e agradável, ele tende a acreditar que:

  • a empresa é séria;
  • os produtos possuem qualidade;
  • o atendimento será eficiente;
  • a entrega será segura.

Mesmo sem nenhuma prova concreta.

Por outro lado, um layout desorganizado desperta exatamente o efeito contrário.

O estudo da Universidade de Stanford continua atual

Embora o estudo tenha sido publicado há alguns anos, seus resultados continuam extremamente relevantes.

Os pesquisadores entrevistaram usuários para entender quais fatores influenciavam sua percepção de credibilidade na internet.

O resultado foi surpreendente.

Grande parte das pessoas destacou fatores relacionados ao design visual, como:

  • organização das páginas;
  • aparência geral;
  • escolha das cores;
  • tipografia;
  • qualidade das imagens;
  • layout.

Curiosamente, muitos participantes afirmaram que nem chegaram a analisar profundamente o conteúdo antes de formar uma opinião.

Hoje, com redes sociais, vídeos curtos e excesso de informações, esse comportamento tende a ser ainda mais rápido.

A aparência vende antes do preço

Imagine duas lojas físicas.

A primeira possui:

  • fachada moderna;
  • iluminação agradável;
  • produtos organizados;
  • ambiente limpo.

A segunda apresenta:

  • vitrines bagunçadas;
  • iluminação ruim;
  • produtos espalhados;
  • aparência de abandono.

Mesmo vendendo exatamente os mesmos produtos, qual delas transmite mais confiança?

Na internet acontece exatamente o mesmo.

Sua loja virtual é a vitrine da empresa.

Ela comunica profissionalismo antes mesmo do primeiro clique no botão “Comprar”.

Quanto custa perder a confiança do cliente?

Muitas empresas acreditam que o problema está na quantidade de visitantes.

Mas, em muitos casos, o verdadeiro problema está na conversão.

Imagine investir R$ 3.000 em anúncios.

Se milhares de pessoas chegam ao site, mas poucas compram, talvez o problema não esteja no tráfego.

Talvez esteja na experiência.

Quando a loja transmite insegurança, o visitante simplesmente procura outra empresa.

E isso significa dinheiro desperdiçado.

Credibilidade aumenta conversão

Uma loja virtual bem construída gera benefícios em diversas etapas da jornada do consumidor.

Ela ajuda a:

  • aumentar o tempo de permanência;
  • reduzir a taxa de rejeição;
  • melhorar a navegação;
  • aumentar o número de páginas visitadas;
  • gerar mais confiança;
  • aumentar as vendas.

Além disso, muitos desses fatores também contribuem para o SEO.

Ou seja, um bom design influencia tanto usuários quanto mecanismos de busca.

Os principais elementos que aumentam a credibilidade de uma loja virtual

Agora vamos entender quais fatores realmente fazem diferença.

1. Layout moderno

O primeiro impacto visual é decisivo.

Um layout atualizado demonstra que a empresa acompanha o mercado.

Não significa utilizar efeitos exagerados.

Pelo contrário.

Os e-commerces que mais convertem costumam apresentar:

  • bastante espaço em branco;
  • boa organização;
  • menus simples;
  • destaque para os produtos;
  • navegação intuitiva.

2. Fotos profissionais

Um dos maiores erros de pequenas lojas é utilizar imagens de baixa qualidade.

Fotos bem produzidas aumentam significativamente a percepção de valor.

Sempre que possível utilize:

  • fundo limpo;
  • boa iluminação;
  • diferentes ângulos;
  • imagens mostrando o produto em uso.

Quanto melhor a apresentação, menor a insegurança do consumidor.

3. Velocidade de carregamento

Você provavelmente já abandonou um site porque demorava para abrir.

Seu cliente também faz isso.

Além de melhorar a experiência do usuário, páginas rápidas são favorecidas pelo Google nos resultados de pesquisa.

4. Design responsivo

Hoje, a maior parte das compras online acontece pelo celular.

Se sua loja não oferece uma boa navegação em dispositivos móveis, você perde vendas antes mesmo do visitante conhecer seus produtos.

Responsividade deixou de ser diferencial.

É obrigação.

5. Organização das informações

O consumidor precisa encontrar rapidamente:

  • categorias;
  • formas de pagamento;
  • prazo de entrega;
  • política de troca;
  • informações de contato.

Quanto menos esforço ele fizer para encontrar essas informações, maior será sua confiança.

6. Identidade visual consistente

As cores, fontes e elementos gráficos devem seguir um padrão.

Quando tudo conversa entre si, a marca transmite profissionalismo.

Grandes empresas investem muito nisso justamente porque identidade gera reconhecimento.

O Google também valoriza uma boa experiência

Existe um mito de que SEO depende apenas de palavras-chave.

Na prática, isso deixou de ser verdade há bastante tempo.

O Google analisa diversos fatores relacionados à experiência do usuário.

Entre eles:

  • velocidade;
  • estabilidade visual;
  • facilidade de navegação;
  • adaptação para dispositivos móveis;
  • qualidade da experiência.

Esses indicadores fazem parte das chamadas Core Web Vitals, conjunto de métricas utilizadas para avaliar a qualidade das páginas.

Ou seja:

Uma loja bonita ajuda.

Uma loja bonita, rápida e fácil de usar ajuda muito mais.

Sua loja transmite confiança ou insegurança?

Antes de investir mais dinheiro em anúncios, vale a pena responder uma pergunta simples:

Se você fosse um cliente e entrasse hoje na sua loja virtual pela primeira vez, compraria nela?

Responder com sinceridade pode revelar oportunidades enormes de crescimento.

Na próxima parte, vamos mostrar os erros que mais afastam consumidores, como aplicar UX no e-commerce, estratégias práticas para aumentar conversões e um checklist completo para transformar sua loja virtual em uma verdadeira máquina de vendas.

Os 10 erros que fazem uma loja virtual perder credibilidade

Mesmo empresas que investem em tráfego pago, redes sociais e produção de conteúdo podem estar afastando clientes por erros simples na apresentação do site.

Conheça os principais.

1. Layout ultrapassado

O design da sua loja virtual representa sua marca.

Se o visual parece antigo, desorganizado ou sem identidade, muitos consumidores associam isso à falta de profissionalismo.

A sensação transmitida costuma ser:

  • empresa desatualizada;
  • pouco investimento;
  • baixa confiabilidade.

Atualizar o layout periodicamente demonstra cuidado com o negócio e melhora a percepção da marca.

2. Excesso de banners

Um erro muito comum é acreditar que quanto mais banners houver, maiores serão as vendas.

Na prática, acontece o contrário.

Quando tudo chama atenção, nada realmente se destaca.

Uma página limpa facilita a tomada de decisão.

3. Navegação complicada

Categorias confusas.

Menus enormes.

Filtros difíceis de usar.

Esses detalhes aumentam a frustração do visitante.

Quanto mais rápido ele encontra o produto desejado, maiores são as chances de concluir a compra.

4. Fotos amadoras

No e-commerce, o cliente não pode tocar o produto.

Por isso, as imagens assumem o papel do vendedor.

Invista em:

  • fotos de alta resolução;
  • diferentes ângulos;
  • zoom;
  • imagens em uso;
  • vídeos demonstrativos.

Isso reduz dúvidas e aumenta a confiança.

5. Descrições incompletas

Produtos com poucas informações geram insegurança.

Inclua sempre:

  • medidas;
  • materiais;
  • funcionalidades;
  • garantia;
  • formas de uso.

Quanto mais completa for a descrição, menor será a chance de abandono.

6. Falta de avaliações

Antes de comprar, muitas pessoas procuram opiniões de outros consumidores.

Depoimentos reais funcionam como prova social e ajudam a reduzir objeções.

Sempre que possível, incentive seus clientes a deixarem avaliações após a compra.

7. Poucas informações sobre a empresa

Quem está por trás da loja?

Existe um endereço?

Há um telefone ou WhatsApp?

A empresa possui CNPJ?

Esses dados demonstram transparência e reforçam a credibilidade.

8. Processo de compra complicado

Se o checkout exige muitos passos, cadastros desnecessários ou formulários extensos, parte dos consumidores desiste antes de finalizar o pedido.

Quanto mais simples for o processo, melhor será a experiência.

9. Site lento

Velocidade continua sendo um dos fatores mais importantes.

Uma demora de poucos segundos pode aumentar significativamente a taxa de abandono.

Além disso, páginas lentas prejudicam o posicionamento nos mecanismos de busca.

10. Falta de identidade

Uma marca forte é facilmente reconhecida.

Quando a loja utiliza diferentes estilos visuais, cores aleatórias e comunicação inconsistente, transmite amadorismo.

Padronizar a identidade fortalece a lembrança da marca e gera mais confiança.

Como a DevRocket consegue te ajudar

Na DevRocket, acreditamos que uma loja virtual precisa ir muito além de ser bonita: ela deve transmitir confiança, fortalecer a identidade da marca e facilitar a jornada de compra.

Nossa equipe desenvolve layouts modernos, personalizados e responsivos, pensados para oferecer a melhor experiência ao usuário e aumentar as chances de conversão.

Além do design visual, cuidamos da organização das páginas, criação de banners estratégicos, identidade visual, otimização da navegação e ajustes focados em usabilidade.

Assim, sua loja não apenas causa uma excelente primeira impressão, mas também transmite profissionalismo, credibilidade e segurança para transformar visitantes em clientes.

Como aplicar UX para vender mais

UX (User Experience) significa experiência do usuário.

Na prática, é tudo aquilo que facilita a navegação e torna a compra agradável.

Uma boa experiência reduz o esforço do consumidor.

E consumidores que encontram rapidamente o que procuram tendem a comprar mais.

Algumas boas práticas incluem:

  • menus intuitivos;
  • busca eficiente;
  • filtros inteligentes;
  • páginas rápidas;
  • botões de compra visíveis;
  • informações claras;
  • checkout simplificado.

Cada detalhe influencia a percepção do cliente.

O design impacta diretamente o faturamento

Imagine duas lojas vendendo exatamente o mesmo produto pelo mesmo preço.

A diferença está apenas na apresentação.

Uma possui:

  • fotos profissionais;
  • layout moderno;
  • navegação simples;
  • avaliações positivas.

A outra apresenta:

  • imagens desfocadas;
  • textos desorganizados;
  • excesso de elementos visuais;
  • carregamento lento.

Qual delas transmite mais confiança?

A resposta parece óbvia.

É justamente por isso que empresas de alto desempenho investem continuamente em experiência do usuário.

Melhorar o design não é apenas uma questão estética.

É uma estratégia comercial.

O relacionamento entre UX, SEO e conversão

Esses três conceitos caminham juntos.

Quando a experiência melhora:

  • o visitante permanece mais tempo na página;
  • navega por outras categorias;
  • reduz a taxa de rejeição;
  • aumenta o engajamento.

Esses sinais mostram ao Google que aquele conteúdo oferece valor ao usuário.

Como consequência, a loja pode conquistar melhores posições nas pesquisas orgânicas.

Ou seja, investir em UX beneficia tanto o cliente quanto o SEO.

Tendências para lojas virtuais em 2026

O comportamento do consumidor muda rapidamente.

Algumas tendências vêm ganhando cada vez mais força.

Inteligência Artificial

Ferramentas de IA permitem recomendar produtos, responder dúvidas, personalizar ofertas e automatizar atendimentos.

Quando usadas com equilíbrio, tornam a experiência mais eficiente.

Personalização

Consumidores esperam ofertas relevantes.

Mostrar produtos relacionados ao histórico de navegação aumenta as chances de conversão.

Conteúdo em vídeo

Vídeos curtos demonstrando o funcionamento dos produtos ajudam o consumidor a tomar decisões com mais segurança.

Além disso, aumentam o tempo de permanência na página.

Navegação mobile

O celular já representa a principal porta de entrada para muitos e-commerces.

Por isso, pensar primeiro na experiência mobile deixou de ser tendência e passou a ser prioridade.

Checkout simplificado

Cada clique adicional representa uma oportunidade de desistência.

Processos rápidos e intuitivos reduzem o abandono de carrinho.

Uma pequena empresa também deve investir em UX?

Sem dúvida.

Empresas menores podem competir com grandes marcas oferecendo uma experiência mais simples, rápida e agradável.

A aparência de uma loja virtual vai muito além da estética.

Ela influencia a percepção de confiança, fortalece a marca e impacta diretamente as vendas.

Em um mercado cada vez mais competitivo, conquistar a atenção do consumidor é apenas o primeiro passo.

O verdadeiro desafio é transmitir segurança suficiente para que ele avance na jornada de compra.

Uma loja organizada, rápida, responsiva e visualmente agradável não apenas melhora a experiência do usuário, mas também favorece o SEO, reduz o abandono de carrinho e aumenta a taxa de conversão.

Portanto, antes de ampliar o investimento em anúncios, faça uma análise criteriosa da sua loja virtual.

Em muitos casos, pequenas melhorias no design e na usabilidade geram resultados maiores do que aumentar o orçamento de mídia.

Lembre-se: o cliente compra quando confia. E a confiança começa no primeiro clique.

20/07/2026 0 comentários
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SOBRE MIM

SOBRE MIM

Thaís Cristina

31 anos, canceriana, mãe, esposa e mais mil coisas. CEO e cofundadora da DevRocket, uma agência especializada em marketing, tecnologia e soluções para e-commerce, tenho formação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e MBA em Marketing Digital, unindo visão estratégica, experiência prática e olhar empreendedor para ajudar negócios a crescerem no digital.

À frente do blog Dia de CEO, compartilho aqui, conteúdos sobre marketing, estratégia, vendas, gestão e bastidores reais do empreendedorismo, com uma linguagem simples, direta e aplicada à rotina de quem vive os desafios de empreender todos os dias.

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