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Conheça como funciona a afiliação na Hotmart: guia completo para começar em 2026

por Thais Cristina 12/09/2026
escrito por Thais Cristina
Como Ser Afiliada da Hotmart em 2026: Passo a Passo para Começar

Você já imaginou ganhar dinheiro na internet indicando um produto que não foi você quem criou, sem precisar cuidar da entrega, desenvolver uma plataforma própria ou montar um estoque?

Essa é justamente a proposta do marketing de afiliados.

Na Hotmart, uma pessoa pode se afiliar a produtos disponibilizados por produtores, divulgar esses produtos utilizando links rastreáveis e receber uma comissão pelas vendas atribuídas à sua divulgação. A própria plataforma informa que o cadastro para começar como afiliado é gratuito e que existem milhares de produtos disponíveis para divulgação.

Parece simples — e a mecânica realmente não é complicada. O que não significa que seja dinheiro fácil.

Para conseguir resultados, você precisa escolher bons produtos, entender o público, produzir conteúdo, gerar tráfego e aprender a vender.

Neste guia, vamos entender como funciona a afiliação na Hotmart em 2026, como escolher um produto, quanto um afiliado pode receber, como funcionam os links e quais estratégias podem ajudar quem está começando. 🚀

Se você ainda está conhecendo as possibilidades de renda digital, recomendo começar também pelo nosso guia Como ganhar dinheiro na internet em 2026: 15 formas reais para começar.

O que é a Hotmart?

A Hotmart é uma plataforma voltada ao mercado de produtos digitais e negócios online.

Dentro desse ecossistema existem diferentes participantes.

O produtor cria ou comercializa determinado produto.

O comprador adquire esse conteúdo.

E o afiliado ajuda a divulgar a oferta e pode receber comissão pelas vendas atribuídas ao seu trabalho.

Cursos, e-books, comunidades, assinaturas e outros formatos de produtos digitais podem fazer parte desse mercado.

Para quem está começando, uma das vantagens do modelo é justamente não precisar criar o próprio produto antes de tentar realizar a primeira venda.

O que é um afiliado Hotmart?

Imagine que uma especialista criou um curso online de maquiagem.

Ela possui o conhecimento, gravou as aulas, cadastrou o produto e estruturou sua oferta.

Agora imagine que você produz conteúdo sobre beleza e possui pessoas interessadas nesse assunto.

Você pode se tornar afiliada daquele produto, receber um link exclusivo de divulgação e recomendá-lo para sua audiência.

Quando uma venda é atribuída à sua divulgação de acordo com as regras do programa, você recebe a comissão correspondente.

A Hotmart define o marketing de afiliados justamente como um modelo baseado em desempenho: o afiliado promove produtos de terceiros e recebe comissão pelas vendas ou ações atribuídas ao seu link.

Portanto:

Produtor → cria o produto

Afiliado → divulga

Cliente → compra

Hotmart → processa e rastreia a operação

Afiliado → recebe a comissão aplicável

Como funciona a afiliação na Hotmart na prática?

O processo inicial pode ser dividido em etapas bastante simples.

Primeiro, você cria uma conta.

Depois, acessa o mercado de produtos disponíveis para afiliação.

Escolhe uma oferta compatível com seu público.

Solicita a afiliação, quando necessário.

Recebe seu link de divulgação.

Começa a promover o produto.

Quando uma compra elegível é atribuída à sua divulgação, a comissão é registrada.

Segundo a Central de Ajuda da Hotmart, dentro da página de cada produto o interessado consegue consultar informações como percentual de comissão, regras do programa, detalhes do produto e orientações de divulgação disponibilizadas pelo produtor.

É justamente nessa etapa que você precisa evitar um erro muito comum: escolher um produto somente porque ele paga uma comissão alta.

Falaremos disso daqui a pouco.

Como criar uma conta para ser afiliada?

O cadastro na Hotmart pode ser feito gratuitamente. A página oficial para afiliados apresenta o processo inicial em três passos: criar a conta, escolher produtos e começar a divulgá-los utilizando os links específicos.

Depois que sua conta estiver habilitada para vender, o caminho informado atualmente pela Hotmart é acessar:

Produtos → Afiliar-se a um produto.

Ali você consegue navegar pelas opções disponíveis e utilizar filtros para encontrar produtos.

Conheça o programa oficial de Afiliados Hotmart

Vale lembrar que dados cadastrais e financeiros precisam estar corretos para que posteriormente seja possível receber os valores liberados. A Hotmart informa que documentos precisam ser cadastrados e validados para adicionar a conta bancária utilizada nos saques.

Posso me afiliar a qualquer produto?

Não.

Quem determina se determinado produto aceita afiliados é o próprio produtor.

Atualmente, existem duas situações principais para produtos que participam do programa.

Afiliação automática

Você encontra o produto e seleciona “Afilie-se agora”.

Quando o programa aceita afiliação automática, o processo é concluído naquele momento e os links ficam disponíveis.

Afiliação mediante aprovação

Nesse caso, você envia uma solicitação.

O produtor analisa o pedido ou utiliza critérios automáticos configurados para decidir quem poderá participar.

Enquanto a solicitação estiver em análise, os links de divulgação daquele produto ainda não ficam disponíveis para você promover como afiliada.

Também existem produtos que simplesmente não possuem um programa de afiliados ativo.

Quanto um afiliado da Hotmart ganha? 💰

Aqui precisamos tomar bastante cuidado.

Não existe salário de afiliado.

Você pode passar um mês sem realizar nenhuma venda ou construir uma operação que gere vendas regularmente.

Tudo depende de fatores como:

  • produto escolhido;
  • preço;
  • percentual de comissão;
  • audiência;
  • tráfego;
  • qualidade dos conteúdos;
  • taxa de conversão;
  • estratégia comercial;
  • concorrência.

Na página atual para afiliados, a Hotmart divulga que determinados produtos podem oferecer comissões de até 80% do valor do produto. Isso é um limite possível divulgado pela plataforma, e não significa que todo produto pague 80%.

Um artigo oficial atualizado em 2026 também informa uma faixa de 20% a 80% para comissões, dependendo da oferta.

Vamos imaginar um exemplo puramente didático.

Produto: R$ 200

Comissão hipotética: 50%

Comissão bruta de referência: R$ 100

Se fossem realizadas 10 vendas nas mesmas condições, seriam R$ 1.000 de comissão bruta de referência.

Isso não é uma previsão nem uma promessa de rendimento. O valor efetivo depende das regras e cálculos da oferta, das taxas aplicáveis e da validação das vendas.

Como escolher um bom produto para se afiliar?

Essa decisão é muito mais importante do que parece.

Muita gente entra no mercado procurando: “Qual produto paga mais comissão?”

Eu faria uma pergunta diferente: “Qual produto eu consigo recomendar com credibilidade para o meu público?”

Imagine que você mantém um perfil sobre maternidade.

Faz muito mais sentido divulgar algo relacionado a esse universo do que começar, de repente, a recomendar um curso extremamente técnico sobre investimentos apenas porque a comissão parece interessante.

Procure observar:

1. Compatibilidade com seu público: existe uma relação clara entre a oferta e as pessoas que acompanham você?

2. Qualidade: você se sentiria confortável recomendando aquele produto?

3. Página de vendas: ela explica claramente a solução?

4. Reputação: quem é o produtor e o que ele entrega?

5. Comissão: o retorno potencial faz sentido para sua estratégia?

6. Materiais: o produtor oferece recursos que ajudam na divulgação?

7. Regras: existem restrições sobre anúncios, palavras-chave, canais ou formas de divulgação?

A própria Central de Ajuda orienta o afiliado a consultar as regras do programa e as orientações fornecidas pelo produtor antes de iniciar a divulgação.

O que é o HotLink?

Depois de ter uma afiliação ativa, você recebe os Links de Divulgação, também chamados de HotLinks.

Esse detalhe é fundamental.

Não adianta encontrar o endereço comum da página do produto e divulgá-lo aleatoriamente.

Seu HotLink contém as informações necessárias para identificar a origem da indicação dentro das regras de rastreamento.

A Hotmart explica que esse link permite reconhecer que o comprador chegou à oferta através da divulgação do afiliado e atribuir a comissão conforme as regras daquele programa.

Por isso, sempre confira se está utilizando o link correto.

Como funcionam os cookies da Hotmart?

Essa é uma parte um pouco mais técnica, mas vou simplificar.

Imagine que uma pessoa clique hoje no seu link, conheça o produto, mas não compre naquele momento.

Ela volta dias depois e decide comprar.

Você perdeu automaticamente a comissão?

Não necessariamente.

Segundo a documentação atual da Hotmart, o produtor pode configurar a duração do cookie em 60, 90, 180 dias ou duração eterna. O padrão informado pela plataforma é 60 dias.

Além disso, existem diferentes regras para determinar qual afiliado recebe a comissão quando o mesmo consumidor passou por divulgações diferentes.

Entre elas estão último clique e primeiro clique, sendo o último clique a regra padrão informada pela Hotmart.

É por isso que não podemos simplesmente afirmar: “Se alguém clicar no seu link e comprar depois, a comissão será sua.”

Depende das configurações e regras de atribuição daquele programa.

Onde divulgar produtos da Hotmart?

Agora começa a parte mais interessante: marketing.

Você pode trabalhar com diferentes canais.

Instagram, TikTok, YouTube, blog, e-mail e site próprio são alguns exemplos. A Hotmart cita oficialmente conteúdos em redes sociais, blogs, canais de vídeo e sites próprios como caminhos possíveis para direcionar público aos Links de Divulgação.

O importante é entender que divulgar não significa simplesmente jogar o link em todos os lugares.

Pense em conteúdo.

Se você divulga um curso de confeitaria, poderia produzir:

“5 erros que fazem o bolo solar”

“Como começar a vender doces”

“Quanto cobrar por brigadeiros?”

“Utensílios essenciais para começar na confeitaria”

Você atrai pessoas interessadas naquele universo e, quando existe contexto, apresenta uma solução.

Isso é muito mais eficiente do que publicar:

“COMPRE ESSE CURSO!!! LINK NA BIO!!!” 😂

Dá para vender Hotmart sem aparecer?

Sim, é possível desenvolver estratégias sem transformar sua imagem pessoal no centro do conteúdo.

Você pode criar:

  • blogs;
  • sites de nicho;
  • perfis temáticos;
  • conteúdos educativos;
  • canais narrados;
  • estratégias de SEO;
  • e-mail marketing;
  • anúncios, respeitando as regras do produto e das plataformas.

Mas “não aparecer” não significa não produzir valor.

Você ainda precisará conquistar atenção e confiança.

Se sua ideia é construir uma renda online de maneira mais ampla, veja também Como ganhar dinheiro na internet em 2026: 15 formas reais para começar.

Preciso ter muitos seguidores?

Não.

A própria Hotmart afirma que ter site ou audiência não é obrigatório para ser afiliado, embora naturalmente uma audiência possa ajudar na divulgação.

O número de seguidores sozinho também não determina vendas.

Imagine dois perfis.

Um possui 100 mil seguidores que praticamente não interagem.

Outro possui 5 mil pessoas extremamente interessadas em confeitaria.

Para divulgar um bom curso de confeitaria, o segundo pode ter uma audiência muito mais relevante.

Audiência qualificada vale mais do que vaidade.

Posso usar tráfego pago para vender como afiliada?

Dependendo das regras do programa e das políticas da plataforma de anúncios, sim.

Você poderia utilizar Meta Ads ou Google Ads para levar potenciais compradores até uma estrutura de venda.

Mas existe um risco: você está gastando antes de saber se vai vender.

Imagine que sua comissão líquida de referência seja R$ 80 e você gaste R$ 120 em publicidade para conquistar uma venda.

Você perdeu dinheiro naquela aquisição.

Por isso, afiliados que trabalham com mídia precisam entender métricas como:

  • CPC;
  • taxa de conversão;
  • CPA;
  • ROAS;
  • ticket;
  • comissão.

Se pretende seguir por esse caminho, leia nosso guia Tráfego Pago Vale a Pena para Pequena Empresa?.

Mesmo que o artigo seja voltado para pequenos negócios, os conceitos de orçamento, teste e mensuração também ajudam a entender a lógica de aquisição paga.

Conteúdo ou tráfego pago: qual escolher?

Para iniciantes com pouco dinheiro, eu começaria entendendo conteúdo e tráfego orgânico.

Não porque anúncios sejam ruins.

Mas porque conteúdo ajuda você a compreender:

  • quem é seu público;
  • quais dúvidas ele possui;
  • quais conteúdos chamam atenção;
  • qual oferta gera interesse;
  • quais objeções aparecem.

Depois, o tráfego pago pode acelerar uma estratégia que já está mais clara.

Um blog, por exemplo, permite criar conteúdos que respondem dúvidas pesquisadas no Google e inserir ofertas relacionadas de maneira contextual.

Redes sociais ajudam na descoberta.

YouTube pode trabalhar intenção e profundidade.

Não existe um canal perfeito.

Existe aquele que combina melhor com seu público + sua habilidade + sua estratégia.

Quanto tempo demora para fazer a primeira venda?

Pode acontecer rapidamente ou levar meses.

Não existe prazo garantido.

A própria Hotmart orienta iniciantes a trabalharem estratégia, nicho, tráfego e análise de métricas para conquistar as primeiras vendas.

Portanto, desconfie de conteúdos prometendo:

❌ “Primeira venda em 24 horas garantida.”

❌ “R$ 10 mil em 30 dias.”

❌ “Venda sem fazer nada.”

❌ “Método secreto que nunca falha.”

Marketing de afiliados é uma atividade comercial baseada em performance.

Se ninguém comprar de forma válida através da sua estratégia, não existe comissão.

Quando posso sacar minhas comissões?

Depois de uma venda, o dinheiro não necessariamente fica disponível imediatamente.

A Hotmart explica que as comissões são integralizadas progressivamente, considerando aspectos como aprovação do pagamento, prazo de garantia, reembolsos e cancelamentos. O prazo de disponibilização pode variar conforme moeda e meio de pagamento.

Além disso, seus dados financeiros precisam estar corretamente cadastrados.

Existe ainda uma regra importante: tentar realizar uma compra utilizando o próprio link de afiliado pode fazer com que a comissão seja anulada pelos mecanismos antifraude.

Ou seja: não tente criar comissão comprando de você mesma.

Quais erros evitar como afiliada iniciante?

O primeiro é divulgar qualquer produto apenas pela comissão.

O segundo é tentar vender antes de construir confiança.

Outro problema é trocar de nicho constantemente.

Hoje beleza.

Amanhã investimentos.

Depois emagrecimento.

Na semana seguinte empreendedorismo.

Seu público não entende por que deveria acompanhar você.

Também evite spam.

Enviar links repetidamente em grupos e mensagens privadas pode prejudicar sua reputação e ainda esbarrar nas regras dos canais utilizados.

Por fim, nunca prometa resultados que o produto não pode garantir.

Marketing bom não precisa enganar ninguém.

Vale a pena ser afiliado Hotmart em 2026?

Para algumas pessoas, sim.

O modelo possui uma vantagem interessante: você consegue aprender sobre vendas digitais sem necessariamente desenvolver um produto próprio primeiro.

Na prática, começa a ter contato com:

  • marketing;
  • conteúdo;
  • copywriting;
  • tráfego;
  • funil;
  • métricas;
  • vendas;
  • comportamento do consumidor.

A Hotmart afirma possuir mais de 500 mil produtos disponíveis em seu marketplace e apresenta milhares de opções para afiliados.

Mas variedade não significa facilidade.

Você ainda precisa construir uma estratégia.

Um plano simples para começar

Se eu estivesse começando como afiliada hoje, faria assim:

Semana 1: escolheria um nicho que conheço ou tenho interesse real.

Semana 2: pesquisaria produtos e selecionaria apenas uma ou duas boas ofertas.

Semana 3: estudaria profundamente o público e produziria conteúdos úteis.

Semana 4: começaria a divulgar, acompanhar cliques, conteúdos e vendas.

Depois analisaria os resultados.

Quais conteúdos atraíram mais pessoas?

Quais geraram cliques?

Houve vendas?

Quais dúvidas apareceram?

O que pode melhorar?

Esse processo é muito mais sustentável do que se afiliar a 50 produtos e divulgar todos ao mesmo tempo.

Hotmart não é dinheiro fácil, mas pode ser uma porta de entrada

A afiliação na Hotmart é relativamente simples de entender.

Você escolhe um produto disponível, consegue sua afiliação, recebe um link rastreável, divulga e pode ganhar comissão quando vendas são corretamente atribuídas à sua indicação.

O desafio verdadeiro está em conseguir as vendas.

E é justamente aí que entram marketing digital, criação de conteúdo, posicionamento, audiência, SEO, tráfego e relacionamento.

Por isso, se você quer começar, não fique obcecada pela pergunta: “Quanto vou ganhar?”

Comece perguntando: “Para quem eu quero vender e como posso ajudá-la a tomar uma boa decisão?”

  • Escolha um nicho.
  • Entenda seu público.
  • Selecione produtos nos quais você realmente acredita.
  • Crie conteúdo.
  • Aprenda marketing.
  • Faça testes.

E trate a afiliação como um pequeno negócio digital — não como uma fórmula mágica de renda. 💜

Para continuar estudando, leia também nosso conteúdo sobre Primeiros Passos no Marketing Digital. Ele complementa muito bem este guia para quem está começando.

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E-commerce e Vendas OnlineMarketing Digital

Como ganhar dinheiro na internet em 2026: 15 formas reais para começar

por Thais Cristina 12/09/2026
escrito por Thais Cristina
Como Ganhar Dinheiro Online em 2026: 15 Ideias que Você Pode Começar Hoje

Ganhar dinheiro pela internet deixou de ser algo reservado para influenciadores, programadores ou pessoas que já possuem milhares de seguidores. Em 2026, existem diferentes maneiras de transformar conhecimento, habilidades, audiência, produtos ou serviços em renda online.

Mas existe uma diferença importante entre possibilidade e promessa.

Você provavelmente já encontrou vídeos prometendo “R$ 500 por dia trabalhando duas horas” ou métodos supostamente secretos para ficar rica rapidamente. A realidade costuma ser bem menos glamourosa: ganhar dinheiro na internet é possível, mas normalmente exige trabalho, aprendizado, consistência e uma estratégia.

A boa notícia é que você não precisa começar sabendo tudo.

É possível prestar um serviço que você já sabe fazer, divulgar produtos de outras pessoas, criar conteúdo, vender produtos físicos, produzir um e-book ou até transformar uma habilidade profissional em consultoria.

Neste guia, separei 15 formas reais de ganhar dinheiro na internet em 2026, incluindo alternativas para quem possui pouco dinheiro para começar. 💰

Se você ainda está entrando nesse universo, recomendo também meu conteúdo sobre Primeiros Passos no Marketing Digital.

É realmente possível ganhar dinheiro na internet em 2026?

Sim.

Mas “ganhar dinheiro na internet” é uma expressão muito ampla.

A internet é apenas o meio pelo qual uma atividade econômica acontece.

Quando alguém trabalha como social media remotamente, existe um cliente pagando por um serviço. Quando uma afiliada recebe comissão, houve uma venda. Quando uma loja virtual ganha dinheiro, existem consumidores comprando produtos. Quando um criador monetiza seu canal, existe um modelo de publicidade, assinatura, parceria ou venda por trás.

Essa visão ajuda a eliminar a ideia de dinheiro fácil.

Em vez de perguntar: “Qual site paga dinheiro?”

Uma pergunta melhor seria: “Que valor eu consigo entregar para alguém usando a internet?”

A partir daí, aparecem muito mais possibilidades.

1. Trabalhar como afiliada

Marketing de afiliados é uma das portas de entrada mais conhecidas.

Nesse modelo, você divulga um produto de outra pessoa ou empresa e recebe uma comissão quando uma venda elegível acontece por meio do seu link.

Na Hotmart, por exemplo, é possível encontrar produtos disponíveis para afiliação, analisar informações como percentual de comissão e regras do programa e solicitar participação. Depois de aprovada, a afiliada recebe links específicos para divulgação.

Você pode produzir conteúdo sobre:

  • beleza;
  • maternidade;
  • organização;
  • finanças;
  • carreira;
  • moda;
  • tecnologia;
  • educação;
  • casa;
  • empreendedorismo.

O segredo não é simplesmente espalhar links.

É criar conteúdo que ajude alguém a tomar uma decisão de compra.

2. Criar um perfil de achadinhos

Essa estratégia cresceu bastante com vídeos curtos.

Você cria um perfil especializado em descobrir produtos interessantes e produz conteúdos mostrando utilidade, preço, benefício ou demonstração.

Pode trabalhar com decoração, cozinha, beleza, maternidade, moda, eletrônicos e praticamente qualquer outro nicho.

O ponto importante é construir uma linha editorial, em vez de simplesmente publicar dezenas de produtos aleatórios.

Um perfil chamado “Achadinhos para Apartamento Pequeno”, por exemplo, tem um posicionamento muito mais claro do que um perfil que divulga qualquer promoção encontrada na internet.

Você pode monetizar através de programas de afiliados disponíveis para o seu perfil e região, sempre respeitando as regras de cada plataforma e identificando publicidade quando necessário.

3. Prestar serviços de social media

Se você sabe utilizar Instagram, Canva, CapCut ou ferramentas semelhantes, pode transformar essa habilidade em serviço.

Pequenas empresas precisam de ajuda para:

  • criar posts;
  • planejar conteúdos;
  • editar vídeos;
  • escrever legendas;
  • organizar calendários;
  • publicar Stories;
  • acompanhar resultados.

Você não precisa começar atendendo dez empresas.

Um cliente já é o começo de um negócio.

Monte um pequeno portfólio, escolha um segmento e procure empresas que claramente precisam melhorar a presença digital.

Em vez de mandar apenas “faço social media, tem interesse?”, mostre uma oportunidade concreta.

Isso muda completamente a abordagem comercial.

4. Trabalhar como designer utilizando Canva

Você não precisa necessariamente ser designer formada para comercializar determinados materiais simples — desde que seja transparente sobre aquilo que oferece e respeite licenças e direitos autorais.

É possível produzir: posts para redes sociais, apresentações, e-books, cardápios, catálogos, materiais comerciais, convites e peças digitais.

Comece criando alguns exemplos fictícios para montar seu portfólio.

Depois, procure pequenos negócios.

Salões, lojas, restaurantes, profissionais liberais e prestadores de serviços frequentemente precisam de materiais visuais.

O importante é não vender somente “uma arte”.

Venda a solução: “Vou criar um kit com 10 conteúdos para sua empresa ter duas semanas de Instagram organizado.”

Percebe a diferença?

5. Trabalhar com edição de vídeos

Vídeo continua sendo uma enorme oportunidade.

Empresas, influenciadores, profissionais e marcas precisam transformar gravações em conteúdos para Reels, Shorts, TikTok e anúncios.

Você pode começar aprendendo ferramentas acessíveis e criar um portfólio.

Uma estratégia interessante é oferecer pacotes.

Por exemplo:

  • 4 vídeos mensais
  • 8 vídeos mensais
  • 12 vídeos mensais

Conforme sua experiência aumenta, você pode trabalhar também com roteiros, cortes, legendas, thumbnails e planejamento de conteúdo.

Assim, um serviço relativamente simples pode evoluir para uma pequena operação.

6. Criar e vender um e-book 📚

Você sabe fazer algo que outras pessoas querem aprender?

Isso pode virar um produto digital.

Um e-book não precisa ter 300 páginas.

Ele precisa resolver um problema específico.

Imagine:

“30 marmitas para congelar”

“Guia para organizar as finanças da casa”

“50 ideias de conteúdo para manicures”

“Como montar sua primeira loja virtual”

Quanto mais específico o problema, mais fácil comunicar o benefício.

Só tome cuidado com uma armadilha: não produza primeiro para tentar descobrir quem vai comprar depois.

Pesquise a demanda antes.

Converse com pessoas.

Produza conteúdo sobre o assunto.

Observe dúvidas.

Depois desenvolva o material.

7. Criar cursos online

O próximo passo depois de um e-book pode ser um curso.

Mas não pense que você precisa criar 80 aulas e construir uma superprodução.

Um bom produto digital pode ser focado em uma transformação bastante específica.

Se você domina fotografia de produtos, por exemplo, poderia ensinar pequenos lojistas a produzirem fotos melhores usando o celular.

Uma profissional de confeitaria poderia ensinar uma técnica específica.

Uma especialista em marketing poderia ensinar planejamento de conteúdo.

O que você está vendendo não são simplesmente vídeos.

É conhecimento organizado para ajudar alguém a chegar de A até B.

8. Oferecer consultorias online

Essa é uma das formas que considero mais interessantes para quem já possui experiência profissional.

Em vez de construir um curso, você vende seu tempo + conhecimento + análise personalizada.

Consultorias podem existir em áreas como:

  • marketing;
  • gestão;
  • RH;
  • carreira;
  • imagem;
  • organização;
  • finanças empresariais;
  • e-commerce;
  • vendas;
  • design;
  • tecnologia.

Naturalmente, atividades regulamentadas precisam respeitar as exigências profissionais e legais correspondentes.

A grande vantagem é que você não precisa de uma audiência gigantesca.

Precisa de credibilidade e pessoas com um problema que você saiba resolver.

9. Criar conteúdo para YouTube

Sim, ainda existe dinheiro no YouTube em 2026.

E não apenas por publicidade.

Criadores elegíveis podem monetizar por anúncios, YouTube Premium, Shopping e outros recursos oferecidos dentro do Programa de Parcerias.

No Brasil, o programa expandido também está disponível. Alguns recursos podem ser acessados a partir de 500 inscritos, três uploads públicos válidos nos últimos 90 dias e determinados requisitos de visualização; para a divisão de receita publicitária completa vigente em 2026, os critérios incluem 1.000 inscritos e 4.000 horas públicas qualificadas nos últimos 12 meses ou 10 milhões de visualizações qualificadas de Shorts nos últimos 90 dias.

Mas não crie um canal pensando somente no AdSense.

Um canal também pode gerar:

  • patrocínios;
  • clientes;
  • afiliados;
  • venda de produtos;
  • consultorias;
  • autoridade profissional.

10. Criar um blog e monetizar

Sim, você está lendo exatamente uma estratégia que pode se transformar em negócio. 😄

Um blog pode gerar receita por diferentes caminhos:

  • publicidade;
  • afiliados;
  • conteúdo patrocinado;
  • produtos próprios;
  • serviços;
  • captação de leads.

A diferença é que blog normalmente é uma estratégia de médio e longo prazo.

Você precisa criar conteúdos úteis, trabalhar SEO e construir autoridade.

Um bom artigo pode continuar recebendo visitas meses ou anos depois de publicado, embora posições no Google nunca sejam garantidas.

Aqui no Dia de CEO, por exemplo, conteúdos relacionados a empreendedorismo, carreira, marketing e negócios podem se conectar entre si e criar uma verdadeira biblioteca de conhecimento.

11. Vender produtos em uma loja virtual 🛍️

Outra possibilidade é criar seu próprio e-commerce.

Você pode vender:

  • roupas;
  • acessórios;
  • cosméticos;
  • decoração;
  • papelaria;
  • produtos infantis;
  • calçados;
  • alimentos, quando atendidas as exigências aplicáveis;
  • produtos personalizados.

Mas existe uma diferença importante entre abrir uma loja virtual e construir um negócio de e-commerce.

Você precisa pensar em estoque, margem, fornecedores, pagamentos, frete, atendimento, marketing, aquisição de clientes e experiência de compra.

✅ Cupom: DEVROCKET50
🎁 Benefício: 50% OFF nas 3 primeiras mensalidades
📌 Válido para: contratação no formato mensal

E aparência também importa. Se pretende seguir por esse caminho, veja o artigo A Aparência da Sua Loja Virtual Está Afastando Clientes?.

12. Vender em marketplaces

Você não precisa necessariamente criar um site próprio no primeiro dia.

Marketplaces podem ser uma porta de entrada porque já possuem consumidores utilizando suas plataformas.

O modelo, entretanto, envolve regras, comissões, concorrência e dependência do marketplace.

Por isso, faça as contas antes de definir preços.

Um produto vendido por R$ 100 não significa R$ 100 de lucro.

Existem:

  • custo do produto;
  • comissões;
  • tributos;
  • embalagem;
  • logística;
  • eventuais custos de publicidade;
  • devoluções;
  • custos operacionais.

Faturamento e lucro são coisas completamente diferentes.

13. Trabalhar como freelancer

Talvez você já possua uma habilidade vendável e ainda não tenha percebido.

Algumas possibilidades são: redação, tradução, revisão, programação, design, edição, fotografia, criação de apresentações, gestão de anúncios, suporte, atendimento, copywriting e desenvolvimento de sites.

Uma das melhores maneiras de começar é escolher uma habilidade + um público + um problema.

Em vez de:

“Faço redação.”

Experimente:

“Produzo artigos de blog otimizados para empresas de decoração.”

O segundo posicionamento comunica muito melhor quem você atende.

14. Criar conteúdo UGC

UGC significa User Generated Content.

Na prática comercial, marcas podem contratar criadores para produzir vídeos e fotos com aparência mais natural, demonstrando produtos ou serviços.

E aqui está uma informação importante: você não precisa necessariamente ser uma grande influenciadora.

Em uma contratação de UGC, a empresa pode estar interessada principalmente na sua capacidade de produzir o conteúdo, e não somente no tamanho da sua audiência.

Você pode criar vídeos como:

  • unboxing;
  • demonstração;
  • tutorial;
  • antes e depois;
  • depoimento;
  • rotina utilizando o produto.

Sempre respeitando as regras de publicidade e deixando relações comerciais transparentes quando o conteúdo for publicado como publicidade.

15. Usar inteligência artificial para prestar serviços 🤖

Em 2026, IA não precisa ser o negócio.

Ela pode ser uma ferramenta dentro do negócio.

Você pode utilizá-la para acelerar pesquisa, brainstorming, organização, roteiros, análise de informações, atendimento e diversas etapas de produção.

Mas existe um detalhe importante: não venda simplesmente o resultado bruto produzido por uma IA.

Seu valor continua estando no repertório, revisão, estratégia e conhecimento.

Uma pessoa pode pedir a uma IA para escrever uma legenda.

Mas uma profissional de marketing sabe analisar:

  • qual é o objetivo;
  • quem é o público;
  • qual é a oferta;
  • qual tom utilizar;
  • qual CTA faz sentido;
  • como aquele conteúdo entra na estratégia.

A ferramenta aumenta produtividade. O conhecimento humano continua sendo o diferencial.

Qual dessas formas é melhor para começar?

Depende principalmente de três recursos: dinheiro, conhecimento e tempo.

Para visualizar melhor, podemos comparar algumas opções de maneira qualitativa e ilustrativa — não são dados de rendimento ou promessa de ganhos:

Facilidade relativa para começar

Quanto maior a pontuação, menor tende a ser a barreira inicial de estrutura.

Quem possui pouco dinheiro, mas já tem alguma habilidade profissional pode começar prestando serviços.

Quem tem conhecimento especializado pode considerar consultorias ou produtos digitais.

Quem gosta de comunicação pode explorar conteúdo, UGC, YouTube e afiliados.

Quem possui capital e interesse em comércio pode estudar e-commerce e marketplaces.

Quanto dá para ganhar pela internet?

Essa talvez seja a pergunta mais pesquisada — e uma das mais difíceis de responder com responsabilidade.

Pode ser R$ 100 de renda extra ou uma empresa que fatura milhões.

Não existe salário fixo da “internet”.

O YouTube, inclusive, deixa claro que seu contrato de parceria não oferece garantia de quanto um criador receberá ou mesmo se receberá determinado valor, pois a receita depende de diversos fatores.

O mesmo raciocínio deve ser aplicado às demais alternativas.

Desconfie de qualquer promessa como:

❌ “Ganhe R$ 10 mil no primeiro mês.”

❌ “Método garantido.”

❌ “Copie e cole e receba dinheiro.”

❌ “Renda automática sem trabalhar.”

Negócios legítimos possuem risco, custos, aprendizado e variabilidade.

Preciso investir dinheiro para começar?

Em algumas opções, muito pouco.

Se você já possui computador, celular e internet, pode começar oferecendo um serviço praticamente com a estrutura que possui.

Já uma loja virtual com estoque exige mais capital.

O erro é acreditar que investimento zero significa esforço zero.

Quando você não coloca muito capital, normalmente precisará compensar com: tempo + aprendizado + prospecção + produção.

E o tráfego pago?

Pode acelerar a aquisição de clientes, mas eu não começaria colocando dinheiro em anúncios sem entender oferta, público e margem.

Inclusive, publiquei um guia completo respondendo justamente à pergunta: tráfego pago vale a pena para pequenas empresas?

A lógica é simples: primeiro construa algo que faça sentido vender; depois pense em acelerar a distribuição.

Tráfego pago compra alcance e oportunidades. Não compra lucro garantido.

Como escolher uma ideia para começar ainda em 2026?

Se eu estivesse começando hoje, responderia quatro perguntas:

1. O que eu já sei fazer?

Liste suas habilidades profissionais e pessoais.

2. Qual problema consigo resolver?

As pessoas pagam muito mais facilmente por solução do que por “uma ideia legal”.

3. Quem possui esse problema?

Defina um público.

4. Como posso vender uma versão simples dessa solução?

Não comece tentando construir uma empresa enorme.

Comece tentando conquistar o primeiro cliente.

Um plano simples para os próximos 30 dias 🚀

Na primeira semana, escolha uma das 15 possibilidades e estude o mercado.

Na segunda, crie uma oferta.

Na terceira, prepare seu portfólio, perfil, conteúdo ou página.

Na quarta, comece a divulgar e prospectar.

O objetivo inicial não precisa ser ganhar R$ 10 mil.

Pode ser conseguir a primeira venda.

Depois: primeira venda → primeiros clientes → validação → melhoria → recorrência → escala.

É uma construção.

Não tente começar cinco negócios ao mesmo tempo

Esse talvez seja o conselho mais importante deste artigo.

Depois de descobrir tantas possibilidades, dá vontade de criar:

  • um canal;
  • um blog;
  • uma loja;
  • um e-book;
  • um perfil de afiliados;
  • e ainda prestar serviços.

Tudo na segunda-feira. 😂

Não faça isso.

Escolha uma oportunidade.

Teste.

Aprenda.

Analise.

Quando encontrar sinais de que existe demanda, aprofunde.

A internet facilita começar, mas essa facilidade também cria distração.

Conclusão: qual é a melhor forma de ganhar dinheiro na internet em 2026?

Não existe uma única resposta.

Para algumas pessoas, será prestar serviços.

Para outras, vender produtos.

Talvez seja criar conteúdo, trabalhar como afiliada, desenvolver um produto digital ou transformar anos de experiência profissional em consultoria.

O mais importante é entender que a internet não é uma máquina automática de gerar dinheiro.

Ela é uma infraestrutura gigantesca que conecta pessoas, empresas, conhecimento, produtos e serviços.

Quando você encontra algo útil para oferecer e aprende a conectar essa solução às pessoas certas, surge uma oportunidade de negócio.

Então, se você quer começar, minha recomendação é simples: não espere encontrar a ideia perfeita.

Escolha uma possibilidade viável.

Comece pequena.

Faça a primeira venda.

Aprenda com ela.

Melhore.

E continue.

Porque quase todo negócio digital que hoje parece grande começou exatamente assim: com alguém tentando conquistar o primeiro cliente. 💜

Qual dessas 15 formas você começaria hoje? Salve este guia e escolha uma para colocar em prática nos próximos 30 dias.

12/09/2026 0 comentários
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E-commerce e Vendas OnlineMarketing Digital

Tráfego pago vale a pena para pequena empresa? Entenda quando investir e como não jogar dinheiro fora

por Thais Cristina 11/09/2026
escrito por Thais Cristina
Tráfego Pago para Pequenas Empresas: Vale a Pena Investir Mesmo com Pouco Dinheiro?

Se você tem uma pequena empresa, provavelmente já ouviu alguma dessas frases:

“Você precisa anunciar no Instagram.”

“Tem que investir no Google.”

“Coloque R$ 20 por dia que começa a vender.”

E é justamente aí que surgem as dúvidas: tráfego pago vale a pena para pequena empresa? Quanto investir? É preciso contratar uma agência? E se eu gastar dinheiro e não vender nada?

A resposta curta é: sim, tráfego pago pode valer muito a pena para pequenas empresas — mas anúncio não faz milagre.

Quando existe uma boa oferta, público definido, atendimento eficiente e acompanhamento dos resultados, os anúncios podem acelerar a aquisição de clientes. Por outro lado, impulsionar qualquer publicação sem estratégia pode simplesmente consumir dinheiro.

Neste artigo, vou explicar de maneira simples como funciona o tráfego pago, quando vale a pena investir, quanto uma pequena empresa pode começar colocando e quais números realmente precisam ser acompanhados.

O que é tráfego pago?

Tráfego pago é uma estratégia de marketing digital utilizada para atrair pessoas por meio de anúncios.

Em vez de depender exclusivamente de alguém encontrar sua empresa organicamente no Google, Instagram ou TikTok, você paga para aumentar o alcance da sua mensagem.

Entre as plataformas mais conhecidas estão Google Ads e Meta for Business, responsável pelos anúncios exibidos no Facebook e Instagram.

Imagine uma pequena loja de roupas femininas.

Ela pode criar uma campanha no Instagram para mostrar uma nova coleção a mulheres com maior probabilidade de se interessarem pelos produtos.

Uma clínica pode utilizar anúncios para captar contatos.

Já uma assistência técnica pode aparecer no Google justamente quando alguém pesquisar por um serviço relacionado.

Essa capacidade de alcançar consumidores em diferentes momentos da jornada é uma das grandes vantagens da mídia paga.

Se você ainda está construindo a presença digital da empresa, recomendo também a leitura do artigo Primeiros Passos no Marketing Digital: Estratégias que Funcionam.

Afinal, tráfego pago vale a pena para pequena empresa?

Pode valer — e muito.

Uma das grandes vantagens da publicidade digital é que uma pequena empresa não precisa necessariamente começar com os enormes investimentos utilizados por grandes marcas.

No Google Ads, por exemplo, o próprio anunciante controla o orçamento. O Google informa oficialmente que não existe um investimento mínimo obrigatório para começar e que é possível estabelecer limites diários ou mensais.

Isso democratizou bastante a publicidade.

Antes da internet, uma empresa local que quisesse aparecer para milhares de pessoas poderia precisar investir em televisão, rádio, jornal, outdoor ou distribuição de material impresso.

Essas estratégias continuam podendo funcionar, mas a publicidade digital trouxe uma vantagem importante: mensuração.

É possível acompanhar quantas pessoas visualizaram, clicaram, entraram em contato e, quando a estrutura de rastreamento permite, quantas compraram.

E essa informação muda completamente a forma de investir.

O maior erro: acreditar que tráfego pago significa venda garantida

Aqui está uma diferença importante: Tráfego pago compra distribuição. Não compra resultado garantido.

Você está pagando para colocar sua mensagem diante de pessoas.

Depois disso, diversas variáveis influenciam a conversão.

Entre elas:

  • qualidade do produto ou serviço;
  • preço;
  • oferta;
  • criativo;
  • reputação da empresa;
  • página de destino;
  • atendimento;
  • concorrência;
  • prazo;
  • frete, quando existe;
  • experiência de compra.

Imagine uma loja virtual com páginas lentas, fotos ruins e poucas informações.

Você pode investir R$ 5 mil para levar milhares de visitantes até ela.

O anúncio cumpriu sua função.

As pessoas chegaram.

Mas, se ninguém confia suficientemente na empresa para comprar, aumentar o tráfego apenas aumenta o número de pessoas encontrando um problema que já existia.

Inclusive, já falei sobre essa relação entre confiança e conversão no artigo A Aparência da Sua Loja Virtual Está Afastando Clientes?.

Meta Ads ou Google Ads: qual é melhor para uma pequena empresa?

Essa pergunta aparece muito.

E a resposta é: depende do negócio e da intenção do consumidor.

Google Ads 🔎

Os anúncios de pesquisa podem ser interessantes quando já existe uma procura clara.

Imagine alguém pesquisando: “manutenção de ar-condicionado perto de mim” ou “contabilidade para pequenas empresas”.

Existe uma intenção evidente por trás dessas buscas.

O Google explica que os anúncios na Busca são exibidos em espaços identificados e que sua relevância está relacionada aos termos pesquisados pelo usuário.

Por isso, a pesquisa pode funcionar muito bem para negócios nos quais as pessoas já sabem que possuem determinado problema.

Meta Ads 📱

Facebook e Instagram trabalham muito bem com descoberta.

A pessoa pode não estar procurando naquele momento por um vestido, restaurante, salão, curso ou loja de decoração.

Mas encontra um anúncio interessante enquanto utiliza a rede social.

Isso torna o Meta particularmente interessante para produtos e serviços com forte apelo visual, ofertas e geração de demanda.

A própria Meta destaca que suas ferramentas permitem aos anunciantes administrar e medir campanhas em tempo real e apresenta a publicidade digital como uma forma de pequenos negócios alcançarem públicos que historicamente seriam mais acessíveis a grandes anunciantes.

Não significa que Meta serve apenas para produtos e Google apenas para serviços.

Essa divisão é uma simplificação.

Em muitos negócios, as duas plataformas podem trabalhar juntas.

Quanto uma pequena empresa deve investir em tráfego pago?

Não existe um número mágico.

Uma empresa que vende serviços de R$ 10 mil possui uma realidade completamente diferente de uma loja que vende produtos de R$ 80.

O orçamento precisa considerar principalmente: ticket médio + margem + custo de aquisição + capacidade de atendimento + objetivo.

Para começar, é mais inteligente pensar em orçamento de teste do que em um valor universal.

Imagine uma empresa que decide testar R$ 600 durante um mês.

Isso representa aproximadamente R$ 20 por dia.

Outra pode testar R$ 1.500.

Uma terceira pode precisar de R$ 3 mil para conseguir volume suficiente em um mercado muito competitivo.

Nenhum desses números é automaticamente certo ou errado.

O importante é existir dinheiro suficiente para gerar dados e aprender, sem comprometer o caixa da empresa.

O Google permite definir orçamento diário médio e informa que esse valor pode ser ajustado. Também trabalha com um limite mensal de gastos baseado no orçamento configurado.

Exemplo: por que olhar apenas o faturamento pode enganar

Vamos imaginar uma campanha hipotética.

Uma pequena empresa investiu R$ 1.000.

Conseguiu gerar 20 vendas.

O faturamento atribuído foi de R$ 4.000.

Isso significa um ROAS de 4 — ou seja, R$ 4 em receita para cada R$ 1 investido em mídia.

Parece excelente.

Mas precisamos perguntar:

Quanto custaram os produtos?

Qual é a margem?

Existe comissão?

Frete subsidiado?

Impostos?

Taxa do meio de pagamento?

Quanto custa a agência ou profissional responsável?

É perfeitamente possível ter ROAS positivo e lucro ruim.

Por isso, não confunda faturamento com lucro.

📊 Um exemplo visual

O gráfico abaixo é didático e hipotético, não uma promessa de retorno. Ele mostra por que precisamos analisar o funil inteiro.

O objetivo não deveria ser comemorar os 1.000 cliques.

Deveria ser descobrir quanto custou conquistar os 20 clientes e quanto eles geraram de margem para a empresa.

Quais métricas uma pequena empresa precisa acompanhar?

Você não precisa começar decorando cinquenta siglas.

Algumas métricas já ajudam bastante.

CPC — custo por clique

Mostra quanto você está pagando, em média, por cada clique.

CPL — custo por lead

Se sua campanha busca contatos, mostra quanto foi necessário investir para gerar cada oportunidade.

CPA — custo por aquisição

Indica quanto custou conquistar uma venda ou cliente, conforme a configuração e o objetivo mensurado.

Taxa de conversão

Mostra qual percentual das pessoas realizou a ação desejada.

ROAS

Compara a receita atribuída aos anúncios com o investimento em mídia.

Se você investiu R$ 1.000 e atribuiu R$ 4.000 em receita: ROAS = 4.

Mas lembre-se novamente: ROAS não é lucro.

Existe retorno comprovado em publicidade digital?

Existem evidências de que anúncios digitais podem gerar valor econômico, mas é importante interpretar qualquer estatística com cuidado.

Na metodologia atual de impacto econômico do Google, a empresa utiliza a premissa de que anunciantes geram, em média, US$ 2 em lucro publicitário para cada US$ 1 investido no Google Ads. A estimativa deriva de metodologia desenvolvida pelo economista Hal Varian e validada posteriormente com dados internos do Google.

Isso não significa que colocar R$ 1.000 no Google automaticamente devolverá R$ 2.000 para sua empresa.

É uma estimativa agregada utilizada na metodologia econômica do Google, e os resultados individuais variam muito.

O próprio Google alerta em suas ferramentas de orçamento que resultados reais variam conforme o anunciante.

Essa distinção é importante porque marketing responsável trabalha com teste e dados, não com promessas.

Quando tráfego pago vale muito a pena? 🚀

Existem alguns sinais positivos.

A empresa já possui um produto ou serviço validado.

Existem clientes comprando.

A margem permite investir na aquisição.

O atendimento consegue receber novas oportunidades.

Há uma oferta clara.

A empresa possui um site, landing page, WhatsApp ou processo comercial minimamente organizado.

E, principalmente, existe disposição para testar.

Nesse cenário, mídia paga pode acelerar algo que já possui fundamentos.


Quando talvez ainda NÃO seja hora de anunciar?

Imagine que você acabou de abrir uma empresa e ainda não sabe exatamente:

quem é seu cliente;

quanto cobrar;

qual produto oferecer;

qual é seu diferencial;

como atender;

ou quanto ganha em cada venda.

Talvez seja melhor organizar esses fundamentos antes de aumentar o investimento.

O próprio Google reconhece que nem sempre é o momento certo para investir em anúncios e aponta alternativas gratuitas, como o Perfil da Empresa, para alguns negócios.

Outro sinal de alerta acontece quando o caixa está apertado e você precisa que cada real colocado no anúncio volte imediatamente para conseguir pagar as contas.

Publicidade envolve testes.

Algumas campanhas funcionam.

Outras precisam ser ajustadas.

Criativos cansam.

Concorrentes mudam estratégias.

Custos variam.

Não utilize dinheiro essencial para a operação esperando uma garantia que nenhuma plataforma pode oferecer.

“Impulsionar publicação” é fazer tráfego pago?

Tecnicamente, você está pagando por distribuição.

Mas existe uma diferença entre simplesmente apertar o botão Impulsionar e construir uma estratégia completa de mídia.

Uma campanha profissional considera:

  • objetivo;
  • segmentação;
  • criativo;
  • copy;
  • oferta;
  • posicionamentos;
  • página;
  • rastreamento;
  • orçamento;
  • métricas;
  • otimizações.

Por isso, uma campanha que recebeu muitas curtidas não necessariamente foi boa.

Se o objetivo era vender, precisamos analisar vendas.

Se era gerar contatos, precisamos olhar os leads.

Métrica bonita não paga boleto. Resultado de negócio é o que importa.

Tráfego pago e orgânico devem trabalhar juntos

Existe uma falsa disputa entre tráfego pago e orgânico.

Você não precisa escolher um para sempre.

SEO, conteúdo, redes sociais e construção de comunidade podem gerar resultados acumulativos no médio e longo prazo.

Anúncios ajudam a acelerar alcance e aquisição.

Uma pequena empresa pode produzir conteúdo para Instagram, trabalhar o Google organicamente e utilizar mídia para distribuir ofertas estratégicas.

Essa combinação reduz a dependência de um único canal.

O próprio modelo de impacto econômico do Google considera separadamente o valor dos anúncios e dos cliques provenientes da pesquisa orgânica, mostrando que os dois caminhos fazem parte do ecossistema de aquisição.

Se você ainda está montando essa estrutura, volte ao nosso guia de Primeiros Passos no Marketing Digital.

E uma empresa local? Vale a pena?

Pode fazer ainda mais sentido.

Imagine:

🍕 pizzaria;

💅 salão;

🦷 clínica odontológica;

👟 loja física;

🏋️ academia;

🔧 prestador de serviços;

🏠 imobiliária.

Esses negócios não precisam necessariamente alcançar o Brasil inteiro.

Uma campanha pode concentrar esforços na região atendida pela empresa, evitando desperdiçar parte do orçamento com pessoas que estão longe demais para comprar.

Além dos anúncios, empresas locais devem considerar uma presença bem configurada no Google e boas avaliações.

Preciso contratar uma agência de tráfego pago?

Não obrigatoriamente.

Um empreendedor pode aprender os fundamentos e administrar campanhas simples.

Porém, conforme o orçamento e a complexidade aumentam, um profissional especializado pode ajudar bastante.

Uma boa gestão envolve:

configuração de rastreamento;

análise de métricas;

testes de criativos;

segmentações;

remarketing;

otimizações;

planejamento;

análise financeira.

A pergunta não deveria ser apenas “quanto custa contratar alguém?”.

Pergunte também: “Quanto custa anunciar errado durante seis meses?”

Como começar sem jogar dinheiro fora

Para uma pequena empresa, eu seguiria uma sequência simples:

  1. Defina um objetivo: venda, mensagem, orçamento, lead ou visita.
  2. Escolha uma oferta: o que exatamente será anunciado?
  3. Entenda seu público: quem possui maior chance de comprar?
  4. Escolha o canal: onde essa pessoa está ou procura pela solução?
  5. Prepare o destino: WhatsApp, landing page, site ou loja.
  6. Configure mensuração: saiba de onde vieram os resultados.
  7. Separe um orçamento de teste: não comprometa o caixa.
  8. Crie diferentes anúncios: não aposte tudo em uma única peça.
  9. Analise os dados: clique sozinho não significa sucesso.
  10. Escale somente o que demonstrar resultado.

Esse processo é muito mais saudável do que colocar dinheiro aleatoriamente em uma publicação e esperar vendas.

Tráfego pago vale a pena?

Sim, tráfego pago pode valer muito a pena para uma pequena empresa.

Mas existe uma condição: ele precisa ser tratado como investimento mensurável, não como aposta.

Não comece perguntando somente “quanto devo colocar no anúncio?”.

Pergunte:

Quanto posso pagar para conquistar um cliente?

Quanto esse cliente gera de margem?

Qual oferta quero divulgar?

Como vou medir o resultado?

Minha empresa está preparada para atender as oportunidades?

Quando você consegue responder essas perguntas, o tráfego pago deixa de ser simplesmente “dinheiro colocado no Instagram ou Google” e passa a fazer parte de uma estratégia de crescimento.

E talvez essa seja a principal mudança de mentalidade para uma pequena empresa: não precisamos anunciar para aparecer. Precisamos anunciar para alcançar um objetivo de negócio.

11/09/2026 0 comentários
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Gestão e Bastidores de CEO

Eu fui ao Connect ACIM 2026 e foi incrível: o que aprendi sobre networking, negócios e conexões

por Thais Cristina 11/09/2026
escrito por Thais Cristina
Por Que Participar de Eventos Empresariais? Minha Experiência no Connect ACIM 2026

Existem experiências que fazem a gente sair da rotina e voltar para casa pensando diferente sobre negócios, pessoas e até sobre a nossa própria trajetória profissional.

Foi exatamente assim que me senti depois de participar do Connect ACIM 2026.

No dia 10 de setembro, estive no evento realizado pela Associação Comercial e de Inovação de Marília (ACIM), no Golden Palace, em Marília. A proposta do encontro era reunir empresários, profissionais, lideranças e pessoas interessadas em empreendedorismo, inovação, tecnologia e desenvolvimento empresarial.

E posso dizer: foi incrível!

Mas não apenas pelas palestras ou pela estrutura.

O que mais me chamou atenção foi perceber, mais uma vez, o quanto sair do nosso ambiente habitual é importante para quem empreende.

Quando você administra uma empresa, é muito fácil ficar presa à operação: clientes, funcionários, reuniões, financeiro, planejamento, problemas para resolver e decisões que precisam ser tomadas todos os dias.

Eventos empresariais quebram esse ciclo.

Você olha para fora da sua própria empresa, conversa com outras pessoas, conhece negócios diferentes, escuta novas perspectivas e percebe que existem oportunidades que dificilmente apareceriam se você permanecesse apenas dentro do escritório.

Foi exatamente isso que o Connect ACIM 2026 me proporcionou.

O que foi o Connect ACIM 2026?

O Connect ACIM é um evento realizado pela Associação Comercial e de Inovação de Marília e chegou à sua oitava edição em 2026.

Segundo a organização, o encontro foi pensado para conectar empresários, lideranças, profissionais e estudantes em torno de temas como empreendedorismo, inovação, networking estratégico e desenvolvimento empresarial.

A edição de 2026 foi realizada no dia 10 de setembro, no Golden Palace Eventos, e a organização projetava reunir mais de 3 mil participantes.

A programação contou com diferentes profissionais e empresários, incluindo nomes como Mário Sérgio Cortella, Priscilia Queiroz, Elaine Mosconi, Marcos Fernandes, Thiago Mazeto, Jadson Vasconcelos e Pedro Sobral, além de diversas lideranças empresariais e profissionais da região.

Mais do que assistir às palestras, porém, estar presencialmente em um ambiente assim proporciona algo que dificilmente conseguimos reproduzir completamente no digital: conexão humana.

Networking vai muito além de trocar cartões

Durante muito tempo, eu enxergava networking de uma forma muito mais simples.

Era conhecer pessoas.

Trocar contatos.

Conversar sobre empresas.

Adicionar alguém no LinkedIn ou seguir no Instagram.

Hoje vejo de outra maneira.

Networking é construir relacionamento antes de precisar dele.

Existe uma diferença enorme entre conhecer alguém e criar uma conexão profissional verdadeira.

Você pode ter milhares de contatos nas redes sociais e, ainda assim, possuir uma rede profissional pequena.

Uma boa rede é construída quando existe troca.

Você apresenta sua empresa, mas também se interessa pelo negócio do outro.

Conta o que faz, mas escuta.

Compartilha experiências, apresenta pessoas, indica oportunidades e mantém relacionamentos.

Nem toda conversa precisa terminar em venda.

Na verdade, algumas das melhores conexões profissionais começam justamente quando ninguém está tentando vender alguma coisa.

Uma conversa pode gerar uma oportunidade meses depois

Esse é um dos pontos mais interessantes do networking.

Nem sempre conseguimos medir o retorno imediatamente.

Você pode conhecer alguém hoje e essa pessoa indicar um cliente daqui a seis meses.

Pode conversar com outro empresário e descobrir uma ferramenta que reduz custos da sua empresa.

Talvez encontre um fornecedor melhor.

Ou conheça uma pessoa que futuramente se torne parceiro comercial.

Também pode acontecer algo ainda mais simples: uma conversa mudar sua forma de enxergar determinado problema.

Por isso, não acredito que o resultado de participar de um evento empresarial possa ser medido apenas pela quantidade de vendas realizadas naquele dia.

Existe um valor invisível nas conexões.

Parcerias fazem empresas crescerem mais rápido

Outro ponto que ficou ainda mais evidente para mim é a importância das parcerias empresariais.

Empreender não precisa significar fazer tudo sozinha.

Quando duas empresas possuem públicos ou serviços complementares, uma parceria bem construída pode gerar oportunidades para ambos os lados.

Imagine, por exemplo, uma empresa especializada em marketing que se conecta com outra especializada em tecnologia.

Uma agência pode estabelecer parceria com uma plataforma.

Uma consultoria pode criar ações em conjunto com empresas que atendem o mesmo perfil de cliente.

As possibilidades são enormes.

O mais interessante é que eventos como o Connect ACIM colocam diferentes segmentos dentro do mesmo ambiente.

Você encontra empresários do varejo, indústria, tecnologia, alimentação, serviços, comunicação e muitas outras áreas.

E é justamente dessa mistura que podem surgir ideias inesperadas.

Networking também é posicionamento

Existe outro benefício que nem sempre recebe tanta atenção.

Estar presente também posiciona sua marca.

Quando você participa de eventos empresariais, conversa com outros empreendedores e acompanha discussões do mercado, passa a fazer parte daquele ecossistema.

As pessoas começam a conhecer:

quem você é;

qual empresa representa;

o que sua empresa oferece;

em quais assuntos possui experiência;

como pode ajudá-las.

Autoridade não é construída apenas publicando conteúdo nas redes sociais.

Ela também é construída presencialmente.

Uma conversa de cinco minutos pode transmitir mais confiança do que dezenas de publicações.

Principalmente no ambiente corporativo, relacionamento continua tendo um peso enorme.

Conhecimento que vai além das palestras

Naturalmente, as palestras são uma parte importante de qualquer evento empresarial.

No Connect ACIM 2026, a programação reuniu profissionais com experiências bastante diferentes, passando por empreendedorismo, inovação, varejo, inteligência artificial, negociação, gestão e desenvolvimento de negócios.

Essa diversidade é interessante porque nos tira da nossa própria bolha.

Às vezes estamos tão concentradas no nosso segmento que consumimos sempre as mesmas informações.

Seguimos profissionais parecidos.

Assistimos aos mesmos tipos de conteúdo.

Conversamos com pessoas que enfrentam problemas semelhantes aos nossos.

Em um evento multidisciplinar, isso muda.

Você pode ouvir uma pessoa da indústria e levar um insight para uma empresa digital.

Pode conhecer uma estratégia utilizada no varejo físico e adaptá-la ao e-commerce.

Ou descobrir uma abordagem de liderança que resolve um problema interno da sua equipe.

Conhecimento empresarial não precisa vir apenas do seu próprio mercado.

O ambiente corporativo também ensina

Uma das coisas que mais gosto nesses encontros é observar.

Como outras empresas se apresentam?

Como os empresários fazem networking?

Como as marcas posicionam seus estandes?

Que assuntos aparecem nas conversas?

Quais são as preocupações dos gestores?

Que tecnologias estão chamando atenção?

Tudo isso é pesquisa de mercado.

E você está fazendo isso enquanto conversa, aprende e conhece pessoas.

Participar do ambiente corporativo nos ajuda a perceber tendências antes que elas apareçam de maneira óbvia nos relatórios.

Precisamos sair um pouco do digital

Para quem trabalha com internet, existe um risco muito grande de acreditar que todas as relações profissionais podem acontecer online.

Eu amo o digital.

Minha rotina profissional está diretamente ligada a ele.

Mas eventos como o Connect ACIM reforçam algo importante: o presencial ainda tem um poder enorme.

Uma conversa olho no olho cria uma percepção diferente.

Você entende a energia da pessoa, consegue aprofundar assuntos e estabelece uma relação mais próxima.

Não significa escolher entre digital ou presencial.

A melhor estratégia é combinar os dois.

Você conhece alguém presencialmente e mantém o relacionamento pelo digital.

Conversa em um evento, conecta no LinkedIn, acompanha o trabalho, troca mensagens e, futuramente, pode surgir uma parceria.

É aí que os dois mundos se encontram.

O networking é ainda mais importante para mulheres empresárias

Para nós, mulheres que empreendemos, construir uma boa rede profissional também possui uma importância especial.

Conversar com outras empresárias permite perceber que muitos desafios não são individuais.

Gestão.

Maternidade.

Liderança.

Crescimento.

Cobranças.

Equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

Tomada de decisão.

São assuntos que aparecem constantemente na vida de quem administra um negócio.

Encontrar outras mulheres que também vivem esse universo cria identificação e abre espaço para troca de experiências.

Não precisamos transformar cada encontro em competição.

Existe muito espaço para colaboração.

Você não precisa ser extrovertida para fazer networking

Esse é outro mito que vale quebrar.

Networking não significa entrar em uma sala distribuindo cartões para cinquenta desconhecidos.

Você pode começar com uma conversa.

Pergunte: “O que sua empresa faz?”

Depois escute.

Uma boa pergunta abre inúmeras possibilidades.

Outra opção é perguntar como a pessoa conheceu o evento, quais desafios enfrenta atualmente ou quais tendências percebe em seu segmento.

A conversa acontece naturalmente.

E existe uma regra que considero ainda mais importante: não fale apenas sobre você.

Demonstrar interesse genuíno torna qualquer conversa mais agradável.

Como aproveitar melhor um evento empresarial

Depois dessa experiência, existem algumas atitudes que considero fundamentais para aproveitar melhor eventos corporativos.

A primeira é chegar aberta para conversar.

Não fique apenas com as pessoas que você já conhece.

Outra dica é ter uma apresentação curta sobre seu negócio.

Você precisa conseguir explicar em poucos segundos: quem você é + o que sua empresa faz + para quem ela faz.

Também vale registrar os contatos mais interessantes.

Pode ser pelo LinkedIn, Instagram ou WhatsApp, dependendo da situação.

Mas existe uma etapa que muitas pessoas esquecem: o pós-evento.

O verdadeiro networking começa depois do evento

Você conheceu dez pessoas incríveis.

Voltou para casa.

E nunca mais falou com nenhuma delas.

Nesse caso, provavelmente perdeu boa parte do potencial das conexões.

Nos dias seguintes, mande uma mensagem simples.

Algo como: “Adorei conversar com você no Connect ACIM. Vamos manter contato!”

Não precisa existir uma proposta comercial.

O objetivo inicialmente é manter a conexão.

Depois acompanhe o trabalho daquela pessoa.

Interaja.

Compartilhe algo relevante quando fizer sentido.

Networking é cultivado.

Experiências também fazem uma empresária crescer

Existe um aprendizado que não vem de livros.

Também não aparece em cursos.

É o conhecimento adquirido vivendo situações.

Conversando.

Errando.

Observando.

Conhecendo pessoas.

Participando.

Quanto mais experiências profissionais acumulamos, maior fica nosso repertório para tomar decisões.

Como empresária, percebo cada vez mais que minha evolução não depende apenas de aprender técnicas novas.

Depende também das pessoas com quem converso e dos ambientes que frequento.

Minha experiência no Connect ACIM 2026

Sair do Connect ACIM me fez lembrar de algo simples: empresa nenhuma cresce isolada.

Precisamos de clientes.

Parceiros.

Fornecedores.

Colaboradores.

Mentores.

Amigos empresários.

Pessoas que indicam nosso trabalho.

Profissionais que compartilham conhecimento.

Uma empresa é construída por uma enorme rede de relações.

Por isso considero tão importante participar de iniciativas que aproximem o ecossistema empresarial da nossa região.

O Connect ACIM 2026 reuniu justamente diferentes perfis de profissionais em um ambiente pensado para conhecimento, inovação e conexão.

E estar ali foi uma experiência incrível.

Vale a pena participar de eventos empresariais?

Para mim, sim.

Mas você precisa participar com intenção.

Não vá apenas para assistir.

Converse.

Faça perguntas.

Conheça empresas.

Observe.

Anote ideias.

Conte sobre seu negócio.

Troque experiências.

E principalmente: saia da sua bolha.

Talvez você volte sem nenhum contrato assinado.

Mas pode voltar com uma ideia que muda sua empresa.

Pode encontrar um futuro parceiro.

Descobrir uma oportunidade.

Conhecer alguém que futuramente abrirá uma porta.

Ou simplesmente voltar mais inspirada para liderar seu negócio.

E isso também é retorno sobre investimento.

Minha conclusão: negócios são feitos por pessoas

Tecnologia está transformando empresas.

A inteligência artificial está mudando processos.

O digital permite vender para qualquer lugar.

Mas existe algo que continua extremamente valioso: relacionamentos.

Participar do Connect ACIM 2026 reforçou para mim que networking não deve acontecer apenas quando precisamos vender alguma coisa.

Precisamos construir relações constantemente.

Conhecer pessoas.

Compartilhar conhecimento.

Criar parcerias.

Ouvir outras experiências.

Estar presente.

Porque nunca sabemos qual conversa poderá abrir a próxima grande oportunidade da nossa trajetória.

E talvez esse seja um dos maiores aprendizados do mundo corporativo: por trás de empresas, contratos, estratégias e números sempre existem pessoas.

Quanto mais aprendemos a construir relações genuínas, mais possibilidades criamos para crescer — profissionalmente, pessoalmente e como empresa.

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Marketing Digital

Bio criativa para Instagram: frases que mostram sua personalidade

por Thais Cristina 08/08/2026
escrito por Thais Cristina
Bio do Instagram feminino: frases criativas, bonitas e inspiradoras

Você já entrou no perfil de alguém no Instagram e, em poucos segundos, sentiu vontade de seguir aquela pessoa?

Às vezes, não foi apenas pelas fotos bonitas ou pelos Reels.

Foi pela maneira como aquele perfil se apresentou.

Uma frase.

Uma descrição divertida.

Uma mensagem que fez você pensar: “Gostei dessa pessoa.”

A bio do Instagram parece um espaço pequeno, mas pode dizer muita coisa sobre quem está por trás daquele perfil.

Ela pode mostrar sua personalidade, seu trabalho, seus sonhos, aquilo em que você acredita e até o motivo pelo qual alguém deveria começar a acompanhar seus conteúdos.

O problema é que justamente por ser pequena, escrever uma boa bio pode ser mais difícil do que parece.

Quem nunca abriu a opção “Editar perfil”, ficou olhando para o espaço em branco e pensou:

“O que eu escrevo aqui?”

Se você está passando por isso, este artigo foi feito para ajudar.

Separei diversas frases para bio do Instagram, ideias criativas, inspirações para diferentes estilos de perfil e algumas dicas para criar uma descrição que realmente combine com você.

O que é a bio do Instagram?

A bio é aquele pequeno texto localizado logo abaixo do nome no seu perfil do Instagram.

Atualmente, o espaço permite uma descrição de até 150 caracteres, incluindo espaços, emojis e caracteres especiais.

Pode parecer pouco, mas são justamente esses poucos caracteres que ajudam um visitante a entender rapidamente:

quem você é;

o que faz;

sobre quais assuntos fala;

o que a pessoa encontrará naquele perfil;

e, em alguns casos, qual ação você gostaria que ela realizasse.

Para empresas e criadores, uma boa bio também pode contribuir para posicionamento e descoberta dentro da própria plataforma, principalmente quando são utilizadas palavras relacionadas ao nicho do perfil.

Mas existe algo ainda mais importante.

Sua bio precisa parecer sua.

Porque não adianta escrever uma frase linda que poderia estar no perfil de qualquer pessoa.

Sua bio é uma pequena apresentação sobre você

Imagine conhecer alguém pessoalmente.

Você provavelmente não começaria a conversa dizendo:

“Vivendo intensamente cada momento da vida.”

Talvez essa frase combine com você.

Talvez não.

O mesmo vale para o Instagram.

Existem milhares de bios praticamente iguais:

✨ Vivendo meus sonhos
🙏 Gratidão sempre
❤️ Família é tudo
🌎 Vivendo intensamente

Não existe absolutamente nada errado com essas frases.

O problema aparece quando elas não conseguem dizer nada específico sobre aquela pessoa.

Uma boa bio não precisa ser extremamente original.

Ela simplesmente precisa transmitir um pouco da sua essência.

Pode mostrar seu senso de humor.

Seu momento de vida.

Sua profissão.

Seu estilo.

Sua família.

Seu propósito.

Ou simplesmente uma frase que represente aquilo em que você acredita.

Frases curtas para Bio do Instagram

Se você gosta daquele estilo simples, bonito e direto, não precisa preencher todo o espaço disponível.

Às vezes, poucas palavras são suficientes.

Confira algumas ideias:

  • Colecionando momentos, não coisas.
  • Minha vida, minhas escolhas, minha história.
  • Vivendo um capítulo de cada vez.
  • Em constante construção.
  • Fazendo acontecer do meu jeito.
  • Apenas vivendo aquilo que um dia sonhei.
  • Criando memórias pelo caminho.
  • Onde existe propósito, existe caminho.
  • Transformando sonhos em planos.
  • Evoluindo um pouco todos os dias.
  • Feliz com quem estou me tornando.
  • A vida acontece enquanto construímos sonhos.
  • Vivendo, aprendendo e agradecendo.
  • Minha melhor versão ainda está em construção.
  • Um dia de cada vez.
  • Escolhendo ser feliz nas pequenas coisas.
  • Fazendo da vida uma história bonita.
  • Sonhos grandes, passos possíveis.
  • Vivendo com propósito.
  • Criando uma vida da qual eu não precise fugir.

O mais interessante é escolher aquela que realmente representa seu momento atual.

Frases para Bio do Instagram feminino

Muitas mulheres gostam de utilizar a bio como uma pequena extensão de sua personalidade.

Pode ser delicada.

Forte.

Divertida.

Inspiradora.

Ou tudo isso ao mesmo tempo.

Algumas ideias:

  • Mulher de sonhos grandes e coração tranquilo.
  • Delicada, determinada e cheia de planos.
  • Construindo a vida que sempre imaginei.
  • Fé no coração e sonhos na agenda.
  • Ela acreditou nela mesma — e isso mudou tudo.
  • Criando minha própria história.
  • Forte sem perder minha essência.
  • Mulher, sonhos e uma vontade enorme de viver.
  • Minha coragem sempre foi maior que meus medos.
  • Florescendo no meu próprio tempo.
  • Imperfeita, feliz e em constante evolução.
  • Transformando desafios em novas versões de mim.
  • Aprendendo a aproveitar o caminho.
  • Mulher que sonha, trabalha e realiza.
  • Carregando sonhos maiores que os meus medos.
  • Fazendo acontecer, mesmo quando ninguém está vendo.
  • Escrevendo uma história que tenho orgulho de viver.
  • Leve na alma, gigante nos sonhos.
  • Minha força também mora na minha sensibilidade.
  • Não quero uma vida perfeita. Quero uma vida que faça sentido.

Não existe obrigação de sua bio transmitir apenas força ou produtividade.

Mulheres não precisam parecer invencíveis o tempo inteiro.

Sua descrição também pode ser leve, engraçada, sensível e até vulnerável.

Frases para Bio do Instagram de mulher empreendedora

Para quem utiliza o Instagram como perfil pessoal e profissional ao mesmo tempo, uma combinação interessante é mostrar um pouco de quem você é e também do que faz.

Exemplos:

  • Empreendedora por escolha, sonhadora por natureza.
  • Construindo negócios e realizando sonhos.
  • Transformando ideias em projetos e projetos em resultados.
  • CEO da empresa e administradora oficial do caos.
  • Empreendedora, estrategista e apaixonada por fazer acontecer.
  • Criando negócios sem esquecer de viver.
  • Sonhos grandes exigem coragem para começar.
  • Por trás de cada resultado existe muito trabalho.
  • Empreendendo, aprendendo e evoluindo todos os dias.
  • Uma mulher construindo aquilo que um dia apenas imaginou.
  • Negócios, sonhos e muito café.
  • Fazendo ideias saírem do papel.
  • Liderando negócios e aprendendo com o caminho.
  • Empreender também é acreditar antes dos resultados aparecerem.
  • Criando minhas próprias oportunidades.
  • Empresária na profissão, sonhadora por essência.
  • Construindo empresas e uma vida com propósito.
  • CEO, mulher e eterna aprendiz.
  • Estratégia, coragem e execução.
  • Transformando problemas em possibilidades.

Se você fala sobre empreendedorismo, negócios, marketing ou carreira no seu Instagram, vale também colocar palavras relacionadas a esses temas.

Isso ajuda quem chega ao perfil a entender imediatamente o que encontrará ali.

Frases para Bio de Instagram profissional

Uma bio profissional precisa responder rapidamente a uma pergunta:

Por que alguém deveria acompanhar você?

Por exemplo:

  • Marketing sem complicação para pequenos negócios.
  • Ajudo empresas a venderem mais pela internet.
  • Estratégias digitais para transformar seguidores em clientes.
  • Conteúdo sobre negócios, marketing e empreendedorismo.
  • Simplificando o digital para quem quer crescer.
  • Ideias práticas para melhorar sua empresa.
  • Compartilhando estratégias que funcionam no mundo real.
  • Negócios, marketing e bastidores do empreendedorismo.
  • Ajudando marcas a crescerem no digital.
  • Estratégia para empresas que querem ir além.
  • Conteúdo para quem quer transformar conhecimento em negócio.
  • Empreendedorismo sem glamour e com muita estratégia.
  • Aprenda a vender melhor no digital.
  • Marketing explicado de forma simples.
  • Transformando ideias em negócios digitais.

Quanto mais clara a proposta, mais fácil para a pessoa decidir se aquele conteúdo interessa.

Frases para Bio do Instagram sobre sonhos

Existem fases da vida em que estamos especialmente conectados aos nossos objetivos.

Se esse é seu momento, sua bio pode refletir isso.

  • Vivendo hoje aquilo que ontem parecia impossível.
  • Sonhar foi apenas o primeiro passo.
  • Alguns sonhos exigem uma versão mais corajosa de nós.
  • Onde existe sonho, existe motivo para continuar.
  • Fazendo acontecer em silêncio.
  • Transformando desejos em planos.
  • Construindo aos poucos tudo aquilo que desejo viver.
  • Sonhos não funcionam se você não trabalhar por eles.
  • Minha realidade começou como um sonho.
  • Grandes histórias começam com alguém decidindo tentar.
  • Entre sonhos, planos e realizações.
  • Nunca subestime um sonho que não sai da sua cabeça.
  • Trabalhando hoje pela vida que quero amanhã.
  • Um sonho de cada vez.
  • Não espero acontecer. Faço acontecer.

Frases para Bio do Instagram com personalidade

Nem todo mundo quer parecer inspiracional.

E está tudo bem.

Às vezes, uma bio divertida combina muito mais com sua personalidade.

Algumas ideias:

  • Tentando parecer organizada desde sempre.
  • 50% café, 50% tentando lembrar minhas senhas.
  • Minha vida não tem roteiro, mas tem bastante conteúdo.
  • Especialista em fazer planos e mudar todos depois.
  • Online, mas provavelmente trabalhando.
  • Vivendo no modo “uma coisa de cada vez”.
  • Profissional em começar a dieta segunda-feira.
  • Tentando equilibrar sonhos, boletos e café.
  • Minha agenda diz organizada. Minha vida discorda.
  • Uma mistura de foco, café e improviso.
  • Adulto responsável em horário comercial.
  • Minha personalidade depende da quantidade de café.
  • Trabalhando no meu projeto mais importante: minha vida.
  • Muitas ideias e poucas abas fechadas.
  • Minha vida poderia facilmente virar uma série.

Humor aproxima.

Se esse é seu jeito natural de conversar, vale muito mais usar uma frase divertida do que tentar criar uma imagem excessivamente séria.

Frases para Bio do Instagram sobre maternidade

Para muitas mulheres, maternidade é uma parte enorme da própria história.

E ela também pode aparecer na bio.

  • Mãe, mulher e dona de muitos sonhos.
  • Criando filhos e construindo sonhos.
  • Mãe de alguém que mudou minha vida inteira.
  • Entre reuniões, brinquedos e muito amor.
  • Aprendendo sobre maternidade todos os dias.
  • Mãe por amor, profissional por propósito.
  • Construindo uma carreira sem abrir mão dos meus momentos.
  • Mãe, empreendedora e administradora de infinitas tarefas.
  • Um coração que agora bate fora do peito.
  • Tentando equilibrar maternidade, trabalho e vida real.
  • Criando memórias enquanto construo o futuro.
  • Ser mãe mudou meus planos e ampliou meus sonhos.
  • Maternidade real, trabalho real e muita história para contar.
  • Meu maior projeto chama família.
  • Filhos, sonhos, trabalho e uma dose enorme de amor.

Uma dica importante: você não precisa transformar toda sua identidade na maternidade simplesmente porque tem filhos.

Coloque aquilo que representa você.

Você pode ser mãe, profissional, esposa, empresária, amiga, viajante, criadora e tantas outras coisas ao mesmo tempo.

Frases para Bio do Instagram sobre felicidade e vida

Se sua intenção é transmitir leveza:

  • Que a vida seja bonita por dentro também.
  • Felicidade mora nas pequenas coisas.
  • Aproveitando mais e complicando menos.
  • Vivendo o presente sem deixar de sonhar com o futuro.
  • Uma vida simples também pode ser extraordinária.
  • Escolhendo momentos que fazem sentido.
  • Paz também é uma forma de sucesso.
  • Gratidão pelo hoje e esperança pelo amanhã.
  • Mais momentos, menos pressa.
  • Tentando aproveitar a viagem, não apenas chegar ao destino.
  • Que nunca faltem motivos para sorrir.
  • Leveza também é prioridade.
  • Fazendo espaço para aquilo que me faz bem.
  • Vivendo sem precisar provar nada.
  • Felicidade também é saber apreciar o que já conquistamos.

Frases de impacto para Bio do Instagram

Quer algo um pouco mais marcante?

Experimente:

  • Não vim até aqui para viver pela metade.
  • Torne-se a pessoa que seu sonho precisa.
  • O impossível muda quando alguém decide tentar.
  • Resultado começa com decisão.
  • Você não precisa estar pronta. Precisa começar.
  • Coragem também é continuar.
  • Algumas escolhas mudam destinos.
  • Faça seu futuro reconhecer seu esforço.
  • Não espere confiança para começar.
  • Quem muda a própria história inspira outras pessoas.
  • A vida recompensa movimento.
  • Ninguém constrói uma grande história permanecendo no mesmo lugar.
  • Sua próxima versão depende das escolhas de hoje.
  • Não existe mudança sem movimento.
  • Seja alguém de quem você mesma se orgulharia.

Bio para Instagram de empresa

Quando estamos falando de uma empresa, criatividade é importante, mas clareza é ainda mais.

A pessoa precisa entender rapidamente o que aquela marca vende ou oferece.

Uma estrutura bastante simples funciona bem:

O que fazemos + diferencial + chamada para ação

Por exemplo:

“Moda feminina para mulheres que amam se sentir lindas ✨
Enviamos para todo Brasil 📦
👇 Conheça nossa coleção”

Ou:

“Transformamos ideias em lojas virtuais que vendem 🚀
E-commerce • Design • Marketing
👇 Fale com nossa equipe”

Uma boa bio comercial pode utilizar:

  • segmento;
  • principal produto ou serviço;
  • benefício;
  • localização, quando relevante;
  • prova social;
  • diferencial;
  • chamada para ação.

Como o espaço é limitado, você não precisa colocar tudo.

Escolha aquilo que ajuda o cliente a entender a proposta da empresa.

Use emojis na bio?

Sim — desde que tenham função.

Emojis ajudam a organizar visualmente as informações e deixam uma descrição mais leve.

Por exemplo:

👩‍💻 Empreendedora
💡 Marketing e negócios
👩‍👧 Mãe
📍 São Paulo
👇 Meus projetos

Essa estrutura permite que alguém compreenda rapidamente várias informações sobre aquele perfil.

Fontes especializadas em redes sociais também recomendam utilizar quebras de linha e emojis para tornar a bio mais fácil de escanear.

Mas não existe necessidade de colocar um emoji depois de cada palavra.

Equilíbrio continua sendo importante.

Não esqueça da chamada para ação

Se existe um link no seu perfil, diga para a pessoa por que deveria clicar nele.

Não escreva apenas:

👇 Link abaixo.

Prefira algo específico:

👇 Leia meus artigos

👇 Conheça minha loja

👇 Confira meus achadinhos

👇 Fale comigo

👇 Baixe o material gratuito

👇 Conheça meus serviços

👇 Veja meus produtos favoritos

Uma chamada clara reduz a dúvida e direciona o visitante.

Como criar sua própria frase para Bio do Instagram?

Você não precisa obrigatoriamente copiar alguma das frases deste artigo.

Pode utilizá-las apenas como inspiração.

Uma maneira simples de criar sua própria bio é responder três perguntas:

Quem sou eu?

O que faz parte da minha vida ou do meu trabalho?

O que quero transmitir para quem chegar ao meu perfil?

Imagine, por exemplo:

Você é empresária, mãe, gosta de falar sobre negócios e quer mostrar a vida real por trás do empreendedorismo.

Sua bio poderia ser:

“👩‍💻 Empresária + 👩‍👧 mãe
Negócios, vida real e alguns cafés depois
👇 Bastidores e aprendizados”

Agora ela já tem uma identidade muito maior.

O que evitar na Bio do Instagram?

Existem alguns erros comuns.

Colocar informações demais

Sua bio não precisa contar toda sua história.

Deixe o conteúdo do perfil fazer isso.

Copiar uma bio sem adaptar

Uma frase pode ser linda, mas precisa combinar com você.

Utilizar palavras difíceis

O visitante não deveria precisar interpretar sua descrição.

Não explicar nada em perfis profissionais

Se você utiliza o Instagram para negócios, deixar apenas uma frase motivacional pode desperdiçar um espaço importante.

Não atualizar a bio

Nossa vida muda.

Empresas mudam.

Projetos mudam.

A bio também pode mudar.

Não tenha medo de atualizá-la sempre que sentir que aquela descrição já não representa mais seu momento.

Sua Bio do Instagram não precisa impressionar todo mundo

Talvez essa seja a dica mais importante deste artigo.

Você não precisa escrever alguma coisa extremamente inteligente.

Não precisa parecer mais bem-sucedida.

Mais interessante.

Mais divertida.

Mais profunda.

Ou mais perfeita.

Sua bio precisa apenas dar uma pequena pista sobre quem você realmente é.

Porque as melhores redes sociais são construídas quando existe uma pessoa verdadeira por trás do perfil.

Uma boa frase pode despertar curiosidade.

Uma descrição clara pode atrair clientes.

Uma bio divertida pode criar identificação.

Mas aquilo que realmente faz alguém permanecer é o que vem depois.

Sua história.

Seu conteúdo.

Sua forma de conversar.

Seu conhecimento.

Sua personalidade.

Por isso, escolha uma frase que faça você olhar para o próprio perfil e pensar:

“Sim. Isso tem a minha cara.”

Se conseguir provocar essa sensação, provavelmente você encontrou a bio certa.

08/08/2026 0 comentários
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Gestão e Bastidores de CEO

Da coragem ao negócio próprio: a realidade do empreendedorismo feminino

por Thais Cristina 07/08/2026
escrito por Thais Cristina
Empreendedorismo feminino no Brasil: importância, desafios e conquistas

Empreender nunca foi apenas abrir uma empresa, criar um CNPJ ou começar a vender algum produto. Para muitas mulheres, empreender significa conquistar independência, transformar uma habilidade em renda, sustentar a família, reconstruir uma carreira, realizar um sonho antigo ou simplesmente criar uma vida que faça mais sentido.

Por trás de muitas empresas existem histórias que ninguém vê.

Existe a mãe que responde clientes enquanto o filho dorme. A profissional que trabalha durante o dia e começa seu próprio negócio à noite. A mulher que decidiu recomeçar depois de uma demissão. Aquela que deixou uma carreira estável porque queria acompanhar mais de perto o crescimento dos filhos. Também existe quem começou por necessidade, quem começou por oportunidade e quem ainda está tentando descobrir se realmente é capaz.

E talvez essa seja uma das partes mais bonitas do empreendedorismo feminino: existem milhares de histórias diferentes, mas muitas delas se encontram nos mesmos sonhos, medos e desafios.

No Brasil, esse movimento vem ganhando cada vez mais força.

Segundo levantamento divulgado pelo Sebrae, o país chegou a 10,4 milhões de mulheres donas de negócios em 2024, recorde da série histórica e crescimento de aproximadamente 42% em relação a 2012.

Mais recentemente, outro dado mostrou a continuidade desse avanço: em 2025, mais de 2 milhões de MEIs, microempresas e pequenas empresas lideradas por mulheres foram abertas no Brasil, estabelecendo um novo recorde.

São milhões de mulheres movimentando dinheiro, contratando pessoas, criando soluções, sustentando famílias e mostrando todos os dias que empreender também pode ser uma poderosa ferramenta de transformação social.

O que é empreendedorismo feminino?

De maneira simples, empreendedorismo feminino é a atuação de mulheres na criação, liderança e desenvolvimento de seus próprios negócios.

Pode ser uma grande empresa com dezenas de funcionários ou um pequeno negócio que começou dentro de casa.

Pode ser uma loja virtual, uma agência, um salão de beleza, uma confeitaria, uma consultoria, um escritório, uma marca de roupas, um e-commerce, uma empresa de tecnologia ou uma profissional que decidiu trabalhar por conta própria.

O tamanho da empresa não determina o tamanho da empreendedora.

Às vezes, associamos empreendedorismo àquela imagem da empresária extremamente bem-sucedida, com grandes escritórios, equipes enormes e faturamentos milionários.

Mas o empreendedorismo começa muito antes disso.

Começa quando alguém olha para um problema e pensa: “Eu posso criar uma solução para isso.”

Começa quando uma mulher percebe que possui um conhecimento pelo qual alguém estaria disposto a pagar.

Começa na primeira venda.

No primeiro cliente.

No primeiro boleto pago com o dinheiro do próprio negócio.

E começa, principalmente, quando uma mulher decide acreditar um pouco mais na própria capacidade.

Por que o empreendedorismo feminino é tão importante?

Quando uma mulher empreende, os impactos raramente ficam restritos à empresa.

O negócio pode mudar a realidade financeira daquela família, gerar novos empregos, movimentar fornecedores locais e até inspirar outras mulheres que estavam esperando alguma prova de que também seria possível.

É por isso que falar sobre mulheres empreendedoras não é apenas falar sobre negócios.

É falar sobre independência financeira.

É falar sobre representatividade.

É falar sobre liberdade de escolha.

É falar sobre desenvolvimento econômico.

É falar sobre mulheres ocupando espaços que durante muitos anos pareceram distantes demais.

O crescimento já pode ser percebido até entre aquelas que estão começando. Dados do Sebrae mostraram que, em 2024, as mulheres passaram a representar 46,8% dos empreendedores iniciais brasileiros, depois de quatro anos de redução nessa participação.

Isso significa que existe uma nova geração de empreendedoras surgindo.

E quanto mais mulheres enxergam outras mulheres construindo negócios, liderando equipes e tomando decisões importantes, mais natural esse caminho tende a se tornar.

Representatividade importa porque, muitas vezes, precisamos enxergar alguém fazendo para perceber que também podemos fazer.

Nem toda mulher começou a empreender porque tinha um grande sonho

Existe uma romantização do empreendedorismo que precisa ser evitada.

Nem toda mulher abriu uma empresa porque passou anos planejando ser empresária.

Algumas começaram porque precisavam complementar a renda.

Outras perderam o emprego.

Algumas precisavam de horários mais flexíveis depois da maternidade.

Outras perceberam que determinadas oportunidades profissionais simplesmente não chegavam.

Existem ainda mulheres que começaram vendendo um produto pelo Instagram, oferecendo serviços para conhecidos ou produzindo algo dentro de casa sem imaginar que aquilo poderia se transformar em uma empresa.

Por isso, não existe uma única porta de entrada para o empreendedorismo.

O importante é entender que aquilo que começa pequeno também pode crescer.

Um negócio pode nascer improvisado e depois ganhar estratégia, posicionamento, equipe, processos, tecnologia e profissionalização.

Começar simples não significa pensar pequeno para sempre.

O desafio invisível: empreender enquanto cuida de todo o resto

Talvez esse seja um dos maiores pontos de identificação entre muitas empreendedoras.

A empresa cresce, os clientes aparecem, os boletos chegam, os funcionários precisam de respostas e, ao mesmo tempo, a vida pessoal continua acontecendo.

Existe casa.

Existe filho.

Existe casamento.

Existe escola.

Existe supermercado.

Existe reunião.

Existe médico.

Existe família.

Existe uma quantidade gigantesca de pequenas decisões sendo tomadas todos os dias.

E existe também a tentativa constante de equilibrar tudo isso.

Dados do Sebrae ajudam a mostrar como essa realidade interfere diretamente nos negócios. No quarto trimestre de 2024, mulheres donas de empresas trabalhavam, em média, 35 horas semanais em seus negócios, enquanto os homens dedicavam aproximadamente 41 horas.

São seis horas de diferença por semana.

Em um mês, são aproximadamente 24 horas que poderiam estar sendo utilizadas para pensar em estratégias, conquistar clientes, estudar, fazer networking ou simplesmente descansar.

Por isso, quando uma empreendedora sente que está sempre correndo contra o relógio, talvez o problema não esteja em sua capacidade de organização.

Muitas vezes, existe simplesmente coisa demais sendo carregada pela mesma pessoa.

Mulheres estudam mais, mas ainda ganham menos

Outro desafio importante aparece na renda.

O mesmo estudo do Sebrae revelou que 72,4% das mulheres donas de negócios possuem ensino médio completo ou mais, e quase 29% já possuem ensino superior.

Mesmo assim, a renda média das empreendedoras no quarto trimestre de 2024 foi de aproximadamente R$ 2.867, valor 24,4% inferior ao registrado entre homens donos de negócios.

É um contraste importante.

As mulheres estudam.

Buscam conhecimento.

Fazem cursos.

Tentam se profissionalizar.

Ainda assim, continuam existindo diferenças significativas nos resultados financeiros.

Isso mostra que crescer no empreendedorismo não depende apenas de esforço individual.

Existem fatores históricos, culturais e econômicos que também influenciam essa trajetória.

Reconhecer essas diferenças não significa diminuir as conquistas femininas. Pelo contrário.

Ajuda a entender o tamanho de cada conquista.

A dificuldade de conseguir crédito também é maior

Para uma empresa crescer, muitas vezes é necessário investir.

Comprar equipamentos.

Aumentar estoque.

Contratar pessoas.

Melhorar tecnologia.

Investir em marketing.

Expandir a estrutura.

E é justamente nesse momento que outra barreira pode aparecer.

Um estudo do Sebrae baseado em dados do Banco Central mostrou que, no primeiro trimestre de 2024, os pequenos negócios liderados por mulheres pagavam uma taxa média de juros de 40,6% ao ano, enquanto empresas lideradas por homens pagavam aproximadamente 36,8%.

Além disso, apenas 29% do volume de crédito analisado foi destinado aos negócios femininos, enquanto 71% ficou com empresas lideradas por homens.

Isso cria uma situação contraditória.

Queremos incentivar mulheres a empreender, mas ainda existem obstáculos justamente quando elas precisam de recursos para crescer.

Por isso, educação financeira, planejamento, formação de reserva e conhecimento sobre linhas de crédito são tão importantes para quem está construindo um negócio.

Existe também um desafio que ninguém coloca nas planilhas: a insegurança

Nenhum relatório financeiro consegue medir completamente isso.

Aquela sensação de não ser boa o suficiente.

De achar que os outros sabem mais.

De acreditar que ainda precisa estudar mais um pouco antes de começar.

De cobrar menos porque tem medo de perder o cliente.

De hesitar antes de se apresentar como empresária.

De sentir que precisa provar sua competência o tempo inteiro.

Muitas mulheres carregam uma cobrança interna enorme.

Queremos ser excelentes profissionais, boas mães, boas esposas, presentes para a família, produtivas, organizadas, saudáveis e emocionalmente equilibradas.

E, no meio disso tudo, ainda fazer a empresa crescer.

Só que ninguém consegue viver em alta performance todos os dias.

Empreender também significa aprender a respeitar os próprios limites.

A maternidade muda muitas carreiras — e pode criar novas empresárias

Para algumas mulheres, a maternidade é justamente o momento em que a relação com o trabalho começa a mudar.

Prioridades são reorganizadas.

Horários ganham outro significado.

E aquilo que antes parecia aceitável pode deixar de fazer sentido.

Algumas mulheres retornam normalmente ao mercado de trabalho depois dos filhos.

Outras percebem que querem construir uma rotina diferente.

E muitas encontram no empreendedorismo uma possibilidade de buscar mais autonomia.

Isso não significa que empreender com filhos seja fácil.

Na realidade, pode ser justamente o contrário.

Ter um negócio próprio significa que nem sempre existe horário para terminar.

A diferença é que existe maior possibilidade de construir escolhas.

E talvez liberdade seja exatamente isso: não trabalhar menos necessariamente, mas conseguir participar mais ativamente das decisões sobre a própria vida.

Mulheres também estão transformando a maneira de vender

O digital abriu portas importantes para o empreendedorismo feminino.

Hoje é possível começar um negócio com uma estrutura muito menor do que seria necessário alguns anos atrás.

Instagram, WhatsApp, marketplaces, lojas virtuais, redes sociais e plataformas de pagamento reduziram várias barreiras de entrada.

E as mulheres vêm aproveitando essas ferramentas.

Uma pesquisa do Sebrae mostrou que 78% das empresas que mais vendem utilizando meios digitais são comandadas por mulheres. Entre os principais canais utilizados pelos pequenos negócios estão Instagram e WhatsApp.

Isso mostra uma habilidade importante das empreendedoras: adaptação.

Muitas aprenderam marketing, atendimento, fotografia, vendas, redes sociais e gestão simplesmente porque precisaram.

O celular que antes era apenas uma ferramenta de comunicação se transformou em escritório, vitrine, canal de vendas e relacionamento com clientes.

Networking também faz parte do crescimento

Existe uma ideia muito perigosa no empreendedorismo: acreditar que precisamos dar conta de tudo sozinhas.

Não precisamos.

Crescer exige pessoas.

Outros empresários.

Clientes.

Fornecedores.

Parceiros.

Mentores.

Profissionais especializados.

Funcionários.

Amigos que entendem o caminho.

Networking não precisa significar participar de eventos apenas para distribuir cartões.

É criar relacionamentos verdadeiros.

É trocar experiências.

É aprender com quem já passou por problemas parecidos.

É conhecer pessoas que podem abrir portas — e também abrir portas para outras pessoas.

Mulheres precisam fortalecer cada vez mais essas redes.

Porque nenhuma grande empresa é construída completamente sozinha.

Não precisamos romantizar a mulher forte

Talvez exista uma frase que muitas mulheres estejam cansadas de ouvir:

“Você é tão forte.”

Claro que somos.

Mas não deveríamos precisar ser fortes o tempo inteiro.

A verdadeira evolução do empreendedorismo feminino não acontece quando aprendemos simplesmente a suportar jornadas impossíveis.

Acontece quando criamos empresas mais saudáveis.

Quando aprendemos a delegar.

Quando construímos processos.

Quando deixamos de acreditar que trabalhar até a exaustão é sinônimo de sucesso.

Quando entendemos nossos números.

Quando cobramos corretamente.

Quando cuidamos da empresa sem abandonar completamente quem somos fora dela.

Você não precisa provar todos os dias que consegue carregar o mundo inteiro.

Empreender também é aprender a mudar

Talvez o negócio que você imaginou cinco anos atrás não seja mais o negócio que deseja hoje.

Tudo bem.

Empresas mudam.

Mercados mudam.

Clientes mudam.

Nós mudamos.

Uma das maiores qualidades de uma empreendedora não é acertar todas as decisões.

É perceber rapidamente quando alguma coisa deixou de funcionar e ter coragem para mudar.

Às vezes será necessário abandonar um produto.

Trocar uma estratégia.

Reformular preços.

Mudar de público.

Contratar.

Demitir.

Começar novamente.

Nenhuma dessas decisões é simples.

Mas amadurecer como empresária também significa entender que nem toda mudança representa fracasso.

Algumas representam crescimento.

Uma mulher empreendendo pode mudar muito mais do que imagina

Quando olhamos apenas para faturamento, lucro e número de clientes, podemos esquecer que empresas possuem impactos muito maiores.

Uma mulher que constrói um negócio rentável talvez esteja financiando os estudos de seus filhos.

Talvez tenha contratado outra mulher que precisava de uma oportunidade.

Talvez tenha inspirado uma funcionária a estudar.

Talvez tenha mostrado para sua filha que mulheres podem liderar empresas.

Talvez esteja comprando de outro pequeno empreendedor.

Talvez esteja movimentando toda uma comunidade ao redor.

Por isso o empreendedorismo feminino é tão poderoso.

Ele cria um efeito que vai muito além da própria empresária.

Para a mulher que ainda não se considera empreendedora

Talvez você ainda esteja começando.

Talvez venda pouco.

Talvez sua empresa seja apenas você.

Talvez ainda trabalhe de casa.

Talvez esteja tentando descobrir como transformar seu conhecimento em dinheiro.

Não diminua o começo.

Toda grande empresa que hoje parece estruturada teve algum primeiro cliente.

Alguma primeira venda.

Algum momento de dúvida.

Você não precisa esperar chegar a determinado faturamento para se considerar uma mulher de negócios.

Se existe um problema sendo resolvido, uma pessoa pagando por essa solução e você está trabalhando para transformar isso em algo sustentável, existe ali uma empreendedora sendo construída.

Empreendedorismo feminino é sobre construir possibilidades

Existem mais de 10 milhões de mulheres brasileiras à frente de negócios, segundo dados recentes do Sebrae.

Isso significa milhões de histórias acontecendo ao mesmo tempo.

Histórias de coragem, medo, boletos, reuniões, clientes, filhos, planilhas, sonhos, erros, vitórias e recomeços.

Não precisamos transformar todas essas mulheres em heroínas.

Elas não precisam salvar o mundo sozinhas.

Mas é impossível ignorar que, todos os dias, existem mulheres mudando pequenos mundos ao seu redor.

Criando empregos.

Construindo empresas.

Realizando sonhos.

Transformando famílias.

Abrindo caminhos para outras mulheres.

E talvez seja justamente essa a maior importância do empreendedorismo feminino: mostrar que quando uma mulher conquista espaço, conhecimento, independência e voz, ela dificilmente transforma apenas a própria vida.

Ela cria novas possibilidades para quem está ao redor.

E cada mulher que decide continuar, mesmo sem ter todas as respostas, ajuda a tornar o caminho um pouco mais possível para aquela que ainda está criando coragem para começar.

07/08/2026 0 comentários
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SOBRE MIM

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Thaís Cristina

31 anos, canceriana, mãe, esposa e mais mil coisas. CEO e cofundadora da DevRocket, uma agência especializada em marketing, tecnologia e soluções para e-commerce, tenho formação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e MBA em Marketing Digital, unindo visão estratégica, experiência prática e olhar empreendedor para ajudar negócios a crescerem no digital.

À frente do blog Dia de CEO, compartilho aqui, conteúdos sobre marketing, estratégia, vendas, gestão e bastidores reais do empreendedorismo, com uma linguagem simples, direta e aplicada à rotina de quem vive os desafios de empreender todos os dias.

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