Como organizar categorias na loja virtual para facilitar a busca pelos produtos

por Thais Cristina
Empreendedora organiza almofadas, manta e vaso para o catálogo de decoração

Uma cliente entra na sua loja procurando um jogo de copos para usar todo dia. O menu mostra “Coleção Essencial”, “Universo da Casa” e “Destaques”. As fotos estão bonitas. O problema é que ela precisa abrir uma página de cada vez para descobrir onde estão os copos. Se também não encontrar o produto na busca, a loja pode perder uma venda de um item que estava em estoque.

Para organizar as categorias de uma loja virtual, agrupe os produtos do jeito que a cliente procura, use nomes que ela reconhece e reserve os filtros para características como tamanho, cor e material. Depois, teste se ela consegue sair do menu, passar pela lista de produtos e chegar ao item certo no celular. É essa jornada que mostra se a organização funciona.

Um catálogo pequeno pode precisar de poucos grupos claros. Um catálogo grande pode pedir subcategorias e filtros mais específicos. O volume pesa, mas também importa como a cliente decide. Quem compra roupa costuma começar por um tipo de peça e refinar por tamanho. Quem compra um item compatível com determinado aparelho pode precisar começar pelo modelo. A melhor estrutura acompanha a tarefa de compra.

Qual é a diferença entre categoria, subcategoria, filtro e coleção?

Recurso Para que serve Exemplo
Categoria Abre uma família principal de produtos Mesa posta
Subcategoria Separa um tipo de produto dentro da família Copos e taças
Filtro Refina a lista com uma característica comparável Material: vidro
Coleção Reúne itens de várias famílias para uma ocasião, estilo ou campanha Presentes para casa nova

Imagine que você venda cinco tipos de copos e todos tenham variações de cor. Uma categoria de copos ajuda a pessoa a encontrar o conjunto inteiro. Um filtro de cor permite ver só os verdes. Se você criar uma categoria para cada cor, quem quer comparar os verdes e os transparentes pode precisar trocar de página e reconstruir a seleção. Esse é um dos problemas que a pesquisa de usabilidade da Baymard aponta ao separar produtos semelhantes em categorias demais. Pesquisa da Baymard sobre a divisão de categorias em e-commerce.

Uma coleção pode cruzar categorias. Em “Presentes para casa nova”, por exemplo, entram uma bandeja, um jogo de copos e um vaso. O jogo de copos pode continuar na categoria de mesa posta e aparecer na coleção pela ocasião de compra. Verifique se os caminhos levam à mesma página principal do produto, conforme a plataforma, e mantenha o cadastro centralizado para evitar diferenças de preço ou estoque.

Empreendedora escolhe cadernos e acessórios para o catálogo de papelaria

1. Faça um inventário antes de redesenhar o menu

Exporte o catálogo, se a plataforma permitir, ou monte uma planilha com nome do produto, código, categoria atual, atributos, disponibilidade e URL. Para um catálogo grande, comece pelos itens mais procurados, mais vendidos ou responsáveis por uma parte importante das vendas. Inclua alguns produtos que recebem dúvidas no atendimento, porque eles costumam revelar problemas que o relatório de pedidos não mostra.

Procure grupos duplicados e nomes que escondem o tipo de item. “Copos”, “Copos de vidro” e “Taças e copos” podem ter produtos parecidos espalhados. “Diversos” pode abrigar metade dos acessórios. Anote onde a divisão causa dúvida e quais itens mudariam de lugar. Isso evita descobrir só no fim que uma seção antiga servia de entrada para uma campanha ou concentrava os produtos de uma família.

Faça também um mapa das páginas existentes que recebem visitas ou links. Se a loja já está em operação, preservar caminhos importantes pode ser parte do projeto. Guarde a lista de URLs e verifique quais aparecem no menu, nas páginas de campanha, no blog e em anúncios. Uma categoria com nome ruim pode ter uma URL útil que vale manter, mesmo se o rótulo no menu mudar.

O que a busca interna conta sobre o catálogo?

Se a plataforma registra termos pesquisados, olhe as buscas mais frequentes e as que terminaram sem resultado. Compare com as perguntas do WhatsApp e com o que as clientes escrevem nos pedidos. Se a loja chama uma família de “utilidades têxteis” e as pessoas escrevem “pano de prato”, use a linguagem mais comum nos pontos de navegação em que ela descreve o produto com precisão.

Uma busca sem resultado pode indicar falta de estoque, falta de produto ou diferença de vocabulário. Procure o item antes de escolher o ajuste. Se existe uma “garrafa térmica” e as clientes pesquisam “garrafa de café”, você pode melhorar o cadastro ou configurar um sinônimo, se o sistema permitir. Se o item nunca foi vendido, a informação pode ajudar a avaliar demanda. Em ambos os casos, registre o que aconteceu depois da mudança.

2. Crie famílias que a cliente consiga prever

Escolha um primeiro nível que represente a maior parte do catálogo. Em uma loja de casa e decoração, pode ser “Mesa posta”, “Organização”, “Decoração” e “Cozinha”. Dentro de cada grupo, use as subcategorias quando elas tornam a escolha mais rápida. “Cestos organizadores” pode ser uma subcategoria útil quando a loja tem muitos itens de organização. Se existem só dois cestos, os produtos talvez caibam bem numa lista mais ampla.

Uma pergunta ajuda a encontrar o primeiro nível: “O que a cliente já sabe quando chega?”. Se ela sabe que quer uma mochila, a categoria “Mochilas” facilita. Se sabe apenas que precisa de um presente para uma criança, uma coleção por ocasião pode oferecer uma entrada complementar. O catálogo pode ter os dois caminhos, desde que cada um tenha função clara e as páginas não disputem a mesma tarefa sem motivo.

Se duas categorias parecem igualmente plausíveis, pense no uso principal e nos termos da loja. Um cesto pode funcionar na lavanderia e no quarto. Você pode colocá-lo na família “Organização” e incluí-lo em coleções por ambiente quando elas ajudam a comprar. Atribuir vários caminhos de descoberta pode ser útil, especialmente quando o produto resolve necessidades diferentes. O cadastro do item continua sendo a referência para preço, imagens e disponibilidade.

Exemplo de estrutura para uma loja de decoração

Categoria principal Subcategorias possíveis Filtros úteis
Mesa posta Copos e taças, pratos e travessas, jogos americanos Material, quantidade de peças, cor
Organização Cestos, caixas, organizadores de gaveta Medidas, material, cor
Decoração Vasos, almofadas, quadros Dimensão, cor, material
Cozinha Utensílios, preparo, armazenamento Capacidade, material, medidas

Use essa estrutura como hipótese. Uma loja com vinte produtos talvez mantenha apenas os quatro grupos principais no menu. Uma loja com centenas de peças pode colocar subcategorias diretamente abaixo de cada família. Veja se o conjunto tem itens suficientes para comparação e se as clientes usam aquele nome. Uma seção vazia ou com produtos repetidos pode custar mais navegação do que resolve.

Como adaptar a lógica para moda e maternidade

Numa loja de moda feminina, uma estrutura inicial pode separar “Vestidos”, “Blusas”, “Calças” e “Conjuntos”. Depois de entrar em vestidos, a cliente pode refinar por tamanho, comprimento e cor. Se o catálogo trabalha bastante com festa, uma coleção de ocasiões pode reunir vestidos, bolsas e acessórios sem espalhar todos os vestidos em listas pequenas. Observe se uma pessoa procurando um vestido preto consegue comparar as opções mesmo quando elas pertencem a coleções diferentes.

Numa loja de maternidade, algumas pessoas chegam sabendo o nome do item e outras chegam com uma necessidade. “Mantas” atende quem já conhece o produto. “Preparar a mala da maternidade” pode reunir vários itens que ajudam quem está fazendo a lista pela primeira vez. Coloque os dois caminhos onde fazem sentido e confira se a cliente consegue sair de uma orientação mais ampla para a página do produto. Exemplo do Dia de CEO sobre categorias por fase e necessidade na maternidade.

Em uma loja de acessórios para eletrônicos, a compatibilidade pode vir antes do estilo. A pessoa sabe qual aparelho tem, mas talvez não saiba o nome técnico do cabo ou da capa. Nesse caso, experimente um caminho por modelo ou um filtro de compatibilidade acessível logo na primeira lista. Padronize o nome do modelo em cada cadastro e deixe explícito quando um item serve para mais de um aparelho.

3. Use nomes específicos e consistentes

Uma boa categoria diz o que a pessoa encontrará antes do clique. “Bolsas e mochilas” é compreensível por si só. “Viva seu estilo” pode funcionar como chamada de campanha, mas exige mais interpretação no menu. Se a identidade da marca usa nomes criativos para coleções, combine essa linguagem com um rótulo que indique o tipo de produto. A cliente pode reconhecer a coleção depois de entender para onde está indo.

Mantenha o mesmo termo nos pontos principais da jornada. Se o menu chama a seção de “Organizadores de gaveta”, evite usar “Divisores” no título da página para o mesmo conjunto sem contexto. Se os termos são sinônimos para a cliente, você pode explicar isso na descrição ou configurar a busca para lidar com os dois. O importante é que menu, página e resultado de busca contem a mesma história.

Leia os nomes em voz alta com alguém que conhece pouco a empresa. Peça para ela apontar onde procuraria uma peça específica e explicar por quê. Quando duas opções parecem iguais, o problema pode estar no nome, na divisão ou nas duas coisas. Ajuste uma versão e repita o teste. O rótulo mais óbvio para quem monta o catálogo pode ser técnico para quem só quer comprar.

Planejamento de catálogo e compatibilidade de acessórios

4. Padronize os atributos antes de oferecer filtros

Filtros funcionam quando os dados dos produtos estão preenchidos com consistência. Se o mesmo material aparece como “inox”, “aço inox” e “aço inoxidável”, o filtro pode dividir itens iguais. Escolha o nome visível e use a mesma convenção em todos os cadastros daquela família. Faça a mesma revisão com cores, tamanhos, capacidade e medidas.

Selecione atributos que mudam a compra. Em organizadores de gaveta, largura e profundidade podem ser mais úteis que a coleção. Em vestuário, tamanho e disponibilidade da variação fazem diferença. Em utensílios, capacidade ou compatibilidade podem ser decisivas. Na lista de produtos, procure mostrar algumas dessas informações para a cliente comparar sem precisar abrir muitas páginas.

Teste combinações. Se uma pessoa escolhe “vidro” e “até R$ 100”, o resultado precisa respeitar os dois critérios. Se marca azul e verde no mesmo grupo, veja se o comportamento corresponde ao que a interface comunica. Confira também se a pessoa consegue ver os filtros ativos, retirar um deles e voltar à lista depois de olhar um produto. Esses detalhes pesam especialmente em telas pequenas.

Quando um atributo merece uma página própria?

Alguns atributos viram um caminho de compra importante. Se a sua loja tem variedade de luminárias para quarto e há procura específica por elas, uma página selecionada para esse uso pode ajudar. Para decidir, avalie se há demanda reconhecível, produtos suficientes e uma proposta clara para a página. Um filtro útil para cinco pessoas durante a navegação pode cumprir bem sua função dentro da lista, sem precisar virar uma nova categoria no menu.

Como limpar um filtro que mistura produtos diferentes

Imagine que você ofereça filtros de capacidade para garrafas. O cadastro tem “500 ml”, “0,5 L” e “500ML”. Antes de alterar o tema, defina como quer exibir a medida, confira o valor na ficha do produto e atualize os itens. Depois, pesquise uma garrafa de cada grupo antigo e aplique o novo filtro. Se alguma desaparecer, revise se o atributo foi preenchido no lugar que a plataforma usa para montar os filtros.

Em lojas com variações, confira o que a plataforma entende por disponibilidade. Uma camiseta pode existir em P, M e G e ter estoque apenas no P. Quando a pessoa filtra por M, a lista precisa comunicar a disponibilidade de um jeito coerente com o cadastro e com o que ela verá no produto. Abra um item em estoque e outro indisponível para verificar o comportamento antes de divulgar a mudança.

5. Faça o caminho funcionar no celular

Abra a loja no celular e tente encontrar três produtos reais. Comece pelo menu, depois faça o mesmo pela busca. Observe se a primeira categoria aparece no momento certo, se os nomes cabem na tela e se as listas deixam claro onde você está. Uma trilha de navegação pode ajudar a voltar para a categoria anterior sem recomeçar pela página inicial.

Na página de categoria, mostre logo o título e deixe o acesso aos filtros visível. Um banner alto pode empurrar todos os produtos para baixo. Uma descrição curta pode ajudar a escolher, como explicar a diferença entre copos para uso diário e taças para ocasiões. Se o conteúdo é longo, organize-o de um jeito que a cliente consiga ver a seleção sem rolar muito antes de começar.

Teste o retorno do produto para a lista. Uma cliente pode abrir uma almofada, voltar e querer continuar de onde parou. Se a página perde filtros ou reinicia sempre no topo, a comparação fica mais trabalhosa. Teste também a situação em que a combinação não encontra nada. Mostrar os filtros selecionados e oferecer uma forma clara de remover algum deles ajuda a recuperar a busca.

6. Cuide dos links e das URLs ao reorganizar

O Google usa links internos para descobrir páginas e entender relações no site. Um caminho com links do menu para categorias, das categorias para subcategorias e destas para produtos ajuda a tornar o catálogo navegável. Se uma página só pode ser encontrada usando a caixa de pesquisa, vale conferir se ela também está acessível por um caminho relevante da loja. Documentação do Google sobre estrutura de e-commerce.

Se você muda apenas o nome no menu, veja se a URL pode continuar igual. Se uma página antiga for substituída, planeje um redirecionamento para a página mais equivalente e atualize os links internos que apontavam para ela. Antes de alterar, anote a URL anterior e a nova. Depois, teste as duas e confira se menu, campanha e blog levam ao destino esperado.

Filtros podem gerar muitas combinações de URLs. Se o catálogo cria uma nova URL para cada combinação de cor, tamanho e preço, converse com quem cuida da plataforma antes de definir o que deve aparecer na busca do Google. A decisão depende de como a loja gera essas páginas e de quais delas têm valor como destino. Evite aplicar uma regra ampla sem verificar o impacto nas categorias e nos produtos. Orientações do Google sobre navegação com filtros.

Um exemplo de mudança sem perder os caminhos antigos

Imagine que a loja queira reunir “Copos”, “Copos de vidro” e “Taças e copos” numa página principal de copos e taças. Primeiro, confira se alguma página antiga atende a uma necessidade própria e ainda tem variedade suficiente. Depois, escolha a página que vai continuar, atualize o título e o menu e atribua os produtos ao conjunto correto. Para as páginas substituídas, registre o destino mais próximo antes de configurar os redirecionamentos.

Na conferência, abra pelo menos uma URL antiga que recebe visitas, uma nova página de categoria e um produto que mudou de lugar. Veja se a página antiga chega ao destino correto, se os itens aparecem na lista esperada e se a trilha ainda ajuda a voltar. Confira também o link de anúncios ativos. Um anúncio que manda para um endereço desativado pode continuar consumindo verba até alguém notar.

7. Teste a estrutura com tarefas de compra

Convide algumas pessoas que conhecem pouco a loja. Dê tarefas que representem compras reais, sem dizer qual botão usar. “Encontre um jogo de quatro copos de vidro até R$ 100” é mais útil do que “abra a categoria de copos”. Observe o primeiro clique, os lugares em que voltam e quais palavras escrevem na busca. Deixe que tentem antes de explicar a lógica do menu.

Combine o que vai medir antes e depois. Você pode registrar buscas sem resultado para termos importantes, perguntas repetidas sobre localização de itens e quantas pessoas passam de uma categoria para uma página de produto. Vendas e conversão também importam, mas podem mudar com preço, estoque e tráfego. Faça testes de navegação junto com esses números para entender onde a organização ajudou.

Um roteiro de teste para copiar

  1. Escolha três compras reais. Inclua um item conhecido, uma compra por ocasião e uma busca que depende de medida ou tamanho.
  2. Peça à pessoa para começar pela página inicial no celular. Anote onde ela toca primeiro e qual nome esperava ver.
  3. Observe se ela encontra a lista certa, consegue filtrar e identifica um produto que atende à tarefa.
  4. Repita pela busca interna com as palavras que a pessoa usaria espontaneamente.
  5. Corrija o primeiro ponto que causou desvio em mais de uma tentativa. Depois repita a mesma tarefa.

Você pode usar uma planilha com tarefa, dispositivo, primeiro clique, resultado e observação. Se duas pessoas abrem “Cozinha” quando procuram copos, isso não significa que você precise refazer todo o menu. Pode ser suficiente acrescentar um acesso para copos na página de cozinha ou ajustar o rótulo de “Mesa posta”. Ao repetir o teste, confira se a mudança também funciona para quem procurava outra coisa naquela família.

Faça a revisão sempre que entrar uma linha importante ou quando uma campanha mudar o jeito de procurar produtos. Uma coleção de Natal pode ter papel central no menu em novembro e dezembro e voltar para uma posição secundária depois. Combine quem atualiza o menu, o que acontece com a página ao fim da campanha e quais links precisam ser revisados. Se a coleção volta todo ano, vale decidir de antemão como o endereço será usado entre as temporadas.

Perguntas frequentes sobre categorias de loja virtual

Quantas categorias uma loja virtual deve ter?

O número depende da variedade do catálogo e das formas de compra. Comece pelas famílias que as clientes conseguem distinguir. Abra subcategorias quando existe um conjunto útil para comparar e quando a divisão torna o caminho mais claro.

Um produto pode ficar em duas categorias?

Pode aparecer em mais de um caminho quando os dois ajudam a encontrá-lo. Uma bandeja pode entrar em mesa posta e numa coleção de presentes. Mantenha um cadastro principal para que as informações do produto continuem consistentes.

Como organizar um catálogo com poucos produtos?

Use poucas famílias com nomes reconhecíveis e filtros apenas para diferenças relevantes. Se uma subcategoria teria um item e não atende uma busca específica, veja se a lista principal já permite encontrar o produto com facilidade.

Escolha um item que costuma gerar dúvidas no atendimento e tente encontrá-lo agora pelo celular. Se o primeiro clique levar a um lugar inesperado, marque onde aconteceu o desvio. Essa pequena descoberta já dá uma tarefa concreta para melhorar o catálogo esta semana. 💛

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3 comentários

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[…] Para o título da página, “Sobre a [nome da marca]” ou “Quem somos | [nome da marca]” já ajuda a identificar o conteúdo. Se a plataforma oferece um campo de descrição para buscadores, escreva uma frase que resume a proposta. Inclua termos que fazem sentido para a loja, como “papelaria artesanal” ou “organização para cozinhas pequenas”. Para ligar o texto ao catálogo, use nomes reconhecíveis nas chamadas e nos links. Guia do Dia de CEO sobre como organizar categorias na loja virtual. […]

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